Se você tem o hábito de leitura, pode ser que já tenha se frustrado ao ver seu filho rasgando um livro ou uma das suas revistas. Essa é uma atitude que pode até te entristecer, mas é normal. Isso porque, as crianças de zero a dois anos passam pela fase sensório-motor, a primeira etapa do desenvolvimento postulada por Piaget. Portanto, nesse momento os pequenos ainda não controlam plenamente sua motricidade, os movimentos ainda são rústicos e descontrolados, pois precisam ser amadurecidos.

Por isso, é fundamental ter paciência quando esse tipo de situação surgir. Apesar disso, você pode mediar o contato da criança com os livros para evitar que os materiais sejam danificados. Confira abaixo nossas dicas para você mediar esse contato:

Cuide dos livros

Tenha cuidado com seus livros e mostre para seu pequeno que você gosta deles e os preserva. Ao mostrarmos que nós valorizamos isso para as crianças, elas automaticamente aprendem o que importa e o que precisa ser cuidado. Por isso, mostre com ações que é preciso cuidar dos livrinhos. Lembre-se: as crianças aprendem vendo exemplos!

Tenha livros resistentes

Como as crianças ainda estão em processo de aprendizagem, elas não conseguem medir a força que fazem. Por isso, ao escolher livros para elas prefira os cartonados ou de materiais como pano ou plástico (para usar durante o banho). Esses não rasgam com facilidade e podem ser usados durante brincadeiras. Portanto, livros mais resistentes são os ideais para as crianças que estão na primeira infância.

Conduza a mãozinha dele pelas páginas

Os pequenos precisam ser guiados, precisam que nós, adultos, mostremos como manusear os objetos. Dessa forma, ensine-o a segurar o livro e a passar as páginas.

Ensine os limites

No início da vida as crianças ainda não compreendem os códigos usados durante a linguagem. Portanto, quando elas começarem a ter esse entendimento, é interessante que falemos sobre permissões, bom comportamento e limites. Elas precisam saber (o quanto antes) que o ato de rasgar os livros não é legal. Por isso, fale sobre valores e sobre como precisamos valorizar aquilo que temos, bem como a responsabilidade.

A Pueri Dei estimula o apreço pelos livros e pelo cuidado com os objetos que as crianças já aprendem em casa.

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Fonte: leiturinha

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Uma pesquisa realizada na Universidade de Montreal com 78 mães e filhos apontou: quando elas dão autonomia aos pequenos, há impacto positivo na função executiva, um pilar do desenvolvimento cognitivo. Essa função engloba capacidade de resolução de problema, memória de raciocínio e de trabalho. Além disso, proporciona flexibilidade de tarefas e habilidade de planejar e executar atividades.

Para a realização desse estudo, as famílias foram visitadas em duas ocasiões: quando a criança tinha 15 meses e ao completar 3 anos. Na primeira visita foi solicitado que a mãe ajudasse o filho a finalizar uma tarefa. Os pesquisadores gravaram em vídeo para analisarem o tipo de suporte materno. Ou seja, constataram se ela incentivava, se era flexível e se respeitava o ritmo da criança.

Quando completaram 3 anos, os pequenos foram novamente testados. Tiveram sua força da memória de trabalho e sua capacidade de pensar vários conceitos simultaneamente avaliadas. Os que tiveram melhores pontuações tinham mães que ofereciam suporte consistente para o desenvolvimento da autonomia.

Autonomia desde cedo?

A autonomia trata-se de um processo gradual. Ele se desenvolve à medida que a criança realiza novas conquistas e adquire condições que contribuem para que se torne independente. É importante que ensinemos a elas e as deixemos tentar resolver questões e conflitos nos quais receberam alguma orientação prévia. Assim poderemos reforçar conceitos educativos e valores morais já transmitidos. Dessa forma, os pequenos tem sua autonomia supervisionada.

Para que a criança tenha um desenvolvimento psicológico saudável é necessário que ela interaja com o ambiente. Além disso, ela precisa ser desafiada por ele. Portanto, o pequeno precisa se deparar com situações que a estimulem a buscar ativamente por soluções. Isso significa dizer que crianças precisam ser orientadas e incentivadas a realizar tarefas e a enfrentar novos desafios. Dessa maneira elas poderão superar limites e explorar os ambientes.

A Pueri Dei estimula o crescimento e o desenvolvimento da autonomia e da independência de seus puerinhos.

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O resfriado é uma infecção das vias respiratórias superiores e pode ser causada por diversos tipos de vírus. Primeiramente, é importante ressaltarmos que, quando nascemos, nossos sistemas de defesa ainda não estão completamente formados. Nosso organismo só consegue ficar imune a um dos vírus que causam o resfriado por vez. Porém, a quantidade deles é superior a 200 tipos! Portanto, o sistema imunológico precisa de tempo para se aperfeiçoar.

O modo de transmissão mais comum dessa infecção é através de gotículas de saliva. Ela pode ocorrer quando alguém espirra ou fala, uma vez que libera gotículas no ar. Além disso, o vírus também pode ser transmitido através do contato das mãos. Por isso, é importante que as crianças lavem as mãos após assoar o nariz.

É comum que os pequenos fiquem resfriados durante o outono e o inverno, porque durante essas estações os ambientes se mantêm mais fechados. Isso, portanto, facilita e favorece a circulação e a permanência dos vírus entre as pessoas. Além do mais, o frio também faz com que as membranas das narinas fiquem mais suscetíveis à entrada de micro-organismos.

As crianças, em média, pegam entre seis e dez resfriados por ano. Quando frequentam escolinhas esse número pode subir para 12 vezes ao ano.

Como evitar o resfriado?

É possível diminuir a probabilidade da contaminação por esses vírus mantendo as crianças longe de pessoas doentes. Além disso, é importante sempre cultivar o hábito de lavar as mãos com frequência em casa. É essencial que os pequenos criem a consciência de lavar as mãos antes de comer, depois de usar o banheiro, após chegar em casa e depois de assoar o nariz.

A Pueri Dei se preocupa com a qualidade de vida os puerinhos. Por isso, os ensina hábitos de higiene para evitar a proliferação de infecções.

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Podemos definir a musicalização como sendo o processo de construção do conhecimento musical. A música é considerada por vários autores como um elemento enriquecedor para o desenvolvimento do ser humano. Ela gera diversos benefícios como bem-estar e ainda colabora para a formação completa como indivíduo.

Para os especialistas, a música é indispensável para a educação. Isso porque, pedagogicamente ela é um recurso que favorece o desenvolvimento artístico, cognitivo e emocional. Além disso, ainda oferece diversas possibilidades interdisciplinares.

Ela é uma das formas utilizadas pelo homem para expressar sentimentos e emoções. Ao praticar e aprender sobre música, várias regiões do corpo são estimuladas. Durante a prática há oportunidade de aperfeiçoar sentidos como audição, tato e visão. A música ainda, de acordo com especialistas, proporciona o desenvolvimento dos hemisférios direito e esquerdo do cérebro. A musicalização ajuda a ativar os neurônios, promove desenvolvimento motor e social, além de ser favorável para o processo de aquisição de linguagem.

A Pueri Dei reconhece a importância da música e da musicalização. Por isso, insere seus puerinhos nesse universo musical.

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Fontes: nulceovillalobos, leiturinha

As crianças ouvem desde cedo que escovar os dentes após as refeições é fundamental para evitar cáries e para manter o sorriso branquinho. Mas será que os cuidados bucais dependem apenas da escovação frequente? No Brasil, segundo dados do IBGE, apenas 53% da população usa o trio fio dental, escova e pasta de dente. Ainda de acordo com as pesquisas, 89% dos brasileiros realiza a escovação menos de 2 vezes por dia.

Primeiramente, é importante destacarmos aqui que o problema desses dados não está apenas relacionado às cáries ou mau hálito. Isso porque, a falta de higiene bucal pode trazer danos para todo o organismo.

O que é saúde bucal?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde bucal é um estado em que a pessoa está livre de desconfortos, dores e alterações na boca e na face. Além disso, abrange a ausência de condições como câncer oral ou de garganta, doenças e quaisquer distúrbios que afetam a qualidade de vida. Por fim, pessoas que possuem saúde bucal em dia não possuem infecções ou ulcerações bucais, nem impedimentos para comer, sorrir, falar e se sentir socialmente confortável com sua própria boca.

Importância de cuidar dos dentes

Os cuidados com os dentes reduzem os riscos de cáries, dores de dente, enfraquecimento ou fraturas. Além disso, manter a saúde da boca em dia melhora o hálito, garante boa mastigação e melhor digestão. Nosso organismo é complexo e interligado. Portanto, um problema na boca pode desencadear disfunções cardíacas, digestivas e imunológicas. Isso porque, as bactérias podem migrar para outros órgãos através da corrente sanguínea. Essas dificuldades podem surgir durante os primeiros anos de vida ou mesmo na fase adulta.

Dicas para ter uma saúde bucal melhor

É possível tornar o momento da escovação interessante para que as crianças tenham alegria em fazê-lo. Confira abaixo algumas dicas:

  • Escovar os dentes após as refeições, pelo menos 3 vezes por dia. Para tornar essa atividade mais atraente, procure oferecer cremes dentais e escovas lúdicas. Boas opções são materiais estampados com o desenho preferido da criança;
  • Os pequenos podem não saber exatamente a força necessária para realizar a escovação. Por isso, é interessante utilizar escovas macias. Dessa forma é possível evitar a formação de machucados na gengiva ou mesmo sensibilização dos dentes;
  • As cerdas das escovas, com o passar do tempo ficam gastas e podem acumular bactérias. Portanto, troque regularmente a escova da criança.

A Pueri Dei se preocupa com a saúde bucal dos puerinhos desde os menores aos crescidinhos.

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Fonte: minutosaudavel

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Compartilhar e dividir as coisas faz e fará parte de nossa vida em sociedade. Independentemente de serem filhas únicas ou de fazerem parte de uma família extensa, as crianças um dia precisarão dividir as coisas. A tarefa de compartilhar objetos e até mesmo brinquedos pode ser difícil para elas. Por isso, durante o desenvolvimento dos pequenos podemos pensar: devemos ensinar as crianças a dividir os brinquedos? Portanto, no post de hoje falaremos mais sobre esse assunto. Confira:

A descoberta de si mesmo

Durante os três primeiros anos de vida, as crianças ainda estão descobrindo sobre elas próprias. No início, o pequeno entende que ele e a mãe são uma só pessoa. Após dois anos ela passa a se ver como indivíduo independente. Nesses primeiros anos a criança possui pouca memória.

Por isso, gosta de ver várias vezes um mesmo desenho, repete o mesmo ato e ouve com a mesma empolgação uma única música. Dessa forma, ela passa a se entender e começa a aprender as coisas através da repetição.

Dividir é importante para ela?

Para a criança, o ato de dividir não é algo fundamental. Isso é normal, pois ela simplesmente aprende o mundo através da experimentação e através da repetição. É comum que o pequeno veja algo que chame atenção e queira pegar, tocar, sentir e colocar na boca. Se outras crianças estiverem juntas, é provável que todas elas queiram conhecer o objeto também. Por esse motivo elas podem acabar querendo o mesmo brinquedo.

Nessa fase as crianças ainda não estão preparadas para compartilhar da maneira como nós, adultos, esperamos. Por isso, é interessante respeitarmos o momento de cada uma delas. Mais tarde elas aprenderão a dividir.

Outra criança chora querendo o mesmo brinquedo. E agora?

Uma possível solução é redirecioná-la, caso quem está com o brinquedo não queira dividir. Ofereça ao pequeno outra atividade, algo diferente.

Se grande parte do aprendizado das crianças advém da repetição, podemos ensiná-las a compartilhar exercitando essa arte entre nós, adultos, na frente delas! Ofereça participar das brincadeiras, das refeições e de momentos de descontração. Assim, aos poucos elas passarão a ver o ato de dividir como algo normal.

Quando dividir vira algo natural para os pequenos?

A partir dos cinco anos de idade as crianças passam a brincar juntas. É nessa fase que elas passam a ter uma ideia estruturada do que é uma brincadeira coletiva. Ou seja, se divertem compartilhando brinquedos e atividades com as outras. Nesse momento, o dividir se torna algo natural para ela.

A Pueri Dei estimula a empatia e o compartilhamento de experiências, brinquedos e brincadeiras entre os puerinhos.

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Fonte: leiturinha

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O mundo atual requer que nós desenvolvamos muitas qualidades, dentre elas a paciência. É urgente que saibamos como ser multitarefa. Em um cenário como esse, como podemos ensinar as crianças a esperar?

O que é uma pessoa multitarefa?

Essa palavra se originou da informática. Tudo isso porque existem máquinas capazes de realizar várias atividades com um alto grau de qualidade. Além disso, elas ainda oferecem resultados simultâneos. Por isso, essa característica passou a ser desejada no campo profissional e até mesmo no campo familiar.

A rotina atarefada atrapalha o desenvolvimento da paciência?

De acordo com a neurociência, o hábito de ter uma rotina cheia e corrida traz mais prejuízos do que ganhos para nós. Isso porque, o cérebro humano possui um limite de foco para ser produtivo, isso devido aos mecanismos ligados à atenção e à concentração. Por esse motivo, quando executamos várias tarefas de uma só vez, acabamos não priorizando nenhum afazer específico. Como resultado disso, realizamos várias coisas, mas dificilmente com um alto padrão de qualidade.

O quanto isso afeta as crianças?

Se nós, que somos adultos e fomos criados em uma velocidade menor do que as crianças têm dificuldades para lidar com a rotina acelerada, imagine as crianças? É interessante ensinarmos aos pequenos que nem tudo será no tempo delas. Uma viagem, o crescimento de uma plantinha ou mesmo a chegada do fim de semana pode “demorar” demais para elas. Entretanto, a paciência é umas das qualidades mais poderosas que podemos cultivar em um indivíduo.

Inevitavelmente algumas frustrações, o tédio e os sentimentos negativos poderão surgir ao longo da vida. Por isso, é fundamental que elas saibam esperar o tempo certo para as coisas acontecerem. Além do mais, experienciando sentimentos negativos elas poderão dar ainda mais valor à emoções como amor, empatia, criatividade, ludicidade e agradecimento.

A Pueri Dei estimula os puerinhos e forja neles qualidades como paciência e compreensão!

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É comum ouvirmos os pais falarem para as crianças: “respeita a vovó, ela é mais velha do que você…”. No lugar de “vovó” podemos falar “a mamãe”, “o papai” ou “o titio”. Fato é: os pequenos precisam respeitar as pessoas mais velhas. Desde muito cedo os ensinamos isso à eles. Mas, o que significa respeitar os mais velhos?

O que é respeito?

De acordo com o dicionário, respeito é um sentimento que leva alguém a tratar outras pessoas com atenção, consideração e reverência. Obediência e submissão também fazem parte do significado de “respeito”. No senso comum, respeitar os mais velhos significa saber ouvir e obedecer os conselhos dados por eles, já que tem mais experiência de vida.

Como tratar alguém com respeito?

Uma das melhores definições dessa palavra é: saber ouvir e dar atenção. Nós, adultos, costumamos confundir “respeito” e “obedecer cegamente os desejos dos outros”. Por isso, quando as crianças questionam, acabamos dizendo que elas estão deixando de nos respeitar. Agora, se respeito é saber ouvir, como podemos ensiná-las a ouvir?

A resposta para esse questionamento é simples: ouvindo-as! Grande parte do aprendizado das crianças advém da observação daquilo que fazemos. Por isso, precisamos ouvi-las. Precisamos que elas se sintam seguras para falar, para que se sintam verdadeiramente escutadas.

Respeito: uma via de mão dupla

Cobramos e ensinamos as crianças sobre o respeito, mas em alguns momentos acabamos não as respeitando. Quando as impedimos de falar ou de expressar o que sentem (mesmo que seja chorando), estamos as desrespeitando. Portanto, precisamos ficar atentos para colocarmos o respeito em prática sempre, para sermos respeitados também.

Então, é fundamental ensinarmos esse valor para as crianças, para que elas respeitem os coleguinhas, as professoras, os porteiros da escola, os responsáveis, os familiares e os vovôs e vovós. Não por serem mais velhos ou mais novos, mas porque todos merecem ser respeitados. Todo mundo merece ter opiniões, preferências e ideias respeitadas.

Toda a equipe da Pueri Dei promove, diariamente, o respeito nos puerinhos.

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Através da alimentação as crianças tem acesso à nutrientes e proteínas capazes de fazê-las crescerem fortes e saudáveis. Por isso, a introdução alimentar é um assunto que tem marcado presença nas rodas de conversa. Você já conhece os benefícios de manter uma alimentação saudável para os pequenos na escola? No post de hoje falaremos mais sobre esse assunto. Confira!

A introdução alimentar é um assunto que tem marcado presença nas rodas de conversa. Isso porque através da alimentação as crianças tem acesso à nutrientes e proteínas capazes de fazê-las crescerem fortes e saudáveis. Você já conhece os benefícios de manter uma alimentação saudável para os pequenos na escola? No post de hoje falaremos mais sobre esse assunto. Continue lendo para se informar:

Primeiramente, é importante ressaltarmos que: comer adequadamente influencia o aprendizado das crianças. A nutrição infantil não consiste apenas em manter os pequenos bem alimentados. Ela está ligada a itens diversos como o desenvolvimento corporal, intelectual e motor. Isso porque, durante a infância é exigido um pouco mais do nosso organismo.

Nessa fase o crescimento ocorre a todo vapor. Nela ainda estamos desenvolvendo habilidades motoras, aprendendo a ler, escrever, praticar exercícios e brincar com os coleguinhas. Tudo isso faz com que o corpo gaste mais energia. Por isso é tão essencial possuir uma boa nutrição. Do contrário, a criança poderá ter atrasos no desenvolvimento corpóreo e psicomotor, falta de atenção durante as aulas (que pode resultar em atraso intelectual) e alguns outros inconvenientes.

Outro motivo para destacarmos a importância de uma alimentação balanceada é: durante a infância criamos preferências alimentares. Logo, se desde cedo o pequeno aprender a comer alimentos naturais e saudáveis, os riscos de desenvolvimento de doenças cardíacas, diabetes, deficiências imunológicas e obesidade são reduzidos.

Como introduzir esse estilo de vida no cotidiano?

A escola tem função fundamental nessa introdução. Porém, os principais encarregados por estimular esses hábitos são os pais e responsáveis. O papel da escolinha é apresentar novas opções de estilos de vida e reforçar os ensinamentos já trazidos de casa pelas crianças. Nesse ambiente algumas iniciativas podem firmar essa alimentação saudável. Confira abaixo:

Cardápios

Os menus elaborados pelas escolas devem escolher as melhores opções de alimentos. Assim os pais poderão ficar despreocupados quanto às comidinhas que seus filhos ingerem nesse ambiente. É essencial que a escolinha observe cuidadosamente alguns procedimentos como evitar industrializados, não permitir o uso de refrigerantes, doces, biscoitos recheados e chocolates.

Não basta apenas o alimento ser natural. A origem deles precisa ser segura também. Por isso, é fundamental que a escola possua fornecedores confiáveis, para assim garantir que os alimentos oferecidos às crianças serão escolhidos com zelo e atenção.

Aulas de culinária infantil

Esse tipo de projeto favorece muito a educação alimentar. Isso porque, as crianças são naturalmente curiosas e se empolgam quando concluem tarefas por si só. Então, ao ensinar a preparar um prato, é possível despertar nelas o prazer por consumir alimentos saudáveis. Esse interesse surgirá apenas pelo fato de que eles mesmos fizeram, com suas próprias mãoszinhas.

Através dessas aulas eles ainda descobrem a importância dos alimentos, colocando a mão na massa. Além disso, o contato direto com os ingredientes desperta e desenvolve os cinco sentidos da criança.

Os cardápios da Pueri Dei são elaborados por nossa nutricionista, que de forma balanceada ajuda a proporcionar uma alimentação saudável para todos. Além disso, através do projeto “Eu sou o chef!”, aqui os puerinhos tem contato direto com as comidinhas!

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Fonte: unis.edu

Todos nós, em algum momento da vida, já tivemos manias. Todos temos gestos, rituais e peculiaridades e isso é comum, desde que esse hábito não atrapalhe o andamento de nossas vidas. Apesar disso, no post de hoje falaremos sobre as manias na infância e sobre quando é preciso se preocupar com elas. Confira:

Diferença entre tique e mania?

Tiques são comportamentos repetitivos. As manias são comportamentos que as crianças ou que os adultos tem dificuldade de barrar ou controlar. Quando tratamos especificamente sobre os pequenos, precisamos ter atenção quanto a origem dessa atitude.

O que significam?

Esses comportamentos podem ser manifestados por imaturidade das crianças. Exemplos de situações que despertam ações como essas são momentos de emoções ou sentimentos que elas ainda não possuem repertório para lidar. Sendo assim, a mania é a forma que o pequeno encontrou de lidar com a circunstância para se acalmar. Além disso, essas atitudes ainda podem ser sinal de sono ou de alegria.

Quando isso passa?

Quando as crianças começam a desenvolver maiores domínios sobre seus movimentos isso muda. Isso porque, com o passar do tempo os pequenos adquirem maturidade, já que passam a conhecer melhor seus corpos, sentimentos, emoções e tem maior previsibilidade das suas ações.

Como lidar com essas manias?

Durante a primeira infância nós podemos ajudar oferecendo objetos como brinquedos, paninhos ou cobertores. Assim as crianças se sentirão mais seguras e mais no controle da situação. Uma outra estratégia é propor que o pequeno foque em outra coisa. Diálogos bem como esportes e terapias são ótimos recursos para desfazer essas situações sem que se formem traumas.

De qualquer maneira, é importante olharmos para as crianças com cuidado para que saibamos como agir em momentos como esses. A Pueri Dei se preocupa com o desenvolvimento dos pequenos como um todo.

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Fonte: leiturinha

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