Antes de começarmos a falar sobre este assunto, é preciso destacar que crescer é um dos principais fatores que indicam saúde e desenvolvimento no pequeno. Mas não se engane! O fato de seu filho ser baixinho não significa necessariamente que há algo de errado com sua saúde, até porque o que mais influenciará seu crescimento é a genética, sendo responsável por 80% de sua estatura final, de acordo com a SBP (Sociedade brasileira de pediatria).

Outros fatores envolvidos no processo de crescimento da criança são alimentação, higiene, habitação, saneamento básico, e doenças. Assim, ainda existem diversos outros fatores que influenciam no crescimento infantil e muitos deles podem ser controlados pela família da criança, como:

Atividade física

Estudos revelam que a prática de atividades físicas pelas crianças deve ser realizada de forma moderada, e não em excesso, visto que este excesso suga muita energia do organismo, o que prejudica o desenvolvimento. Mas ainda assim, 1 hora de atividade física por dia é imprescindível na rotina de seu filho. De acordo com o professor de educação física Rafael Braga, mestre em Ciências do Movimento Humano e coordenador do curso de licenciatura em educação física da PUC-PR, as atividades físicas estimulam o desenvolvimento de células que formam o tecido ósseo e muscular, aumentando de tamanho e fortalecendo a musculatura.

Alimentação balanceada

A nutricionista Clarissa Fujiwara aponta que uma alimentação carente de nutrientes essenciais, a atividade metabólica do organismo diminui, o que a faz poupar energia e consequentemente, desacelerar o crescimento. Por isso uma dieta rica em nutrientes, repleta de verduras, legumes, frutas, grãos, proteínas e laticínios, faz-se necessária na vida de seu pequeno e do resto da família, afinal, a família precisa dar o exemplo ao filho.

Tempo de sono adequado

Devido ao fato do hormônio do crescimento (GH) ser produzido e liberado no organismo durante o sono, certificar-se em relação a qualidade e durabilidade do sono de seu filho torna-se de extrema importância.

Tratamento oral (suplementos alimentares, hormônio do crescimento)

O hormônio do crescimento (GH) está presente naturalmente no organismo, porém uma dose extra dele é indicada por muitos endócrinos a crianças que têm deficiência de tal hormônio. Este tratamento só pode ser feito mediante receita médica e caracteriza-se por aplicações diárias do hormônio por meio de injeções que podem ser feitas no braço, coxa, bumbum e abdômen. Além disso, o tratamento pode durar até a idade em que as crianças atingem sua maturidade óssea, que no caso dos meninos é 16 anos, e nas meninas, 14.

Dessa forma, existem vários hábitos que podem ser adotados na rotina das crianças que irão ajudá-las a se desenvolver e crescer atingindo seu potencial de altura.

Quando pensamos em desenvolvimento infantil as primeiras coisas que vêm à cabeça são a alfabetização, socialização e o desempenho escolar.

Todas essas coisas, é claro, são de extrema importância para que uma criança cresça de maneira saudável e confortável.

Em uma era de digitalização e cada vez mais atividades realizadas através de computadores, tablets e smartphones, no entanto, o desenvolvimento físico se torna uma prioridade tão grande quanto os aspectos citados acima.

A sensação que temos é que, nos dias atuais, as crianças viveriam em aparelhos eletrônicos se pudessem. É claro que esse contato com o mundo digital gera benefícios, porém, também é necessário se atentar para os prejuízos que o excesso da digitalização pode causar nos puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo para explicar a importância das atividades físicas no desenvolvimento das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida.

Vamos lá?

Coordenação motora

As atividades físicas são responsáveis por boa parte do desenvolvimento das habilidades motoras das crianças.

Isso acontece porque, ao praticar uma atividade física o pequeno tem que se desenvolver um senso de equilíbrio, direção e controle corporal que muitas vezes não é explorado em atividades online, já que as mesmas são realizadas sem exigir quase nenhum esforço físico.

Manutenção da condição física

Os exercícios auxiliam no desenvolvimento de massa muscular e queima de gordura das crianças, assim como em qualquer adulto.

Isso não significa, no entanto, que você deve fazer com que seu filho realize atividades físicas excessivamente intensas. Uma simples brincadeira de pega-pega, por exemplo, já contribui bastante para o desenvolvimento de uma boa condição física, além de evitar doenças provenientes do sedentarismo, como a obesidade.

Sendo assim, os exercícios físicos são fortes aliados da saúde de qualquer puerinho.

Desenvolvimento integral

A prática de esportes propicia o desenvolvimento de habilidades que muitas vezes não são completamente exploradas em ambientes familiares e escolares, como a inteligência emocional, cooperação, capacidade de lidar com a frustração e muito mais.

Pense que, ao longo de toda a vida, seu filho vai encontrar diversas adversidades e obstáculos que deverão ser superados.

Nessas horas a disciplina, resiliência e obstinação desenvolvidos na prática de esportes irão ajuda-lo a lidar melhor com os problemas e, eventualmente, resolve-los.

Isso significa que o esporte e as atividades físicas favorecem o desenvolvimento completo da criança, explorando aspectos que muitas vezes seriam deixados de lado.

Felicidade

A ciência aponta que a realização de exercícios físicos está diretamente ligada a liberação de hormônios como a serotonina, responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Em outras palavras, as atividades físicas fazem com que as crianças fiquem mais felizes e realizadas.

Vale ressaltar, é claro, que o excesso de atividades físicas ou a realização de atividades muito intensas pode ser prejudicial para a saúde da criança.

Além disso, saiba que existem atividades físicas para o perfil de qualquer criança. Futebol, vôlei, peteca, pega-pega, esconde-esconde, ping-pong e natação, por exemplo, são atividades de intensidades diferentes que agradam diversos gostos.

A prática da atividade física não deve ser vista como uma obrigação e sim como lazer. Isso fará com que o puerinho tome gosto pela prática da atividade e, dessa maneira, usufrua dos benefícios do esporte enquanto se diverte.

E você, o que está esperando para incentivar o seu filho a fazer uma atividade física?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neurobiológico extremamente comum, afinal, quem nunca conheceu uma criança com TDAH?

Por ser um problema tão comum, muitas vezes as pessoas tendem a não dar a atenção necessária ao transtorno.

É importante, no entanto, saber lidar com as crianças para minimizar os efeitos do transtorno e evitar que ele cause maiores dificuldades no desenvolvimento dos pequenos.

Pensando nisso, separamos uma lista de dicas para ajudar você que é mãe ou pai de uma criança portadora de TDAH.

Que tal conferir?

Estudos

Os estudos são uma parte da vida das crianças que pode ser afetada pelo TDAH, já que esse transtorno faz com que eles tenham dificuldades para se concentrar e, consequentemente, estudar.

Para minimizar esses efeitos é importante escolher uma escola de confiança e credibilidade que possua profissionais capacitados para lidar com a criança e manter contato com esses professores para acompanhar o que acontece na escola e o desenvolvimento do seu filho no ambiente escolar.

Além disso, atente-se à quantidade de atividades extracurriculares do seu filho e evite sobrecarregá-lo. Por possuir déficit de atenção, cada atividade exige dele mais do que exigiria de outra criança.

Dia a dia

Seja claro e dê instruções diretas e objetivas para a criança. Dessa maneira elá terá mais facilidade em entender o que ela precisa fazer e poderá focar na tarefa que tem pela frente.

Além disso, ensine-a a finalizar as tarefas que começa. É muito comum que crianças com TDAH criem um vício de começar várias atividades ao mesmo tempo e acabam não dando conta de todas.

Criar uma rotina também ajudará a criança a seguir uma série de atividades de maneira consistente, sem perder o foco.

Comportamento

Advirta a criança de maneira construtiva quando for necessário e explique-a qual era o comportamento esperado dela em determinada situação. Além disso, elogie-a imediatamente por bom comportamento, já que isso faz com que ela entenda que as boas atitudes são recompensadas.

Outra boa dica é incentivar a criança a praticar esportes para que ela gaste energia e consiga ficar mais calma e contida em ambientes mais calmos, como a escola.

Ensine seu filho a lidar com conflitos e tomar decisões racionais perante problemas do dia a dia, afinal, ele terá que fazer escolhas como qualquer outra criança. Tenha em mente, é claro, que ela não deve resolver tudo e, em alguns momentos deverá apenas chamar um adulto para cuidar da situação.

Promover brincadeiras com regras também é uma ótima opção para que a criança desenvolva não só a habilidade de se concentrar, mas também a de se adaptar a limites e regras.

Para os pais

Ter sempre tempo para interagir com o seu filho é essencial para que ele se sinta acolhido e compreendido.

Estabeleça cronogramas que envolvam um tempo específico para descanso. Crianças portadoras de TDAH tendem a esgotar as energias mais rápido e, por isso, podem precisar de um cochilo diário ou um simples período de relaxamento.

Além disso, é importante intercalar atividades que exigem muita concentração, como estudos, tarefas e deveres de casa, com atividades leves e prazerosas.

Saiba controlar a sua própria paciência e entender o tempo do seu filho, evitando criar expectativas que não condizem com a realidade. Além disso, saiba que cobrar empenho e vontade de mudar é mais importante que cobrar resultados, afinal, é só através do empenho que a criança aprende a se esforçar para conquistar o que deseja e precisa.

Por último, mas não menos importante, ouça-o. Isso faz com que a relação entre vocês não seja unilateral e cria uma sensação de parceria que beneficia a todos.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar a auxiliar o seu filho não só no processo de educação, mas também em seu desenvolvimento pessoal!

E aí, o que achou das dicas?

É comum pensarmos que saúde mental é algo que só deve ser cuidado em adultos. O estresse do trabalho, as contas acumuladas e as decepções amorosas muitas vezes nos levam a crer que problemas de ansiedade e depressão, por exemplo, só acontecem com quem passa por esses tipos de situações.

A verdade, no entanto, é que a saúde mental também deve ser motivo de preocupação nas crianças. Por ainda estarem em formação e não saberem lidar com uma série de coisas, os pequenos podem acabar precisando de cuidados médicos.

Situações como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo, a troca de escola ou até mesmo o bullying podem desencadear sintomas de problemas psicológicos nas crianças e, por isso, é importante estar atento aos sinais de que o seu filho precisa de ajuda.

Pensando nisso, separamos uma lista com os principais sinais de que o seu filho precisa de acompanhamento psicológico.

Que tal conferir?

Alteração repentina ou exagerada de comportamento

Apesar da alteração de comportamento não significar necessariamente um problema, é importante estar atento ao modo de agir da criança para identificar possíveis sinais da necessidade de acompanhamento psicológico. Algumas mudanças de comportamento que podem ser consideradas sinais são dificuldades no sono (fazendo xixi na cama ou até mesmo não conseguindo dormir), na alimentação (se recusando a comer ou comendo exageradamente) e na escola (se comportando mal ou tendo dificuldades repentinas para aprender).

Agressividade

A agressividade repentina com a família e coleguinhas pode significar algum problema psicológico que precisa ser resolvido. Tenha em mente, é claro, que as vezes as crianças podem ficar mais agressivas sem motivo. A diferença no entanto é que, normalmente, quando os pais conversam com elas sobre esse comportamento, elas melhoram. Caso isso não aconteça, fique em estado de alerta e busque auxílio psicológico.

Problemas na escola

Mudanças de comportamento com relação a colegas de escola e queda brusca do rendimento escolar podem significar problemas psicológicos que precisam de acompanhamento. Isso acontece porque muitas vezes a criança, sem nem perceber, passa a tomar atitudes que chamem atenção dos pais para que seus problemas sejam resolvidos.

Problemas de saúde

Passar mal sem motivo específico pode ser um sinal de que as crianças precisam de ajuda, já que o corpo tende a buscar formas diversas de chamar atenção. Sendo assim, muitas vezes, os sintomas físicos são a maneira que o corpo encontra de comunicar algum problema psicológico.

Caso um problema psicológico seja identificado, o acompanhamento com um psicólogo e, eventualmente, um psiquiatra, é a maneira mais segura de eliminar os sintomas e garantir o bem-estar do seu filho novamente.

Tenha em mente, é claro, que o ideal é que o psicólogo seja especialista em lidar com crianças e possua experiência com a terapia infantil.

A adaptação escolar é um dos pontos mais importantes para o desenvolvimento das crianças com o estudo e os coleguinhas.

Isso significa que garantir uma boa adaptação escolar dos pequenos é essencial para que eles desenvolvam não só seus conhecimentos, mas também suas habilidades sociais e de convívio.

Aprender a lidar com frustração, regras e diferenças é algo crucial para o desenvolvimento das crianças e, por isso, é necessário dar uma atenção redobrada ao seu filho nesses períodos de adaptação.

Mas como fazer com que a adaptação do meu filho seja a melhor possível?

Como sabemos o período de adaptação das crianças não se restringe apenas ao ato de começar a frequentar a escola, e sim em qualquer mudança dos hábitos escolares já existentes.

Mudanças de escola, turma, horário e até mesmo professores podem fazer com que a criança se sinta acuada e frustrada, já que estava se sentindo confortável antes das mudanças.

Isso não significa, no entanto, que as mudanças são coisas ruins. Elas acontecem na vida de toda criança e, para que elas aprendam o mais cedo possível a lidar com isso, é importante dar toda a atenção necessária a esses períodos de transição.

É importante salientar que, apesar de parecerem longos, os períodos de adaptação tendem a passar e as crianças costumam aprender a se sentirem confortáveis em um novo ambiente.

Mesmo assim, é importante ter um planejamento para ajudar o seu filho a entender as mudanças que estão acontecendo e perceber que elas não representam algo ruim, apenas diferente.

Conversar com a escola previamente sobre as possíveis mudanças que ocorrerão em um ano letivo é uma das maneiras de se planejar para uma adaptação. Se você fica sabendo das transições com antecedência, acaba tendo mais tempo para conversar com o seu filho e prepara-lo para o que vem pela frente.

Se a escola pretende mudar o professor, por exemplo, você evita que o seu filho sinta aquele choque inicial ao ver um rosto desconhecido no comando quando chegar ao primeiro dia de aula.

Para crianças de até dois anos que estão entrando na educação infantil, recomenda-se que a mudança da rotina casa-escola seja a menor possível. Já aos dois anos e meio, especialistas afirmam que a criança já tem um entendimento maior do que está acontecendo e, por isso, o ideal é que os pais envolvam seus filhos em atividades como arrumar a mochila e a lancheira.

Uma das partes mais difíceis da adaptação das crianças é, sem dúvidas, se despedir dos pais.

Diferentemente do que muitos pensam, se aproveitar de momentos de distração do filho para ir embora não é a maneira adequada de deixá-lo na escola. Isso porque quando ele perceber que foi deixado as sensações de abandono e desespero tendem a tomar conta.

O ideal, por mais dolorido que seja, é fazer uma despedida e explicar que vocês estarão separados por algumas horas. Fazendo isso regularmente a criança consegue, com o tempo, assimilar o que está acontecendo.

E como garantir que o meu filho vai estar seguro na escola no momento de pandemia?

Nesse período de início de vacinação da população é importante manter os cuidados que já vinham sendo tomados para que a segurança e a saúde sejam preservadas.

Isso significa que, apesar de algumas pessoas já estarem vacinadas, as crianças devem continuar utilizando máscaras da maneira correta (cobrindo nariz e boca), desinfetando as mãos e braços constantemente com álcool em gel e praticando o distanciamento social.

Por serem crianças, é claro, essas regras podem ser difíceis de entender, e é aí que entra a escola para fiscalizar e instruir as crianças durante o período letivo.

No convívio escolar, no entanto, é necessário ter alguns cuidados e promover algumas medidas que aumentam ainda mais a segurança dos pequenos em relação ao Covid-19, como por exemplo:

Aferir a temperatura de todos os alunos e funcionários da escola

Caso a temperatura esteja acima de 37,8ºC recomenda-se que o aluno ou funcionário não possa entrar na escola.

Promover a higienização de calçados ao entrar nas dependências da escola

Higienizar os sapatos e tênis de alunos e funcionários é uma das maneiras de ajudar a combater a transmissão do Covid-19 no ambiente escolar.

Higienização constante da escola

Recomenda-se que, pelo menos uma vez por turno, os pisos, toaletes, corrimões, mesas, cadeiras, balcões e maçanetas da escola sejam higienizados para evitar que o vírus se aloje nas dependências escolares.

Portas e janelas abertas

Como sabemos, ambientes fechados são propícios para a disseminação do vírus e, por isso, janelas e portas devem ser mantidas abertas durante as aulas.

Interdição de bebedouros

Por serem locais de transmissão em potencial do vírus, é importante que os bebedouros funcionem apenas para encher as garrafinhas de água levadas de casa pelas crianças.

Distanciamento

Todas as atividades no ambiente escolar devem acontecer respeitando a distância mínima de 1,5 metros entre cada pessoa.

Essas dicas vão garantir que a adaptação escolar do seu filho não sofra devido aos efeitos da pandemia e aconteça da maneira mais saudável e natural possível.

E aí, pronto para a volta às aulas?

Momento para os adultos relaxarem após um longo dia de trabalho, o banho tem sido um vilão para as crianças. Provavelmente, você já passou por essa situação e encarou uma guerra para dar banho em seu filho. Tudo isso acontece em meio à choro, birra, gritos e reclamações. Dessa forma, o momento para deixar seu pequeno limpo nem sempre é algo muito agradável para pais e filhos.

Esse vilão chamado banho, pode se dar pelo fato de medo ou incômodo, quando acontece com crianças pequenas. À medida em que eles vão crescendo, esse fato de não querer, pode ser relacionado ao questionamento das regras. Existe, também, a possibilidade de ser um tempo perdido, quando poderia estar brincando ou fazendo algo de acordo com o seu gosto.

Primeiramente, é recomendável que você identifique os motivos para que seu filhe rejeite o banho. Assim, irá lhe trazer mais facilidade para resolução do problema. Se o seu filho já fala, busque métodos de diálogo para encontrar a razão para ele não preferir tomar banho. Caso ele não fale, esteja atento às possíveis reações quando o assunto banho é colocado em pauta.

Algumas dicas irão possibilitar um momento mais prazeroso para ambos no momento do banho. A organização do local é importante para que o pequeno se sinta à vontade; lave o cabelo no início do banho; não se apegue aos horários, tente ser flexível; evite chantagens; não pegue-os de surpresa; conforme crescimento, dê a ele mais autonomia. Dessa forma, você irá melhorar o convívio, e transformar a hora do banho em um momento de pura diversão.

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Fonte: leiturinha

Imagem: canva

Todas as crianças possuem peculiaridades, gestos que caracterizam sua personalidade. Isso pode ser comum e até mesmo saudável, desde que não atrapalhe a vida dos pequenos que preocupam os pais. Porém, existem alguns gestos repetitivos na infância dos filhos que preocupam os pais. Como lidar com essas manias da infância?

Primeiramente, devemos ter conhecimento da diferença entre tique e mania. Tiques são comportamentos repetitivos, como por exemplo, mexer alguma parte do corpo várias vezes. Já as manias, são comportamentos que a criança tem dificuldade de controlar. Morder os lábios é um exemplo. Dessa forma, os pais precisam estar atentos e entender a origem dessas ações.

Em diversas ocasiões, esses atos não estão ligados a coisas graves, mas sim em causas comportamentais. Quando alguma situação nova acontece, a criança desperta uma emoção ou sentimento, e não é capaz de lidar. Logo, ela encontra na mania a forma para se acalmar.

É importante que os pais estejam sempre atentos ao momento em que esses comportamentos se manifestam. Por isso, nunca interprete de forma isolada os gestos de uma criança. Geralmente, essas manias tendem a diminuir com o passar do tempo quando a criança possui maior domínio de suas ações.

Existem várias formas de ocupar as crianças, de modo que a segurança seja transmitida e ela saiba lidar com as diversas situações. A prática de esportes e terapias são ótimas formas de evitar esses gestos repetitivos da infância. Não é necessário que a criança sofra qualquer trauma ou seja punida por agir como tal, essas ações negativas podem piorar a situação. Portanto, é importante que os pais olhem os comportamentos dos seus filhos e saiba a maneira certa de agir nesses casos.

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Fonte: Escola da Inteligência

Imagem: freepik

As crianças gastam muita energia e precisam de um bom sono para recuperação do que foi gasto. A hora dos pequenos irem dormir parece ser um desafio e tanto para os pais. Mas, podemos sugerir algumas formas de tornar esse momento prazeroso e tranquilo. Como? Confira abaixo algumas dicas para melhorar o sono das crianças:

  • Rotina

Apesar de assustadora, a palavra pode ser muito eficaz. Criar hábitos para que as crianças percebam que é o momento de descansar pode ser benéfico. Dessa forma, algumas ações podem te ajudar nesses casos, tais como: diminuição da luz do quarto, restrição de conteúdos estimulantes e criação do chamado “momento em família”.

  • Momento em família

Esse é um dos pontos cruciais do nosso assunto. É importante que todos os membros da casa entrem em modo de relaxamento. Deste modo, o estímulo do descanso será despertado nas crianças. Leia histórias, medite em família, ouçam cantigas de ninar, deixem o ambiente agradável e mostrem que é um horário especial.

  • Alimentação

Dormir com a barriga pesada não é uma ótima ideia. A sugestão é que alimentos leves sejam incluídos na refeição dos pequenos. Portanto, facilitar a digestão dos pueirinhos será fundamental no momento de descanso.

As dicas para melhorar o sono das crianças serviram? Já conhecia algum desses métodos? Pensa em aderi-los? Portanto, lembre-se que um bom sono é essencial para iniciar bem um novo dia. Esteja sempre com seus pequenos em todos os momentos!

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Fonte: leiturinha

Imagem: Freepik

O calor e as altas temperaturas de estações como o verão podem trazer mal-estar para nós. Entretanto, é possível combater o desconforto causado por elas e ainda turbinar a hidratação das crianças através da alimentação. Por isso, no post de hoje vamos falar sobre bons alimentos para o calor que serão úteis nessa missão. Continue lendo para conferir:

Primeiramente, durante essa estação é fundamental que se invista em cardápios ricos em água. Portanto, vale super a pena chamar a criançada para montar pratos coloridos, cheios de nutrientes e divertidos!

Turbine refeições

Aproveite o calor para enriquecer as refeições diárias com saladas. Acelga, alface e rúcula são alimentos cheios de água e de vitaminas e minerais. Além de montar pratinhos nutritivos, as cores verdinhas vão invadir a cozinha e alegrar o ambiente.

Aposte em frutas

Ofereça frutas suculentas como abacaxi, melancia, melão, morango e tomates para as crianças. Além de ajudarem a saciar a fome durante a tarde, você ainda pode armazená-las previamente na geladeira. Assim a hora do lanche ficará ainda mais refrescante!

Evite industrializados

As ondas de calor são comuns durante o verão. Por isso, prefira oferecer a menor quantidade de frituras e de carboidratos industrializados possível. Além de bolachas recheadas, bolos, chocolates e salgadinhos não auxiliarem na hidratação, não beneficiam a saúde como um todo. Lembre-se: quanto menos caixinhas, mais saúde as crianças terão.

Garanta que os pequenos ingiram líquidos como água, água de coco e sucos naturais. Além de manterem a hidratação, eles são ótimos para o paladar.

A Pueri Dei preza por uma alimentação balanceada e nutritiva durante todo o ano. Aqui os puerinhos constroem bons hábitos alimentares desde cedo!

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Fonte: tricae

Já que o sistema gastrointestinal dos bebês ainda está em desenvolvimento, eles costumam sofrer frequentemente com a cólica. Esse é um mal-estar causado pela formação de gases. Ele provoca crises de choro que deixam os pais preocupados. O problema é tão corriqueiro que motivou a disseminação de diversos mitos e verdades, principalmente em relação aos modos de acalmar os bebês. Por isso, no post de hoje vamos falar sobre alguns mitos e verdades. Confira:

Todos os bebês têm cólicas

Mito. Nem todas as crianças sofrem com essas dores durante os primeiros meses de vida. Alguns pais podem se preocupar frequentemente com essa condição nos bebês, enquanto outros podem passar o desenvolvimento do pequeno inteiro sem se preocupar com cólicas ou incômodos gastrointestinais.

As cólicas começam logo após o nascimento

Mito. Entendemos como “recém-nascidas” as crianças que tem até um mês de vida. Entretanto, os bebês têm cólicas apenas do primeiro mês até completarem três meses.

Alimentação da mãe influencia a cólica dos bebês

Verdade. Por esse motivo, os pediatras sugerem que as mães que amamentam tenham uma rotina alimentar mais saudável e equilibrada. Isso porque, quando ingeridos em excesso, alimentos estimulantes (como achocolatados e cafeína) podem influenciar na produção do leite e ainda provocar cólicas nas crianças. Evitando essas comidas, a digestão dos bebês será facilitada. Assim, a evacuação do bebê fluirá melhor.

Exercícios com as pernas aliviam a dor

Verdade. Isso porque, esses exercícios ajudam a eliminar os gases acumulados. A primeira técnica é basicamente dobrar as perninhas da criança de maneira alternada em direção ao abdômen, como o movimento que se faz enquanto pedala. A segunda atividade recomendada é dobrar e esticar repetidamente as penas do bebê em direção à barriga.

A nutricionista da Pueri Dei auxilia dos papais e as mamães para que os puerinhos tenham uma boa rotina alimentar, livre de incômodos.

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Fonte: gauchazh

Imagem: freepik