É muito importante ensinar o valor da amizade para os filhos desde pequenos. Para isso, é necessário que os pais ajudem os pequenos a criar seus primeiros laços com os amiguinhos, auxiliando no desenvolvimento social deles.
Separamos algumas dicas de como ajudar seu filho a fazer amigos!

-Entenda a personalidade do seu filho
Caso seu filho seja mais introvertido, forçar uma interação dele com outras crianças pode ser muito complicado para ele. Deixe ele se entrosar aos poucos, respeitando sempre o tempo dele.
Se ele prefere brincar, apenas com uma criança por vez, é porque provavelmente, isso venha da própria personalidade dele, e não significa que ele não desenvolverá a socialização ou que ele irá crescer sem muitos amigos.

-Crie oportunidades para que ele possa socializar
Filhos únicos, com famílias pequenas ou crianças que vivem em apartamentos, muitas vezes tendem a ter menos contato com outras crianças. Assim, o contato delas fica restrito aos amigos da creche ou escola. Por isso é necessário que os pais ofereçam a seus pequenos, encontros com os coleguinhas da creche para fortalecer seus laços. Um exemplo disso seria ir ao cinema ou realizar uma festa do pijama.
Outra ideia é matricular seu filho em atividades como escolinhas de música ou em algum esporte. Além disso, busque frequentar espaços que costumam estar sempre cheios de crianças como parques, praças públicas, ou até mesmo o playground do shopping.

-Fale com os professores
O professor passa bastante tempo com seus alunos, por isso ele entende os traços da personalidade de cada um, e observa também as formas com que alguns alunos se relacionam entre si. Aproveite para conversar com ele sobre o convívio social do seu filho, pergunte sobre seu comportamento e analise se há alguma questão que você ou o professor podem intervir para auxiliá-lo a lidar da melhor forma.

-Conte histórias com temática de amizade
No momento de contar histórias, aproveite sua atenção para ensiná-lo a apreciar a amizade. Procure contar histórias entre amigos que envolvam confiança, lealdade e alegria. O importante é reforçar o impacto da amizade em diferentes circunstâncias da vida, para que a criança possa se identificar e se inspirar.

-Seja o suporte emocional do seu filho
É preciso que seu filho confie em você, pois caso ele não se sinta seguro de compartilhar seus sentimentos e pensamentos com você, há a chance de posteriormente, ele não conseguir se abrir com os outros também.

-Seja um exemplo para ele
Demonstre sempre estar conectado a seus próprios amigos e mantenha contato com eles, para que seu filho entenda na prática a importância de ter essas pessoas ao seu lado.

Lembre-se de respeitar o tempo de seu pequeno e buscar incentivá-lo para que ele mesmo sinta vontade de relacionar-se e estreitar laços com outras crianças.

Espero que nossas dicas sejam efetivas! Nós da Pueri Dei estamos dispostos a ajudar nossos puerinhos a fazer amigos e fortalecer relações.

A escrita espelhada trata-se de uma escrita invertida (da direita para esquerda), que é muito comum durante o processo de aprendizado da escrita e alfabetização. Assim que a criança começa a escrever as primeiras palavras essa troca irá aparecer algumas vezes, mas caso ela cresça e mantenha esta característica, é preciso se atentar a esta questão. Por isso, vamos explicar um pouco sobre as causas deste tipo de escrita e o que se pode fazer para mudar este quadro.

A primeira possível causa da escrita espelhada é o problema de algumas crianças, principalmente as canhotas, com a lateralidade. De acordo com especialistas, isso ocorre pois há uma preponderância de um hemisfério do cérebro, sendo o hemisfério direito no caso das pessoas canhotas. Sendo assim, é normal que crianças canhotas desenvolvam essa maneira de escrever, já que é algo natural delas, pois estão agindo de acordo com sua forma de ver o mundo e executar as ações.

O outro fator que gera essa característica, é um problema em relação a percepção. Entre os 4 aos 7 anos acontece o processo de desenvolvimento da percepção e das habilidades motoras. Dessa forma, as crianças nesta fase têm maior dificuldade em reconhecer todas as formas das letras ou passá-las para o papel.

Por fim, é preciso destacar que a escrita espelhada está associada à dislexia, mas ela não é um sintoma exclusivo desse transtorno. Assim, pode ser que seja apenas uma dificuldade momentânea, já que a criança está em processo de construção da escrita. Mas de qualquer forma, esteja atenta a outros sinais que possam surgir e estejam relacionados a tal transtorno.
Diante desta situação, existem várias atividades que podem ser feitas para ajudar os pequenos neste processo, e separamos algumas delas para vocês se inspirarem:

-O primeiro passo é identificar quais letras a criança tem mais dificuldade de lembrar ou de passar para o papel.

-Utilize um giz para desenhar uma letra no chão e peça para que a criança caminhe sobre a letra, seguindo a ordem dos traços.

-Passe o dedo nas costas do pequeno formando alguma letra e peça para que ele adivinhe qual é.

-Desenhe letras grandes e ocas para que a criança possa pintar por dentro dos espaços ocos, e entenda melhor sobre as formas corretas.

-Lembre-se de depois, deixar ela tentando escrever as letras sem apoio visual ou de outra pessoa.

Visando sempre o melhor desenvolvimento dos pequenos, nós da Pueri Dei praticamos diversas atividades que são essenciais para tal aprendizado. Incentivando as crianças a treinarem a lateralidade (direita e esquerda), entenderem os conceitos de noção espacial, simetria, e outros aspectos necessários para o aprendizado pleno da escrita.

Muitos pais percebem em seus filhos uma dificuldade maior na comunicação, e preocupam-se com o fato do pequeno não falar tanto. Para mudar este quadro, a mudança deve ocorrer principalmente nos hábitos da família.

Faça com que ele sinta necessidade de se expressar.

Um dos motivos deste problema pode ser o fato do pequeno não estar sentindo realmente necessidade de falar, e por isso é preciso que os pais os estimulem a isso. Um exemplo disso seria quando o filho tenta pedir algo apenas apontando para o objeto, neste caso, mesmo que você entenda o que ele quer, diga que não entendeu para que ele tente expressar o que deseja.

Tente aproveitar ao máximo os momentos de interação de vocês para treinar a fala

É necessário que os pais deem mais atenção a esta questão em seus momentos de interação, como na hora de tomar banho, se vestir ou comer. Por exemplo, se estiverem almoçando juntos, fale o nome de cada alimento, explique o que está vendo e sentindo. Além disso, lembre-se de sempre conversar com a criança na altura dela e de frente a ela e também de demonstrar que está feliz com qualquer tentativa dela de se comunicar, assim ela se sentirá mais à vontade e motivada a continuar tentando.

Chame atenção da criança em relação aos barulhos do dia a dia como o da chave na porta, do avião, ou dos carros. Aproveite para incentivá-la a imitar alguns desses sons como o do carro (brumm), o do cachorro (au au), e outros, destacando sempre o objeto ou ser referente ao som.

Cante junto com ela (de preferência canções infantis) e conte histórias a ela. Quando for contar uma história, você pode repetir alguma história específica várias vezes, mas usando a criatividade para contá-la de forma lúdica e divertida, fazendo várias entonações diferentes ou até mesmo utilizando alguns objetos, para que a criança realmente se interesse e crie expectativas diante da narrativa.

Não deixe de corrigi-lo

Na hora de corrigir as falas do seu pequeno, tente devolver o que ele disse, porém da forma correta, e adicionando mais palavras formando uma frase.
Assim, quando ele pedir pela sua “dedera” você responde “Mamadeira? você quer sua mamadeira?” para que ele possa aprender ainda mais.

Esse momento de desenvolvimento da fala é muito importante para que seu filho cresça sabendo se expressar bem e de forma clara, por isso esperamos ter ajudado vocês com nossas dicas!

Antes de começarmos a falar sobre este assunto, é preciso destacar que crescer é um dos principais fatores que indicam saúde e desenvolvimento no pequeno. Mas não se engane! O fato de seu filho ser baixinho não significa necessariamente que há algo de errado com sua saúde, até porque o que mais influenciará seu crescimento é a genética, sendo responsável por 80% de sua estatura final, de acordo com a SBP (Sociedade brasileira de pediatria).

Outros fatores envolvidos no processo de crescimento da criança são alimentação, higiene, habitação, saneamento básico, e doenças. Assim, ainda existem diversos outros fatores que influenciam no crescimento infantil e muitos deles podem ser controlados pela família da criança, como:

Atividade física

Estudos revelam que a prática de atividades físicas pelas crianças deve ser realizada de forma moderada, e não em excesso, visto que este excesso suga muita energia do organismo, o que prejudica o desenvolvimento. Mas ainda assim, 1 hora de atividade física por dia é imprescindível na rotina de seu filho. De acordo com o professor de educação física Rafael Braga, mestre em Ciências do Movimento Humano e coordenador do curso de licenciatura em educação física da PUC-PR, as atividades físicas estimulam o desenvolvimento de células que formam o tecido ósseo e muscular, aumentando de tamanho e fortalecendo a musculatura.

Alimentação balanceada

A nutricionista Clarissa Fujiwara aponta que uma alimentação carente de nutrientes essenciais, a atividade metabólica do organismo diminui, o que a faz poupar energia e consequentemente, desacelerar o crescimento. Por isso uma dieta rica em nutrientes, repleta de verduras, legumes, frutas, grãos, proteínas e laticínios, faz-se necessária na vida de seu pequeno e do resto da família, afinal, a família precisa dar o exemplo ao filho.

Tempo de sono adequado

Devido ao fato do hormônio do crescimento (GH) ser produzido e liberado no organismo durante o sono, certificar-se em relação a qualidade e durabilidade do sono de seu filho torna-se de extrema importância.

Tratamento oral (suplementos alimentares, hormônio do crescimento)

O hormônio do crescimento (GH) está presente naturalmente no organismo, porém uma dose extra dele é indicada por muitos endócrinos a crianças que têm deficiência de tal hormônio. Este tratamento só pode ser feito mediante receita médica e caracteriza-se por aplicações diárias do hormônio por meio de injeções que podem ser feitas no braço, coxa, bumbum e abdômen. Além disso, o tratamento pode durar até a idade em que as crianças atingem sua maturidade óssea, que no caso dos meninos é 16 anos, e nas meninas, 14.

Dessa forma, existem vários hábitos que podem ser adotados na rotina das crianças que irão ajudá-las a se desenvolver e crescer atingindo seu potencial de altura.

Em tempos de pandemia e isolamento social, os pais têm buscado formas para entreter e divertir as crianças sem precisar sair de casa.

Muitos recorrem à filmes e desenhos animados, outros a jogos eletrônicos… todos buscando opções viáveis para trazer entretenimento e diversão para as crianças.

Com o aumento dessas buscas, surgiu uma nova opção: Podcast para Crianças.

Mas afinal, o que é um podcast?!

O conceito de podcast é quase o mesmo de um programa de Rádio, mas com algumas diferenças. Como por exemplo, ele pode ser gravado e reproduzido quando e onde quiser. Há alguns podcasts que inovam ainda mais e além do áudio, também transmitem a imagem dos entrevistadores e entrevistados.

Atualmente há mais podcasts direcionados para o público jovem e adulto, entretanto a criançada já está tomando seu espaço nesse mundo e podcasts com conteúdos infantis têm se tornado uma ótima opção para as crianças terem entretenimento e diversão durante esse período de pandemia e isolamento.

Gostou dessa opção e quer experimentá-la com seu filho?! Então aqui vai uma indicação de podcast infantil.

“Deixa que Eu Conto” é um podcast educativo que foi elaborado pela UNICEF e, atualmente, vem sendo apresentado por Carol Levy e Kiara Terra.

O podcast conta com diversos conteúdos educativos, com linguagem infantil para prender a atenção das crianças do começo ao fim. Você consegue acessar o podcast através do YouTube, vale muito a pena!

Ei, chegamos ao fim… Gostou? Então vá correndo contar para o seu filho essa novidade.

Todo mundo já mentiu um dia, seja por educação, por opinião, talvez por constrangimento, mas em algum momento na vida já mentiu.

Assim como os adultos, as crianças também mentem, por isso separamos algumas dicas de como lidar com as mentiras do seu filho.

-Quando a criança fala “Não fui eu” sempre pergunte “você viu quem foi?”;
-Estimule sempre a sinceridade;
-Construa confiança;
-Pergunte o que ele estava sentindo no ato da mentira;
-Desenvolva relações saudáveis com a criança;
-Não seja omisso ou autoritário;
-Converse sempre com a criança;
-Mantenha a calma, pois as vezes a criança pode sentir nervosismo e ter dificuldades para assumir o erro;
-Explique as consequências de não falar a verdade;
-Não dê punições;
-Não chame a criança de mentirosa. Apenas corrija o erro e explique o porquê de não fazer isso mais;

Seja você um exemplo para a criança, é importante sempre elogiar a criança quando disser a verdade, agradecer sempre a informação e nunca a punir por isso.

Assim ela irá perceber o benefício de falar sempre a verdade.

Além disso, evite colocar medo na criança, se ela tiver medo terá dificuldade em ser honesta, pois não irá sentir a presença do ambiente seguro para agir de forma diferente.

Muita vezes a criança só quer chamar a atenção dos pais, então seja mais presente na vida do seu filho, elogie quando ele aprender algo novo ou quando fizer coisas simples no seu dia-a-dia.

Por fim, se esse comportamento estiver relacionado aos comportamentos agressivos, busque ajuda de um profissional.

É muito importante que os pais aprendam a lidar com as mentiras dos seus pequenos da melhor forma, para que eles possam crescer e entender o valor da honestidade.

A adaptação escolar é algo que preocupa todos os pais. Os receios envolvendo a relação do filho com outras crianças, o aprendizado e o desenvolvimento do puerinho costumam deixar os pais bastante ansiosos nesse momento.

Para piorar a situação, muitas vezes, as crianças começam a chorar para ir à escola e demonstrar que não estão satisfeitas com essa mudança de rotina.

Apesar de parecer algo importante tanto para os pais quanto para a criança, esse incidente é bastante comum e faz parte do desenvolvimento de quase todos os puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo te explicando o que causa esse choro e o que os pais podem fazer para contornar essa situação!

Que tal conferir?

Causas

Primeiramente, como citamos, é importante lembrar que o choro para ir à escola é um incidente bastante comum, especialmente com crianças entre dois e três anos de idade.

Isso acontece porque, nessa fase, o pequeno já entende que ir à escola significa passar tempo longe do conforto de casa e da companhia acolhedora dos pais.

Isso faz com que ele busque maneiras de demonstrar essa insatisfação e protestar contra essa mudança de rotina.

Além disso, a percepção de que agora existem regras e horários definidos para a realização de cada atividade também é responsável por fazer com que o pequeno se sinta desconfortável.

E o que fazer para cessar essa situação?

Primeiramente é importante ressaltar que os pais nunca devem demonstrar que estão compartilhando do sofrimento da criança.

Isso faria com que os pequenos entendessem que suas atitudes estão surtindo efeitos e, portanto, manteriam o comportamento inadequado.

Tendo isso em mente, busque manter a calma na frente do puerinho (mesmo que o choro dele esteja mexendo com você) e demonstrar que a nova rotina é normal e não é motivo de choro ou tristeza.

Isso fará com que você passe segurança para a criança e, com isso, confirme que não há razão para tanto sofrimento.

Conversar com a escola também é importante para que haja uma troca construtiva entre pais e instituição sobre o desenvolvimento das crianças.

Muitas vezes, o choro de colegas de turma acaba fazendo com que várias crianças sintam a vontade de chorar junto. Nessas horas é essencial ter uma comunicação ativa com a escola para que sejam feitas conversas sobre o tema em sala de aula.

Conversar com outros pais também ajuda a conservar a tranquilidade e calma durante esse momento difícil dos puerinhos.

Ao entender que o seu filho não é o único que está passando por isso e que essa é uma fase normal do desenvolvimento da maioria das crianças, fica mais fácil manter a calma e a tranquilidade e, consequentemente, transmitir essa calma para o seu pequeno.

Por último, mas não menos importante, converse com o seu filho e tente fazê-lo entender as mudanças que estão acontecendo.

O diálogo é uma habilidade essencial que deve ser desenvolvida desde cedo para que as crianças consigam compreender e resolver situações adversas ao longo da vida.

Não há motivos, então, para não botar isso em prática nessa situação.

Mas lembre-se: evite conversar várias vezes sobre esse mesmo tema.

O ideal é que, após uma ou duas conversas, a criança já entenda a mensagem e aceite que tem que lidar com as mudanças que estão acontecendo.

Temos certeza que essas dicas vão ajudar você e o seu filho a passarem por essa etapa complicada que é a adaptação escolar!

E aí, curtiu?

A leitura traz diversos benefícios, isso não é novidade nenhuma. Ela é um dos principais investimentos que devemos fazer na infância. Mas, para que a leitura se torne um hábito, é preciso que os pais incentivem seus filhos, estimulando-os pela prática. Muitos filhos não gostam de ler, e esse é um bom motivo para que você insista e descubra o porquê de tamanho desinteresse.

Quando despertamos interesse por algo, queremos dizer que aquilo é, de fato, importante útil ou vantajoso. E é por meio da experimentação que descobrimos se algo é relevante para nós. Dessa forma, acontece na infância. As crianças precisam conhecer os prazeres da leitura para que se tornem fascinantes leitores.

Alguns fatores contribuem para o desinteresse dos filhos pela leitura. É nesse momento que a presença dos pais para o incentivo pelo hábito é fundamental. Logo, a maneira como apresentamos um livro ao nosso filho será essencial no primeiro contato com as histórias. A autonomia do pequeno pelo apreço aos livros não será o melhor método para esse desenvolvimento.

Portanto, esteja sempre presente na vida do seu filho. É necessário que eles sejam convidados a experimentar, diariamente, a mágica que os livros tem a oferecer. Os benefícios da leitura serão fundamentais para o desenvolvimento do seu pequeno, visto que a leitura não implicará na exclusão das demais atividades das crianças.

A Pueri Dei reforça a importância da leitura, e o incentivo dos pais para o hábito constante.

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Fonte: leiturinha

Imagem: Freepik

Sejamos sinceros, quem nunca brigou com seu irmão? Tudo é motivo de desavença: aquele último pedaço de bolo, posse do controle da tv, empréstimo de brinquedos. Enfim, o convívio entre irmãos é um caso de amor e ódio, e as brigas, em muitas ocasiões, se tornam inevitáveis.

Manter a calma e a paciência com os filhos nem sempre é uma tarefa fácil para os pais. Porém, é um fator fundamental no combate às brigas entre irmãos. Gritos e ameaças não são formas de evitar esses conflitos. Dessa forma, a melhor opção é respirar fundo, e tentar resolver tudo de forma harmônica.

Para lidar com essas brigas entre irmãos, algumas dicas são recomendadas para que os ânimos sejam acalmados em casa. Vejamos a seguir:

Intervenção

Saiba o momento certo de intervir a confusão. Permita, primeiramente, que os pequenos se entendam. Caso não haja um consenso entre ambos, busque de forma passiva apaziguar a situação. Dessa forma, você estimula o amadurecimento, além do para lidar com os problemas.

Bronca maneirada

Muitas vezes, é difícil para os pais controlarem o tom de voz quando o nervosismo vem à tona. Entretanto, castigar, gritar ou tomar qualquer outra ação precipitada, podem acarretar em consequências negativas. Além de mau exemplo para os pequenos, essas atitudes podem impactar na auto estima das crianças.

Seja justo

Procure entender os dois lados da história. Em muitos casos, o irmão mais novo sempre sai bem na situação, pelo fato dos pais privilegiarem os menores, mesmo sem que percebam. Portanto, ouça os dois lados com a mesma atenção, e busque ao máximo ser justo na resolução do problema.

Converse!

Assim como na vida adulta, o melhor caminho para se resolver um conflito é por meio do diálogo. Insista quantas vezes forem necessárias, quando a primeira conversa não for efetiva. Dessa forma, as crianças entenderão que a violência e a intolerância não serão a melhor resposta para resolverem seus impasses.

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Fonte: leiturinha

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Momento para os adultos relaxarem após um longo dia de trabalho, o banho tem sido um vilão para as crianças. Provavelmente, você já passou por essa situação e encarou uma guerra para dar banho em seu filho. Tudo isso acontece em meio à choro, birra, gritos e reclamações. Dessa forma, o momento para deixar seu pequeno limpo nem sempre é algo muito agradável para pais e filhos.

Esse vilão chamado banho, pode se dar pelo fato de medo ou incômodo, quando acontece com crianças pequenas. À medida em que eles vão crescendo, esse fato de não querer, pode ser relacionado ao questionamento das regras. Existe, também, a possibilidade de ser um tempo perdido, quando poderia estar brincando ou fazendo algo de acordo com o seu gosto.

Primeiramente, é recomendável que você identifique os motivos para que seu filhe rejeite o banho. Assim, irá lhe trazer mais facilidade para resolução do problema. Se o seu filho já fala, busque métodos de diálogo para encontrar a razão para ele não preferir tomar banho. Caso ele não fale, esteja atento às possíveis reações quando o assunto banho é colocado em pauta.

Algumas dicas irão possibilitar um momento mais prazeroso para ambos no momento do banho. A organização do local é importante para que o pequeno se sinta à vontade; lave o cabelo no início do banho; não se apegue aos horários, tente ser flexível; evite chantagens; não pegue-os de surpresa; conforme crescimento, dê a ele mais autonomia. Dessa forma, você irá melhorar o convívio, e transformar a hora do banho em um momento de pura diversão.

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Fonte: leiturinha

Imagem: canva