É muito importante ensinar o valor da amizade para os filhos desde pequenos. Para isso, é necessário que os pais ajudem os pequenos a criar seus primeiros laços com os amiguinhos, auxiliando no desenvolvimento social deles.
Separamos algumas dicas de como ajudar seu filho a fazer amigos!

-Entenda a personalidade do seu filho
Caso seu filho seja mais introvertido, forçar uma interação dele com outras crianças pode ser muito complicado para ele. Deixe ele se entrosar aos poucos, respeitando sempre o tempo dele.
Se ele prefere brincar, apenas com uma criança por vez, é porque provavelmente, isso venha da própria personalidade dele, e não significa que ele não desenvolverá a socialização ou que ele irá crescer sem muitos amigos.

-Crie oportunidades para que ele possa socializar
Filhos únicos, com famílias pequenas ou crianças que vivem em apartamentos, muitas vezes tendem a ter menos contato com outras crianças. Assim, o contato delas fica restrito aos amigos da creche ou escola. Por isso é necessário que os pais ofereçam a seus pequenos, encontros com os coleguinhas da creche para fortalecer seus laços. Um exemplo disso seria ir ao cinema ou realizar uma festa do pijama.
Outra ideia é matricular seu filho em atividades como escolinhas de música ou em algum esporte. Além disso, busque frequentar espaços que costumam estar sempre cheios de crianças como parques, praças públicas, ou até mesmo o playground do shopping.

-Fale com os professores
O professor passa bastante tempo com seus alunos, por isso ele entende os traços da personalidade de cada um, e observa também as formas com que alguns alunos se relacionam entre si. Aproveite para conversar com ele sobre o convívio social do seu filho, pergunte sobre seu comportamento e analise se há alguma questão que você ou o professor podem intervir para auxiliá-lo a lidar da melhor forma.

-Conte histórias com temática de amizade
No momento de contar histórias, aproveite sua atenção para ensiná-lo a apreciar a amizade. Procure contar histórias entre amigos que envolvam confiança, lealdade e alegria. O importante é reforçar o impacto da amizade em diferentes circunstâncias da vida, para que a criança possa se identificar e se inspirar.

-Seja o suporte emocional do seu filho
É preciso que seu filho confie em você, pois caso ele não se sinta seguro de compartilhar seus sentimentos e pensamentos com você, há a chance de posteriormente, ele não conseguir se abrir com os outros também.

-Seja um exemplo para ele
Demonstre sempre estar conectado a seus próprios amigos e mantenha contato com eles, para que seu filho entenda na prática a importância de ter essas pessoas ao seu lado.

Lembre-se de respeitar o tempo de seu pequeno e buscar incentivá-lo para que ele mesmo sinta vontade de relacionar-se e estreitar laços com outras crianças.

Espero que nossas dicas sejam efetivas! Nós da Pueri Dei estamos dispostos a ajudar nossos puerinhos a fazer amigos e fortalecer relações.

A escrita espelhada trata-se de uma escrita invertida (da direita para esquerda), que é muito comum durante o processo de aprendizado da escrita e alfabetização. Assim que a criança começa a escrever as primeiras palavras essa troca irá aparecer algumas vezes, mas caso ela cresça e mantenha esta característica, é preciso se atentar a esta questão. Por isso, vamos explicar um pouco sobre as causas deste tipo de escrita e o que se pode fazer para mudar este quadro.

A primeira possível causa da escrita espelhada é o problema de algumas crianças, principalmente as canhotas, com a lateralidade. De acordo com especialistas, isso ocorre pois há uma preponderância de um hemisfério do cérebro, sendo o hemisfério direito no caso das pessoas canhotas. Sendo assim, é normal que crianças canhotas desenvolvam essa maneira de escrever, já que é algo natural delas, pois estão agindo de acordo com sua forma de ver o mundo e executar as ações.

O outro fator que gera essa característica, é um problema em relação a percepção. Entre os 4 aos 7 anos acontece o processo de desenvolvimento da percepção e das habilidades motoras. Dessa forma, as crianças nesta fase têm maior dificuldade em reconhecer todas as formas das letras ou passá-las para o papel.

Por fim, é preciso destacar que a escrita espelhada está associada à dislexia, mas ela não é um sintoma exclusivo desse transtorno. Assim, pode ser que seja apenas uma dificuldade momentânea, já que a criança está em processo de construção da escrita. Mas de qualquer forma, esteja atenta a outros sinais que possam surgir e estejam relacionados a tal transtorno.
Diante desta situação, existem várias atividades que podem ser feitas para ajudar os pequenos neste processo, e separamos algumas delas para vocês se inspirarem:

-O primeiro passo é identificar quais letras a criança tem mais dificuldade de lembrar ou de passar para o papel.

-Utilize um giz para desenhar uma letra no chão e peça para que a criança caminhe sobre a letra, seguindo a ordem dos traços.

-Passe o dedo nas costas do pequeno formando alguma letra e peça para que ele adivinhe qual é.

-Desenhe letras grandes e ocas para que a criança possa pintar por dentro dos espaços ocos, e entenda melhor sobre as formas corretas.

-Lembre-se de depois, deixar ela tentando escrever as letras sem apoio visual ou de outra pessoa.

Visando sempre o melhor desenvolvimento dos pequenos, nós da Pueri Dei praticamos diversas atividades que são essenciais para tal aprendizado. Incentivando as crianças a treinarem a lateralidade (direita e esquerda), entenderem os conceitos de noção espacial, simetria, e outros aspectos necessários para o aprendizado pleno da escrita.

Muitos pais percebem em seus filhos uma dificuldade maior na comunicação, e preocupam-se com o fato do pequeno não falar tanto. Para mudar este quadro, a mudança deve ocorrer principalmente nos hábitos da família.

Faça com que ele sinta necessidade de se expressar.

Um dos motivos deste problema pode ser o fato do pequeno não estar sentindo realmente necessidade de falar, e por isso é preciso que os pais os estimulem a isso. Um exemplo disso seria quando o filho tenta pedir algo apenas apontando para o objeto, neste caso, mesmo que você entenda o que ele quer, diga que não entendeu para que ele tente expressar o que deseja.

Tente aproveitar ao máximo os momentos de interação de vocês para treinar a fala

É necessário que os pais deem mais atenção a esta questão em seus momentos de interação, como na hora de tomar banho, se vestir ou comer. Por exemplo, se estiverem almoçando juntos, fale o nome de cada alimento, explique o que está vendo e sentindo. Além disso, lembre-se de sempre conversar com a criança na altura dela e de frente a ela e também de demonstrar que está feliz com qualquer tentativa dela de se comunicar, assim ela se sentirá mais à vontade e motivada a continuar tentando.

Chame atenção da criança em relação aos barulhos do dia a dia como o da chave na porta, do avião, ou dos carros. Aproveite para incentivá-la a imitar alguns desses sons como o do carro (brumm), o do cachorro (au au), e outros, destacando sempre o objeto ou ser referente ao som.

Cante junto com ela (de preferência canções infantis) e conte histórias a ela. Quando for contar uma história, você pode repetir alguma história específica várias vezes, mas usando a criatividade para contá-la de forma lúdica e divertida, fazendo várias entonações diferentes ou até mesmo utilizando alguns objetos, para que a criança realmente se interesse e crie expectativas diante da narrativa.

Não deixe de corrigi-lo

Na hora de corrigir as falas do seu pequeno, tente devolver o que ele disse, porém da forma correta, e adicionando mais palavras formando uma frase.
Assim, quando ele pedir pela sua “dedera” você responde “Mamadeira? você quer sua mamadeira?” para que ele possa aprender ainda mais.

Esse momento de desenvolvimento da fala é muito importante para que seu filho cresça sabendo se expressar bem e de forma clara, por isso esperamos ter ajudado vocês com nossas dicas!

Nós da Pueri Dei ensinamos inglês a nossas crianças desde cedo por conta dos diversos benefícios que tal prática traz. Adotamos a vivência bilíngue em nossas atividades curriculares pois aprender tal idioma tem se tornado cada vez mais importante hoje em dia, e quanto mais cedo inicia-se este aprendizado, melhor.

Inglês é a língua mais falada no mundo, e por isso ela se faz tão necessária na carreira profissional e acadêmica, já que no trabalho, para efetuar ligações e negócios internacionais o domínio da língua é de extrema importância e na vida acadêmica, ao saber inglês, você tem a possibilidade de tentar entrar nas melhores universidades do mundo como Harvard, Yale, Oxford dentre outras. Por fim, entender tal língua te conecta com a cultura popular, visto que você entende diversas músicas famosas, e tem acesso ao trabalho original de vários autores e diretores que lhe interessam.

Agora que demonstramos a importância de aprender a língua inglesa, falta esclarecer os motivos pelos quais optamos por ensiná-la tão cedo. Estudos revelam que aprender algum idioma na infância estimula as funções cognitivas, desenvolvendo melhor o raciocínio e a concentração, e ajudando também na autoestima e socialização. Além disso, a habilidade de aprender uma nova língua é maior entre 2 a 5 anos de idade, então é necessário aproveitar este período de facilidade para que no futuro ele tenha um melhor desempenho e uma boa pronúncia. Porém é importante que a criança envolva-se neste processo de aprendizado de forma natural e lúdica, para que ela tenha uma boa relação com a língua e queira aprender cada vez mais.

Diante desses fatos podemos perceber o quanto esta vivência mudará a vida do seu pequeno e abrirá portas para várias oportunidades futuras. Desejamos que seu filho seja independente e possa seguir seus sonhos e por isso tentamos dar todo o suporte que ele precisa.

Antes de começarmos a falar sobre este assunto, é preciso destacar que crescer é um dos principais fatores que indicam saúde e desenvolvimento no pequeno. Mas não se engane! O fato de seu filho ser baixinho não significa necessariamente que há algo de errado com sua saúde, até porque o que mais influenciará seu crescimento é a genética, sendo responsável por 80% de sua estatura final, de acordo com a SBP (Sociedade brasileira de pediatria).

Outros fatores envolvidos no processo de crescimento da criança são alimentação, higiene, habitação, saneamento básico, e doenças. Assim, ainda existem diversos outros fatores que influenciam no crescimento infantil e muitos deles podem ser controlados pela família da criança, como:

Atividade física

Estudos revelam que a prática de atividades físicas pelas crianças deve ser realizada de forma moderada, e não em excesso, visto que este excesso suga muita energia do organismo, o que prejudica o desenvolvimento. Mas ainda assim, 1 hora de atividade física por dia é imprescindível na rotina de seu filho. De acordo com o professor de educação física Rafael Braga, mestre em Ciências do Movimento Humano e coordenador do curso de licenciatura em educação física da PUC-PR, as atividades físicas estimulam o desenvolvimento de células que formam o tecido ósseo e muscular, aumentando de tamanho e fortalecendo a musculatura.

Alimentação balanceada

A nutricionista Clarissa Fujiwara aponta que uma alimentação carente de nutrientes essenciais, a atividade metabólica do organismo diminui, o que a faz poupar energia e consequentemente, desacelerar o crescimento. Por isso uma dieta rica em nutrientes, repleta de verduras, legumes, frutas, grãos, proteínas e laticínios, faz-se necessária na vida de seu pequeno e do resto da família, afinal, a família precisa dar o exemplo ao filho.

Tempo de sono adequado

Devido ao fato do hormônio do crescimento (GH) ser produzido e liberado no organismo durante o sono, certificar-se em relação a qualidade e durabilidade do sono de seu filho torna-se de extrema importância.

Tratamento oral (suplementos alimentares, hormônio do crescimento)

O hormônio do crescimento (GH) está presente naturalmente no organismo, porém uma dose extra dele é indicada por muitos endócrinos a crianças que têm deficiência de tal hormônio. Este tratamento só pode ser feito mediante receita médica e caracteriza-se por aplicações diárias do hormônio por meio de injeções que podem ser feitas no braço, coxa, bumbum e abdômen. Além disso, o tratamento pode durar até a idade em que as crianças atingem sua maturidade óssea, que no caso dos meninos é 16 anos, e nas meninas, 14.

Dessa forma, existem vários hábitos que podem ser adotados na rotina das crianças que irão ajudá-las a se desenvolver e crescer atingindo seu potencial de altura.

Em tempos de pandemia e isolamento social, os pais têm buscado formas para entreter e divertir as crianças sem precisar sair de casa.

Muitos recorrem à filmes e desenhos animados, outros a jogos eletrônicos… todos buscando opções viáveis para trazer entretenimento e diversão para as crianças.

Com o aumento dessas buscas, surgiu uma nova opção: Podcast para Crianças.

Mas afinal, o que é um podcast?!

O conceito de podcast é quase o mesmo de um programa de Rádio, mas com algumas diferenças. Como por exemplo, ele pode ser gravado e reproduzido quando e onde quiser. Há alguns podcasts que inovam ainda mais e além do áudio, também transmitem a imagem dos entrevistadores e entrevistados.

Atualmente há mais podcasts direcionados para o público jovem e adulto, entretanto a criançada já está tomando seu espaço nesse mundo e podcasts com conteúdos infantis têm se tornado uma ótima opção para as crianças terem entretenimento e diversão durante esse período de pandemia e isolamento.

Gostou dessa opção e quer experimentá-la com seu filho?! Então aqui vai uma indicação de podcast infantil.

“Deixa que Eu Conto” é um podcast educativo que foi elaborado pela UNICEF e, atualmente, vem sendo apresentado por Carol Levy e Kiara Terra.

O podcast conta com diversos conteúdos educativos, com linguagem infantil para prender a atenção das crianças do começo ao fim. Você consegue acessar o podcast através do YouTube, vale muito a pena!

Ei, chegamos ao fim… Gostou? Então vá correndo contar para o seu filho essa novidade.

Todo mundo já mentiu um dia, seja por educação, por opinião, talvez por constrangimento, mas em algum momento na vida já mentiu.

Assim como os adultos, as crianças também mentem, por isso separamos algumas dicas de como lidar com as mentiras do seu filho.

-Quando a criança fala “Não fui eu” sempre pergunte “você viu quem foi?”;
-Estimule sempre a sinceridade;
-Construa confiança;
-Pergunte o que ele estava sentindo no ato da mentira;
-Desenvolva relações saudáveis com a criança;
-Não seja omisso ou autoritário;
-Converse sempre com a criança;
-Mantenha a calma, pois as vezes a criança pode sentir nervosismo e ter dificuldades para assumir o erro;
-Explique as consequências de não falar a verdade;
-Não dê punições;
-Não chame a criança de mentirosa. Apenas corrija o erro e explique o porquê de não fazer isso mais;

Seja você um exemplo para a criança, é importante sempre elogiar a criança quando disser a verdade, agradecer sempre a informação e nunca a punir por isso.

Assim ela irá perceber o benefício de falar sempre a verdade.

Além disso, evite colocar medo na criança, se ela tiver medo terá dificuldade em ser honesta, pois não irá sentir a presença do ambiente seguro para agir de forma diferente.

Muita vezes a criança só quer chamar a atenção dos pais, então seja mais presente na vida do seu filho, elogie quando ele aprender algo novo ou quando fizer coisas simples no seu dia-a-dia.

Por fim, se esse comportamento estiver relacionado aos comportamentos agressivos, busque ajuda de um profissional.

É muito importante que os pais aprendam a lidar com as mentiras dos seus pequenos da melhor forma, para que eles possam crescer e entender o valor da honestidade.

A adaptação escolar é algo que preocupa todos os pais. Os receios envolvendo a relação do filho com outras crianças, o aprendizado e o desenvolvimento do puerinho costumam deixar os pais bastante ansiosos nesse momento.

Para piorar a situação, muitas vezes, as crianças começam a chorar para ir à escola e demonstrar que não estão satisfeitas com essa mudança de rotina.

Apesar de parecer algo importante tanto para os pais quanto para a criança, esse incidente é bastante comum e faz parte do desenvolvimento de quase todos os puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo te explicando o que causa esse choro e o que os pais podem fazer para contornar essa situação!

Que tal conferir?

Causas

Primeiramente, como citamos, é importante lembrar que o choro para ir à escola é um incidente bastante comum, especialmente com crianças entre dois e três anos de idade.

Isso acontece porque, nessa fase, o pequeno já entende que ir à escola significa passar tempo longe do conforto de casa e da companhia acolhedora dos pais.

Isso faz com que ele busque maneiras de demonstrar essa insatisfação e protestar contra essa mudança de rotina.

Além disso, a percepção de que agora existem regras e horários definidos para a realização de cada atividade também é responsável por fazer com que o pequeno se sinta desconfortável.

E o que fazer para cessar essa situação?

Primeiramente é importante ressaltar que os pais nunca devem demonstrar que estão compartilhando do sofrimento da criança.

Isso faria com que os pequenos entendessem que suas atitudes estão surtindo efeitos e, portanto, manteriam o comportamento inadequado.

Tendo isso em mente, busque manter a calma na frente do puerinho (mesmo que o choro dele esteja mexendo com você) e demonstrar que a nova rotina é normal e não é motivo de choro ou tristeza.

Isso fará com que você passe segurança para a criança e, com isso, confirme que não há razão para tanto sofrimento.

Conversar com a escola também é importante para que haja uma troca construtiva entre pais e instituição sobre o desenvolvimento das crianças.

Muitas vezes, o choro de colegas de turma acaba fazendo com que várias crianças sintam a vontade de chorar junto. Nessas horas é essencial ter uma comunicação ativa com a escola para que sejam feitas conversas sobre o tema em sala de aula.

Conversar com outros pais também ajuda a conservar a tranquilidade e calma durante esse momento difícil dos puerinhos.

Ao entender que o seu filho não é o único que está passando por isso e que essa é uma fase normal do desenvolvimento da maioria das crianças, fica mais fácil manter a calma e a tranquilidade e, consequentemente, transmitir essa calma para o seu pequeno.

Por último, mas não menos importante, converse com o seu filho e tente fazê-lo entender as mudanças que estão acontecendo.

O diálogo é uma habilidade essencial que deve ser desenvolvida desde cedo para que as crianças consigam compreender e resolver situações adversas ao longo da vida.

Não há motivos, então, para não botar isso em prática nessa situação.

Mas lembre-se: evite conversar várias vezes sobre esse mesmo tema.

O ideal é que, após uma ou duas conversas, a criança já entenda a mensagem e aceite que tem que lidar com as mudanças que estão acontecendo.

Temos certeza que essas dicas vão ajudar você e o seu filho a passarem por essa etapa complicada que é a adaptação escolar!

E aí, curtiu?

O rendimento escolar das crianças é algo que preocupa desde muito cedo. Muitas vezes, por causa disso, os pais acabam exigindo demais dos pequenos e fazendo com que eles desenvolvam uma certa aversão aos estudos.

Isso, no entanto, é justamente o contrário do que precisa acontecer.

Para que uma criança obtenha resultados acadêmicos positivos é necessário que ela goste e tenha um certo nível de apreço pelos estudos.

Para desenvolver esse gosto e apreço, então, os pais podem colaborar de algumas formas e incentivar os filhos a apreciar os estudos desde cedo.

Pensando nisso, preparamos um artigo explicando algumas dicas que podem ser úteis para fazer com que o seu puerinho desenvolva, desde cedo, uma relação positiva com o estudo e o aprendizado.

Que tal conferir?

Promova o lúdico

É claro que crianças pequenas não vão mergulhar de cabeça em leituras extensas e complexas para estudar e aprender. Nessa fase, o ideal é que os pais encontrem maneiras lúdicas e divertidas de incentivar o aprendizado, como brincadeiras, jogos e gincanas.

A adedonha, por exemplo, é uma brincadeira legal onde os pais podem incentivar as crianças a aprender nomes de animais, objetos e cores de maneira divertida. No final de brincadeiras como essa fale coisas como “viu como é legal aprender, filho?!” para que a criança relacione a diversão ao aprendizado.

Isso fará com que, no futuro, o puerinho não pense que estudar é algo chato e monótono.

Incentive a curiosidade

A curiosidade é o maior pilar de qualquer aprendizado já que, para buscarmos uma resposta, precisamos ter alguma dúvida.

Sabendo disso fica fácil entender o porque da curiosidade ser tão importante nas primeiras fases da vida. É através dela que as crianças começam a tentar entender como o mundo funciona e, consequentemente, aprendem diversas coisas.

Muitos pais consideram que essa é uma fase chata da infância por terem que responder perguntas constantemente, quando na verdade deveriam estar incentivando e alimentando essa curiosidade.

Estimule a criação do hábito da leitura

Enxergar a leitura como uma atividade divertida e leve é essencial para que as crianças desenvolvam gosto por esse passatempo tão importante.

Crianças que não gostam de ler costumam ter mais dificuldades na escola com o passar do tempo, já que passam a enxergar a leitura de livros e apostilas como algo chato e desinteressante.

Isso significa que incentivar a leitura desde pequeno é essencial para que o rendimento escolar das crianças seja o melhor possível.

Lembre-se, no entanto, que os puerinhos devem ler livros apropriados para sua faixa etária. Se você está procurando dicas de obras para crianças de até cinco anos de idade, confira esse outro artigo.

Aposte em pequenas recompensas

Presenteie seu filho com pequenos mimos sempre que ele cumprir tarefas de casa e mostrar interesse por aprender coisas novas.

Isso fará com que o cérebro dele passe a associar o aprendizado e o cumprimento de obrigações escolares com coisas positivas.

Isso não significa, é claro, que você precisa presenteá-lo com coisas muito elaboradas. Qualquer recompensa pequena como um doce, um adesivo ou até mesmo um abraço já causa o efeito necessário.

Crie um ambiente propício para o aprendizado

Não dá pra esperar que as crianças aprendam muita coisa se estiverem em um ambiente com diversas distrações. Por ainda serem pequenas, elas não conseguem evitar a dispersão e, por isso, é importante que as condições do ambiente seja favorável ao aprendizado.

Evite, por exemplo, que o cantinho da leitura e realização de tarefas de casa seja próximo de TVs, computadores e outros aparelhos que podem tirar a atenção do puerinho.

Essas são as principais dicas para que o seu filho consiga desenvolver um apreço pelo aprendizado e, com isso, obtenha um bom desempenho escolar.

Lembre-se que o acompanhamento e incentivo dos pais é essencial para que os pequenos possam ter um desenvolvimento estudantil saudável e adequado.

E aí, curtiu?

Cuidar daqueles que amamos é um instinto natural não só para seres humanos mas também para diversas espécies do reino animal.

Quando falamos de filhos, especificamente, a coisa fica ainda mais séria, já que alguns pais fazem de tudo para blindar as crianças de qualquer frustração ou dificuldade natural da vida.

Apesar de a intenção dos pais superprotetores ser boa – afinal, eles só querem proteger seus filhos – é importante saber que a superproteção pode trazer diversos malefícios ao desenvolvimento das crianças.

Pensando nisso preparamos esse artigo para que você entenda os efeitos negativos da superproteção na vida das crianças.

Que tal conferir?

Impacto no desenvolvimento

Alguns pais auxiliam os filhos desnecessariamente em atividades triviais do dia a dia e, com isso, atrapalham o desenvolvimento da independência da criança.

Ao ajudar seu filho a ir ao banheiro sem que ele peça, por exemplo, você inibe a capacidade dele de perceber suas próprias necessidades fisiológicas e aprender a utilizar o banheiro sozinho.

Outras tarefas que muitas vezes são feitas com o auxilio desnecessário dos pais são comer, tomar banho, escovar os dentes, arrumar a cama e se vestir, por exemplo.

Além de interferir no desenvolvimento da independência essa superproteção em atividades simples acaba comprometendo a evolução de algumas capacidades motoras e cognitivas do puerinho.

Lembre-se, é claro, que a ajuda deve ser fornecida caso se mostre necessária, porém não deve ser forçada.

Dependência emocional

Além de diminuir a autoestima das crianças por parecer que não confiamos neles o suficiente para deixá-los realizar as tarefas a superproteção causa uma dependência emocional extremamente prejudicial ao seu filho.

Para evitar esse problema, busque atividades que se ajustem à capacidade de cada criança de acordo com a sua idade e grau de independência.

Isso evita que o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões por conta própria seja prejudicado e acabe gerando dependência emocional ao longo dos anos.

Lembre-se sempre que, ao longo da vida, as crianças vão acabar se deparando com situações adversas e obstáculos e, por isso, precisam estar preparadas para lidar com essas situações de forma eficaz e independente.

Isolamento

O isolamento é outro sintoma da superproteção dos pais.

Ao impedir os filhos de participar de passeios escolares e interagir com colegas a capacidade de criar laços sociais das crianças é bastante prejudicado.

Isso pode gerar, no fim das contas, um isolamento social responsável por causar transtornos mais sérios como o estresse, ansiedade e até mesmo depressão.

É importante entender, então, que o cuidado e a proteção deixam de ser aliados à criação de um filho quando se tornam excessivos.

Saiba a hora de interferir e ajudar porém tenha em mente que o puerinho precisa de espaço e oportunidade para desenvolver suas próprias habilidades e, consequentemente, sua independência.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado a esclarecer os impactos da superproteção no desenvolvimento das crianças.

E aí, curtiu?