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Cuidar daqueles que amamos é um instinto natural não só para seres humanos mas também para diversas espécies do reino animal.

Quando falamos de filhos, especificamente, a coisa fica ainda mais séria, já que alguns pais fazem de tudo para blindar as crianças de qualquer frustração ou dificuldade natural da vida.

Apesar de a intenção dos pais superprotetores ser boa – afinal, eles só querem proteger seus filhos – é importante saber que a superproteção pode trazer diversos malefícios ao desenvolvimento das crianças.

Pensando nisso preparamos esse artigo para que você entenda os efeitos negativos da superproteção na vida das crianças.

Que tal conferir?

Impacto no desenvolvimento

Alguns pais auxiliam os filhos desnecessariamente em atividades triviais do dia a dia e, com isso, atrapalham o desenvolvimento da independência da criança.

Ao ajudar seu filho a ir ao banheiro sem que ele peça, por exemplo, você inibe a capacidade dele de perceber suas próprias necessidades fisiológicas e aprender a utilizar o banheiro sozinho.

Outras tarefas que muitas vezes são feitas com o auxilio desnecessário dos pais são comer, tomar banho, escovar os dentes, arrumar a cama e se vestir, por exemplo.

Além de interferir no desenvolvimento da independência essa superproteção em atividades simples acaba comprometendo a evolução de algumas capacidades motoras e cognitivas do puerinho.

Lembre-se, é claro, que a ajuda deve ser fornecida caso se mostre necessária, porém não deve ser forçada.

Dependência emocional

Além de diminuir a autoestima das crianças por parecer que não confiamos neles o suficiente para deixá-los realizar as tarefas a superproteção causa uma dependência emocional extremamente prejudicial ao seu filho.

Para evitar esse problema, busque atividades que se ajustem à capacidade de cada criança de acordo com a sua idade e grau de independência.

Isso evita que o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões por conta própria seja prejudicado e acabe gerando dependência emocional ao longo dos anos.

Lembre-se sempre que, ao longo da vida, as crianças vão acabar se deparando com situações adversas e obstáculos e, por isso, precisam estar preparadas para lidar com essas situações de forma eficaz e independente.

Isolamento

O isolamento é outro sintoma da superproteção dos pais.

Ao impedir os filhos de participar de passeios escolares e interagir com colegas a capacidade de criar laços sociais das crianças é bastante prejudicado.

Isso pode gerar, no fim das contas, um isolamento social responsável por causar transtornos mais sérios como o estresse, ansiedade e até mesmo depressão.

É importante entender, então, que o cuidado e a proteção deixam de ser aliados à criação de um filho quando se tornam excessivos.

Saiba a hora de interferir e ajudar porém tenha em mente que o puerinho precisa de espaço e oportunidade para desenvolver suas próprias habilidades e, consequentemente, sua independência.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado a esclarecer os impactos da superproteção no desenvolvimento das crianças.

E aí, curtiu?

Apesar de muitos pais entenderem a importância de estimular a independência dos filhos desde cedo, poucos sabem como fazer isso de forma natural. Além disso, alguns pais podem ser superprotetores e prejudicar o desenvolvimento das crianças.

Mesmo parecendo um bicho de sete cabeças, a independência dos filhos pode ser incentivada de maneiras simples no dia a dia que, com o tempo, vão contribuir para que aquela criança não se torne excessivamente dependente dos pais. Fazer com que o seu filho pequeno segure a própria mamadeira, por exemplo, é uma maneira fácil de estimular a independência.

É importante lembrar que o grau de independência de uma criança é determinante no desenvolvimento de habilidades motoras, raciocínio lógico, responsabilidade e organização, segundo psicólogos.

Pensando nisso, separamos uma lista com algumas dicas para ajudar a incentivar a independência do seu filho.

Que tal conferir?

1- Ensine seu filho a se vestir sozinho

Apesar de parecer trivial, o simples ato de se vestir é de grande ajuda no desenvolvimento da coordenação motora, lateralidade, o senso de organização e o raciocínio lógico das crianças.

Colocar roupas exige a organização de uma série de informações no cérebro antes de realizar a ação. Manter as costuras e as etiquetas viradas para dentro, por exemplo, é uma das coisas que a criança precisa se atentar ao vestir as roupas.

2- Incentive-o a organizar objetos

As crianças já conseguem, a partir de um ano e meio de idade, assimilar ordens simples. Tire proveito disso para começar a ensiná-lo conceitos simples de organização, como botar os sapatos no lugar e as roupas no cesto de roupa suja. Você pode auxiliar e orientar, é claro, mas não se esqueça de deixa-lo realizar essas atividades sozinho.

Esse tipo de atividade ajuda no desenvolvimento do pensamento lógico e matemático, já que muitas vezes exige a separação de itens por cor ou tamanho.

3- Hora do banho e de escovar os dentes

Outra ótima maneira de desenvolver a independência do seu filho é ensinando-o a escovar os dentes e tomar banho sozinho. É claro que esse é um processo lento e que demanda certa atenção, mas no final vale a pena. No começo, passe a bucha e o sabonete para o seu filho na hora do banho e oriente-o a como se lavar de forma correta. Depois disso, entregue a escova de dente para ele e ensine-o a escovar os dentes sozinho.

Com o tempo ele vai precisar cada vez menos da sua ajuda e, eventualmente, vai conseguir realizar essas atividades sem auxilio.

4- Ensine-o a fazer escolhas

Uma parte crucial do conceito de independência é a capacidade de fazer escolhas sozinho. Tenha em mente que é importante apresentar diferentes situações e problemas para que o seu filho resolva com o passar do tempo.

Qual legume comer no almoço, por exemplo, é uma boa maneira de começar. Se ele escolher um legume que não gosta, explique a ele que vai ter que comer da mesma maneira, já que foi isso que escolheu. Dessa forma, seu filho começa a entender que cada decisão tomada tem uma consequência.

Além disso, apresente diferentes cenários e dúvidas corriqueiras do dia a dia para que ele raciocine e crie um senso de resolução de problemas. Dessa maneira, ele estará mais preparado para fazer escolhas quando for necessário.

Essas são apenas algumas das diferentes maneiras de incentivar o desenvolvimento da independência das crianças. Tenha em mente que é importante diversificar os métodos com o tempo para que seu filho se familiarize com várias situações e cenários.

E aí, curtiu as dicas?

Não é segredo para ninguém que o convívio com outras crianças é essencial para o processo de socialização dos filhos, além de servir para que eles aprendam a respeitar as diferenças. É por isso que, rotineiramente, pais levam as crianças para visitar familiares, amigos e interagir com diferentes pessoas.

Segundo psicanalistas, ir à casa de amigos, especificamente, é ainda mais importante que o convívio cotidiano na escola, já que introduz a criança a um ambiente ao qual ela não está acostumada. Isso é essencial para que os filhos passem a entender as diferenças, os costumes e a diversidade.

O que muitos pais se perguntam, no entanto, é qual é a idade certa para deixar os filhos dormirem na casa de amigos? Afinal de contas, não dá para acompanhar as crianças para sempre.  A resposta para essa pergunta, no entanto, é mais complicada do que parece.

Diferentemente do que se acredita, não existe um padrão de idade mínima para que os filhos passem a dormir na casa de amigos. É necessário observar, no entanto, uma série de fatores comportamentais de cada criança para determinar se está pronta ou não para dar esse passo.

E quais são esses fatores?

Primeiro, é necessário avaliar o grau de independência da criança. Se seu filho ainda necessita de atenção especial o tempo todo, é provável que ainda não seja a hora certa de deixar que ele durma fora. Uma criança muito dependente corre o risco, ainda, de não se sentir bem fora de sua zona de conforto por muito tempo. Sendo assim, dormir fora nem sequer seria prazeroso para o pequeno. Alguns dos parâmetros para avaliar o nível de independência do seu filho são a habilidade de se comunicar, expressando vontades e necessidades, e ir ao banheiro sozinho.

Outro ponto importante é conhecer o ambiente para qual o filho está indo. Conheça os adultos responsáveis pela casa e garanta que eles são pessoas de confiança para cuidar do seu filho. Além disso, é essencial que a própria criança já esteja familiarizada com o ambiente no qual vai passar a noite. Isso significa que se seu filho nunca foi na casa desse amigo antes, o ideal é que isso aconteça de maneira gradual. Primeiro você o acompanha em uma tarde para que ele possa brincar e conhecer o ambiente. Feito isso, deixe que ele passe uma tarde lá sem a sua companhia. Somente após isso ter acontecido algumas vezes é a hora de cogitar que seu filho passe uma noite lá sozinho.

Se seu filho já é independente, passou por essas etapas e se sente confortável na casa desse outro amigo, é possível que já seja a hora de deixa-lo dormir lá.

Não se esqueça, é claro, de informar à família que vai recebê-lo sobre qualquer intolerância ou alergia a alimentos, remédios ou animais. Além disso, converse com seu filho sobre o que está prestes a acontecer e instrua-o a respeitar os hábitos e costumes da outra família.

Feito isso, seu filho pode aproveitar um dia de brincadeiras e dormir na casa de um amigo sem problema nenhum!

O processo de educação das crianças é motivo de preocupação para todos os pais. Escolher uma boa escola e proporcionar condições adequadas ao estudo e aprendizado, por exemplo, são coisas importantíssimas para que a criança se desenvolva de maneira sadia e adequada.

Você sabia, no entanto, que a música pode ser uma grande aliada no processo de educação dos filhos?

Além de auxiliar o crescimento intelectual dos pequenos, a música estimula todos os sentidos da criança e, por isso, contribui para o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, consciência corporal e senso rítmico.

Além disso, a iniciação musical da criança ainda na educação infantil estimula partes do cérebro que são responsáveis pelo desenvolvimento da linguagem corporal, linguística e até mesmo o aprendizado de outros idiomas.

É importante lembrar, no entanto, que a realização de atividades relacionadas à música deve ser algo prazeroso, e não uma obrigação. O ideal, portanto, é buscar maneiras de introduzir a música na vida dos pequenos de maneira lúdica e casual, sem um senso de compromisso. Caso contrário, o efeito pode ser inverso e eles podem começar a encarar a música como algo chato e entediante.

Dito isso, quais são os maiores benefícios da música na educação dos filhos?

– Desenvolvimento dos dois hemisférios do cérebro.

– Interação com diferentes culturas, permitindo um aumento do repertório cultural.

– Ajuda no processo de desenvolvimento da linguagem e comunicação.

– Ativação dos neurônios.

– Desenvolvimento motor e social.

– Fortalecimento dos laços afetivos entre aqueles que escutam música juntos, possibilitando uma melhora no relacionamento com os pais, por exemplo. 

– Desenvolvimento da coordenação rítmica e corporal.

Todos esses dados deixam claro que a música é parte essencial da educação e criação de qualquer criança, auxiliando no seu desenvolvimento mental e físico. Seja na escola, em casa ou em qualquer lugar, ouvir música é extremamente benéfico para as crianças, que só têm a ganhar com desenvolvimento desse hábito.

E você, o que está esperando para introduzir a música no cotidiano do seu filho?

Todas as crianças possuem peculiaridades, gestos que caracterizam sua personalidade. Isso pode ser comum e até mesmo saudável, desde que não atrapalhe a vida dos pequenos que preocupam os pais. Porém, existem alguns gestos repetitivos na infância dos filhos que preocupam os pais. Como lidar com essas manias da infância?

Primeiramente, devemos ter conhecimento da diferença entre tique e mania. Tiques são comportamentos repetitivos, como por exemplo, mexer alguma parte do corpo várias vezes. Já as manias, são comportamentos que a criança tem dificuldade de controlar. Morder os lábios é um exemplo. Dessa forma, os pais precisam estar atentos e entender a origem dessas ações.

Em diversas ocasiões, esses atos não estão ligados a coisas graves, mas sim em causas comportamentais. Quando alguma situação nova acontece, a criança desperta uma emoção ou sentimento, e não é capaz de lidar. Logo, ela encontra na mania a forma para se acalmar.

É importante que os pais estejam sempre atentos ao momento em que esses comportamentos se manifestam. Por isso, nunca interprete de forma isolada os gestos de uma criança. Geralmente, essas manias tendem a diminuir com o passar do tempo quando a criança possui maior domínio de suas ações.

Existem várias formas de ocupar as crianças, de modo que a segurança seja transmitida e ela saiba lidar com as diversas situações. A prática de esportes e terapias são ótimas formas de evitar esses gestos repetitivos da infância. Não é necessário que a criança sofra qualquer trauma ou seja punida por agir como tal, essas ações negativas podem piorar a situação. Portanto, é importante que os pais olhem os comportamentos dos seus filhos e saiba a maneira certa de agir nesses casos.

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Fonte: Escola da Inteligência

Imagem: freepik

É fundamental que a criatividade seja desenvolvida desde a infância. Por isso, durante a trajetória escolar, as crianças são expostas à isso. O intuito dessas atividades é favorecer o aprendizado. Além do mais, fazer com que as crianças internalizem os conteúdos compartilhados em sala de aula.

A criatividade tem um papel essencial na vida dos alunos. Um estudo realizado pela Fundação Botin, na Espanha, revelou que uma educação repleta de criatividade na infância pode aumentar em 17,6% as chances das crianças ingressarem em ensino superior e conseguir um bom emprego. Além disso, a pesquisa ainda apontou que a criatividade aumenta em 15,4% a probabilidade do aluno se engajar e projetos voluntários.

Portanto, confira agora alguns benefícios da criatividade:

  • Facilita a comunicação;
  • Gera soluções e inovações;
  • Ajuda a superação de limites;
  • Estimula qualidades como coragem e ousadia;
  • Favorece o crescimento pessoal e profissional;
  • Contribui para a construção de uma sociedade cada vez melhor.

As crianças, por sua vez, devem estar inseridas em ambientes confortáveis. Isso porque, assim elas se sentirão mais livres para expressar criatividade. Entretanto, todos (educadores e responsáveis) devem estar envolvidos nesse processo. Dessa forma, os pequenos serão verdadeiramente apoiados para criar e não terão medos.

A Pueri Dei estimula a criatividade dos puerinhos diariamente.

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Fontes: marupiara, ibccoaching

No ambiente escolar as crianças recebem ensinamentos que abrangem desde a educação tradicional até a educação socioemocional. A escola é um ambiente privilegiado por isso, já que nela os pequenos tem contato com os conteúdos intelectuais quanto a sabedoria emocional. Ambas serão úteis e os prepararão para a vida adulta. Por isso, no post de hoje vamos falar um pouco sobre a educação socioemocional e sobre como ela funciona. Continue lendo para saber:

Novos perfis de comportamento

Com os avanços das tecnologias de informação, as crianças têm passado mais tempo usando tablets, computadores e celulares. Dessa forma, elas tendem, dia após dia, a se afastar das atividades em grupo. Portanto, isso gera um novo perfil de comportamento. Essa falta de contato com os demais acaba gerando nos pequenos grandes dificuldades para lidar com frustrações, com a necessidade de compartilhar coisas. Além disso, esse afastamento ainda prejudica a construção da empatia nos pequenos.

No que a educação socioemocional é útil?

Ela é fundamental durante o crescimento das crianças, pois busca desenvolver habilidades capazes de ajudá-las a lidar melhor com situações de conflito. Assim, ela reduz a vulnerabilidade dos alunos. Para isso, o diálogo é constantemente incentivado. Isso porque, desse modo os pequenos podem expressar anseios, frustrações e medos.

A Pueri Dei encoraja as crianças a opinar e a falar sobre sentimentos.

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Fonte: escoladainteligencia

Imagem: freepik

Atualmente vivemos em contato com diferenças a todo tempo, seja na escola, na rua ou entre os familiares. Conhecemos e convivemos com pessoas sempre! Por isso, é fundamental que ensinemos as crianças a respeitar as diferenças. Confira abaixo 3 maneiras de ensinar sobre tolerância para os pequenos:

Evite destacar as semelhanças entre as pessoas

Quando ressaltamos e elogiamos as pessoas apenas por terem escolhas e opiniões semelhantes, as crianças podem assimilar que o ideal ser parecido com alguém. Portanto, tenha cuidado ao ressaltar e falar sobre as diferenças. Busque sempre deixar claro que, além de naturais, elas são positivas para o equilíbrio entre as pessoas. Além disso, ouvir e conhecer o mundo com o olhar dos outros é uma ótima maneira de ampliar horizontes.

Incentive a empatia

A habilidade de se colocar no lugar dos outros é uma qualidade e tanto. Nos colocando no lugar da outra pessoa, conseguimos entendê-la melhor e respeitar suas escolhas. Por isso, é interessante que estimulemos essa habilidade nas crianças.

Respeite a criança como ela é

O primeiro passo para ensinar e falar sobre tolerância e respeito é respeitando as crianças. Portanto, busque, sempre que possível, respeitar as escolhas dos pequenos. Entretanto, aproveite para ensiná-lo que o respeito é uma via de mão dupla.

A Pueri Dei ensina as crianças, diariamente, maneiras de respeitar e tolerar as diferenças.

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Fonte: leiturinha

Imagem: freepik

Você já se pegou pensando se aprender um novo idioma é realmente necessário durante a infância? Alguns pais acreditam que a aprendizagem de um novo idioma pode afetar negativamente o desenvolvimento linguístico da criança. Porém, estudos realizados por cientistas apontaram que esse tipo de experiência melhora as seguintes funções do cérebro:

  • Capacidade de ignorar distrações;
  • Armazenar melhor as informações na mente;
  • Maior concentração e menor probabilidade de mudar de foco.

Bilinguismo x inteligência

De acordo com estudiosos, falar duas línguas tem efeito profundo no cérebro e melhora as habilidades cognitivas, mesmo as não relacionadas à linguagem. Além disso, crianças expostas desde cedo a dois idiomas possuem vantagens de pensamento, em relação aos pequenos que falam apenas uma língua. Ademais, não ocorre nenhum tipo de contaminação linguística nem mesmo atraso na aprendizagem.

Primeiramente, para garantir sucesso no aprendizado, é importante que a criança se familiarize com o idioma pouco a pouco. É fundamental que esse processo não seja às pressas nem tampouco uma obrigação. Lembre-se: além de aprender, seu tesouro precisa ter prazer no que faz.

Vantagens de aprender outra língua

Cultura

Através do aprendizado de outra língua é possível ter contato com cargas culturas diferentes. Dessa forma, o acesso à literatura, histórias, tradições, diferentes comportamentos e até mesmo outros meios de comunicação.

Comunicação

A comunicação é algo essencial para nossa vida. Somente através dela podemos transmitir ideias, pensamentos e nossas visões de mundo. Ela é essencial para os pais, os parentes e para os demais ciclos sociais que as crianças frequentam. Os pequenos que conhecem duas línguas podem ler, escrever e conversar com mais pessoas! Assim, passam a possuir conhecimentos mais amplos, graças a seu maior acesso à informações globais.

Oportunidades

O futuro das crianças deve ser pensado e bem estruturado no presente. As portas do mercado de trabalho se abrirão e oferecerão melhores oportunidades para aqueles que possuírem mais conhecimentos.

A Pueri Dei compreende o quão essencial é que as crianças falem outro idioma. Por isso, seus puerinhos recebem aulas de inglês quatro vezes por semana! Assim, eles obtêm novos conhecimentos de maneira lúdica e divertida.

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Fonte: guiainfantil

Abrir um livro é sinônimo de abrir a porta para um novo universo. Isso porque, através da leitura é possível viajar para outras cidades, outros países e até mesmo outros planetas! Os livros funcionam como asas, amigos, lugares. Além disso, na infância a leitura ainda representa momentos marcantes de afeto e diversão com educadores, responsáveis e crianças.

Por isso, no post de hoje vamos dar bons motivos para ler livros para as crianças. Confira:

  1. Ajuda a abrir a mente e ampliar a visão para enxergar um mundo além do que vivemos e conhecemos;
  2. Possibilita conhecer novos lugares que nunca imaginamos visitar, que já não existem ou que nunca existiram;
  3. Aguçam nossa curiosidade e despertam novos interesses;
  4. Estimulam empatia, respeito e solidariedade;
  5. Favorecem o desenvolvimento de uma leitura crítica, uma habilidade fundamental atualmente, seja por meio da fala ou da escrita;
  6. Amplia o vocabulário, além de colaborar para a melhora da comunicação, seja por meio da escrita ou da fala;
  7. Atiçam a criatividade e a imaginação, capacidades importantíssimas para a infância e para a vida como um todo.

Aqui na Pueri Dei, durante a semana, os puerinhos mergulham no universo da leitura. Dessa forma, semeamos neles o amor pelas obras literárias.

Aproveite a chegada do fim de semana e leia um livro para o seu tesouro!

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Fonte: leiturinha

Imagem: freepik