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A adaptação escolar é algo que preocupa todos os pais. Os receios envolvendo a relação do filho com outras crianças, o aprendizado e o desenvolvimento do puerinho costumam deixar os pais bastante ansiosos nesse momento.

Para piorar a situação, muitas vezes, as crianças começam a chorar para ir à escola e demonstrar que não estão satisfeitas com essa mudança de rotina.

Apesar de parecer algo importante tanto para os pais quanto para a criança, esse incidente é bastante comum e faz parte do desenvolvimento de quase todos os puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo te explicando o que causa esse choro e o que os pais podem fazer para contornar essa situação!

Que tal conferir?

Causas

Primeiramente, como citamos, é importante lembrar que o choro para ir à escola é um incidente bastante comum, especialmente com crianças entre dois e três anos de idade.

Isso acontece porque, nessa fase, o pequeno já entende que ir à escola significa passar tempo longe do conforto de casa e da companhia acolhedora dos pais.

Isso faz com que ele busque maneiras de demonstrar essa insatisfação e protestar contra essa mudança de rotina.

Além disso, a percepção de que agora existem regras e horários definidos para a realização de cada atividade também é responsável por fazer com que o pequeno se sinta desconfortável.

E o que fazer para cessar essa situação?

Primeiramente é importante ressaltar que os pais nunca devem demonstrar que estão compartilhando do sofrimento da criança.

Isso faria com que os pequenos entendessem que suas atitudes estão surtindo efeitos e, portanto, manteriam o comportamento inadequado.

Tendo isso em mente, busque manter a calma na frente do puerinho (mesmo que o choro dele esteja mexendo com você) e demonstrar que a nova rotina é normal e não é motivo de choro ou tristeza.

Isso fará com que você passe segurança para a criança e, com isso, confirme que não há razão para tanto sofrimento.

Conversar com a escola também é importante para que haja uma troca construtiva entre pais e instituição sobre o desenvolvimento das crianças.

Muitas vezes, o choro de colegas de turma acaba fazendo com que várias crianças sintam a vontade de chorar junto. Nessas horas é essencial ter uma comunicação ativa com a escola para que sejam feitas conversas sobre o tema em sala de aula.

Conversar com outros pais também ajuda a conservar a tranquilidade e calma durante esse momento difícil dos puerinhos.

Ao entender que o seu filho não é o único que está passando por isso e que essa é uma fase normal do desenvolvimento da maioria das crianças, fica mais fácil manter a calma e a tranquilidade e, consequentemente, transmitir essa calma para o seu pequeno.

Por último, mas não menos importante, converse com o seu filho e tente fazê-lo entender as mudanças que estão acontecendo.

O diálogo é uma habilidade essencial que deve ser desenvolvida desde cedo para que as crianças consigam compreender e resolver situações adversas ao longo da vida.

Não há motivos, então, para não botar isso em prática nessa situação.

Mas lembre-se: evite conversar várias vezes sobre esse mesmo tema.

O ideal é que, após uma ou duas conversas, a criança já entenda a mensagem e aceite que tem que lidar com as mudanças que estão acontecendo.

Temos certeza que essas dicas vão ajudar você e o seu filho a passarem por essa etapa complicada que é a adaptação escolar!

E aí, curtiu?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neurobiológico extremamente comum, afinal, quem nunca conheceu uma criança com TDAH?

Por ser um problema tão comum, muitas vezes as pessoas tendem a não dar a atenção necessária ao transtorno.

É importante, no entanto, saber lidar com as crianças para minimizar os efeitos do transtorno e evitar que ele cause maiores dificuldades no desenvolvimento dos pequenos.

Pensando nisso, separamos uma lista de dicas para ajudar você que é mãe ou pai de uma criança portadora de TDAH.

Que tal conferir?

Estudos

Os estudos são uma parte da vida das crianças que pode ser afetada pelo TDAH, já que esse transtorno faz com que eles tenham dificuldades para se concentrar e, consequentemente, estudar.

Para minimizar esses efeitos é importante escolher uma escola de confiança e credibilidade que possua profissionais capacitados para lidar com a criança e manter contato com esses professores para acompanhar o que acontece na escola e o desenvolvimento do seu filho no ambiente escolar.

Além disso, atente-se à quantidade de atividades extracurriculares do seu filho e evite sobrecarregá-lo. Por possuir déficit de atenção, cada atividade exige dele mais do que exigiria de outra criança.

Dia a dia

Seja claro e dê instruções diretas e objetivas para a criança. Dessa maneira elá terá mais facilidade em entender o que ela precisa fazer e poderá focar na tarefa que tem pela frente.

Além disso, ensine-a a finalizar as tarefas que começa. É muito comum que crianças com TDAH criem um vício de começar várias atividades ao mesmo tempo e acabam não dando conta de todas.

Criar uma rotina também ajudará a criança a seguir uma série de atividades de maneira consistente, sem perder o foco.

Comportamento

Advirta a criança de maneira construtiva quando for necessário e explique-a qual era o comportamento esperado dela em determinada situação. Além disso, elogie-a imediatamente por bom comportamento, já que isso faz com que ela entenda que as boas atitudes são recompensadas.

Outra boa dica é incentivar a criança a praticar esportes para que ela gaste energia e consiga ficar mais calma e contida em ambientes mais calmos, como a escola.

Ensine seu filho a lidar com conflitos e tomar decisões racionais perante problemas do dia a dia, afinal, ele terá que fazer escolhas como qualquer outra criança. Tenha em mente, é claro, que ela não deve resolver tudo e, em alguns momentos deverá apenas chamar um adulto para cuidar da situação.

Promover brincadeiras com regras também é uma ótima opção para que a criança desenvolva não só a habilidade de se concentrar, mas também a de se adaptar a limites e regras.

Para os pais

Ter sempre tempo para interagir com o seu filho é essencial para que ele se sinta acolhido e compreendido.

Estabeleça cronogramas que envolvam um tempo específico para descanso. Crianças portadoras de TDAH tendem a esgotar as energias mais rápido e, por isso, podem precisar de um cochilo diário ou um simples período de relaxamento.

Além disso, é importante intercalar atividades que exigem muita concentração, como estudos, tarefas e deveres de casa, com atividades leves e prazerosas.

Saiba controlar a sua própria paciência e entender o tempo do seu filho, evitando criar expectativas que não condizem com a realidade. Além disso, saiba que cobrar empenho e vontade de mudar é mais importante que cobrar resultados, afinal, é só através do empenho que a criança aprende a se esforçar para conquistar o que deseja e precisa.

Por último, mas não menos importante, ouça-o. Isso faz com que a relação entre vocês não seja unilateral e cria uma sensação de parceria que beneficia a todos.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar a auxiliar o seu filho não só no processo de educação, mas também em seu desenvolvimento pessoal!

E aí, o que achou das dicas?

É comum pensarmos que saúde mental é algo que só deve ser cuidado em adultos. O estresse do trabalho, as contas acumuladas e as decepções amorosas muitas vezes nos levam a crer que problemas de ansiedade e depressão, por exemplo, só acontecem com quem passa por esses tipos de situações.

A verdade, no entanto, é que a saúde mental também deve ser motivo de preocupação nas crianças. Por ainda estarem em formação e não saberem lidar com uma série de coisas, os pequenos podem acabar precisando de cuidados médicos.

Situações como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo, a troca de escola ou até mesmo o bullying podem desencadear sintomas de problemas psicológicos nas crianças e, por isso, é importante estar atento aos sinais de que o seu filho precisa de ajuda.

Pensando nisso, separamos uma lista com os principais sinais de que o seu filho precisa de acompanhamento psicológico.

Que tal conferir?

Alteração repentina ou exagerada de comportamento

Apesar da alteração de comportamento não significar necessariamente um problema, é importante estar atento ao modo de agir da criança para identificar possíveis sinais da necessidade de acompanhamento psicológico. Algumas mudanças de comportamento que podem ser consideradas sinais são dificuldades no sono (fazendo xixi na cama ou até mesmo não conseguindo dormir), na alimentação (se recusando a comer ou comendo exageradamente) e na escola (se comportando mal ou tendo dificuldades repentinas para aprender).

Agressividade

A agressividade repentina com a família e coleguinhas pode significar algum problema psicológico que precisa ser resolvido. Tenha em mente, é claro, que as vezes as crianças podem ficar mais agressivas sem motivo. A diferença no entanto é que, normalmente, quando os pais conversam com elas sobre esse comportamento, elas melhoram. Caso isso não aconteça, fique em estado de alerta e busque auxílio psicológico.

Problemas na escola

Mudanças de comportamento com relação a colegas de escola e queda brusca do rendimento escolar podem significar problemas psicológicos que precisam de acompanhamento. Isso acontece porque muitas vezes a criança, sem nem perceber, passa a tomar atitudes que chamem atenção dos pais para que seus problemas sejam resolvidos.

Problemas de saúde

Passar mal sem motivo específico pode ser um sinal de que as crianças precisam de ajuda, já que o corpo tende a buscar formas diversas de chamar atenção. Sendo assim, muitas vezes, os sintomas físicos são a maneira que o corpo encontra de comunicar algum problema psicológico.

Caso um problema psicológico seja identificado, o acompanhamento com um psicólogo e, eventualmente, um psiquiatra, é a maneira mais segura de eliminar os sintomas e garantir o bem-estar do seu filho novamente.

Tenha em mente, é claro, que o ideal é que o psicólogo seja especialista em lidar com crianças e possua experiência com a terapia infantil.

A adaptação escolar é um dos pontos mais importantes para o desenvolvimento das crianças com o estudo e os coleguinhas.

Isso significa que garantir uma boa adaptação escolar dos pequenos é essencial para que eles desenvolvam não só seus conhecimentos, mas também suas habilidades sociais e de convívio.

Aprender a lidar com frustração, regras e diferenças é algo crucial para o desenvolvimento das crianças e, por isso, é necessário dar uma atenção redobrada ao seu filho nesses períodos de adaptação.

Mas como fazer com que a adaptação do meu filho seja a melhor possível?

Como sabemos o período de adaptação das crianças não se restringe apenas ao ato de começar a frequentar a escola, e sim em qualquer mudança dos hábitos escolares já existentes.

Mudanças de escola, turma, horário e até mesmo professores podem fazer com que a criança se sinta acuada e frustrada, já que estava se sentindo confortável antes das mudanças.

Isso não significa, no entanto, que as mudanças são coisas ruins. Elas acontecem na vida de toda criança e, para que elas aprendam o mais cedo possível a lidar com isso, é importante dar toda a atenção necessária a esses períodos de transição.

É importante salientar que, apesar de parecerem longos, os períodos de adaptação tendem a passar e as crianças costumam aprender a se sentirem confortáveis em um novo ambiente.

Mesmo assim, é importante ter um planejamento para ajudar o seu filho a entender as mudanças que estão acontecendo e perceber que elas não representam algo ruim, apenas diferente.

Conversar com a escola previamente sobre as possíveis mudanças que ocorrerão em um ano letivo é uma das maneiras de se planejar para uma adaptação. Se você fica sabendo das transições com antecedência, acaba tendo mais tempo para conversar com o seu filho e prepara-lo para o que vem pela frente.

Se a escola pretende mudar o professor, por exemplo, você evita que o seu filho sinta aquele choque inicial ao ver um rosto desconhecido no comando quando chegar ao primeiro dia de aula.

Para crianças de até dois anos que estão entrando na educação infantil, recomenda-se que a mudança da rotina casa-escola seja a menor possível. Já aos dois anos e meio, especialistas afirmam que a criança já tem um entendimento maior do que está acontecendo e, por isso, o ideal é que os pais envolvam seus filhos em atividades como arrumar a mochila e a lancheira.

Uma das partes mais difíceis da adaptação das crianças é, sem dúvidas, se despedir dos pais.

Diferentemente do que muitos pensam, se aproveitar de momentos de distração do filho para ir embora não é a maneira adequada de deixá-lo na escola. Isso porque quando ele perceber que foi deixado as sensações de abandono e desespero tendem a tomar conta.

O ideal, por mais dolorido que seja, é fazer uma despedida e explicar que vocês estarão separados por algumas horas. Fazendo isso regularmente a criança consegue, com o tempo, assimilar o que está acontecendo.

E como garantir que o meu filho vai estar seguro na escola no momento de pandemia?

Nesse período de início de vacinação da população é importante manter os cuidados que já vinham sendo tomados para que a segurança e a saúde sejam preservadas.

Isso significa que, apesar de algumas pessoas já estarem vacinadas, as crianças devem continuar utilizando máscaras da maneira correta (cobrindo nariz e boca), desinfetando as mãos e braços constantemente com álcool em gel e praticando o distanciamento social.

Por serem crianças, é claro, essas regras podem ser difíceis de entender, e é aí que entra a escola para fiscalizar e instruir as crianças durante o período letivo.

No convívio escolar, no entanto, é necessário ter alguns cuidados e promover algumas medidas que aumentam ainda mais a segurança dos pequenos em relação ao Covid-19, como por exemplo:

Aferir a temperatura de todos os alunos e funcionários da escola

Caso a temperatura esteja acima de 37,8ºC recomenda-se que o aluno ou funcionário não possa entrar na escola.

Promover a higienização de calçados ao entrar nas dependências da escola

Higienizar os sapatos e tênis de alunos e funcionários é uma das maneiras de ajudar a combater a transmissão do Covid-19 no ambiente escolar.

Higienização constante da escola

Recomenda-se que, pelo menos uma vez por turno, os pisos, toaletes, corrimões, mesas, cadeiras, balcões e maçanetas da escola sejam higienizados para evitar que o vírus se aloje nas dependências escolares.

Portas e janelas abertas

Como sabemos, ambientes fechados são propícios para a disseminação do vírus e, por isso, janelas e portas devem ser mantidas abertas durante as aulas.

Interdição de bebedouros

Por serem locais de transmissão em potencial do vírus, é importante que os bebedouros funcionem apenas para encher as garrafinhas de água levadas de casa pelas crianças.

Distanciamento

Todas as atividades no ambiente escolar devem acontecer respeitando a distância mínima de 1,5 metros entre cada pessoa.

Essas dicas vão garantir que a adaptação escolar do seu filho não sofra devido aos efeitos da pandemia e aconteça da maneira mais saudável e natural possível.

E aí, pronto para a volta às aulas?

Sejamos sinceros, quem nunca brigou com seu irmão? Tudo é motivo de desavença: aquele último pedaço de bolo, posse do controle da tv, empréstimo de brinquedos. Enfim, o convívio entre irmãos é um caso de amor e ódio, e as brigas, em muitas ocasiões, se tornam inevitáveis.

Manter a calma e a paciência com os filhos nem sempre é uma tarefa fácil para os pais. Porém, é um fator fundamental no combate às brigas entre irmãos. Gritos e ameaças não são formas de evitar esses conflitos. Dessa forma, a melhor opção é respirar fundo, e tentar resolver tudo de forma harmônica.

Para lidar com essas brigas entre irmãos, algumas dicas são recomendadas para que os ânimos sejam acalmados em casa. Vejamos a seguir:

Intervenção

Saiba o momento certo de intervir a confusão. Permita, primeiramente, que os pequenos se entendam. Caso não haja um consenso entre ambos, busque de forma passiva apaziguar a situação. Dessa forma, você estimula o amadurecimento, além do para lidar com os problemas.

Bronca maneirada

Muitas vezes, é difícil para os pais controlarem o tom de voz quando o nervosismo vem à tona. Entretanto, castigar, gritar ou tomar qualquer outra ação precipitada, podem acarretar em consequências negativas. Além de mau exemplo para os pequenos, essas atitudes podem impactar na auto estima das crianças.

Seja justo

Procure entender os dois lados da história. Em muitos casos, o irmão mais novo sempre sai bem na situação, pelo fato dos pais privilegiarem os menores, mesmo sem que percebam. Portanto, ouça os dois lados com a mesma atenção, e busque ao máximo ser justo na resolução do problema.

Converse!

Assim como na vida adulta, o melhor caminho para se resolver um conflito é por meio do diálogo. Insista quantas vezes forem necessárias, quando a primeira conversa não for efetiva. Dessa forma, as crianças entenderão que a violência e a intolerância não serão a melhor resposta para resolverem seus impasses.

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Fonte: leiturinha

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As crianças gastam muita energia e precisam de um bom sono para recuperação do que foi gasto. A hora dos pequenos irem dormir parece ser um desafio e tanto para os pais. Mas, podemos sugerir algumas formas de tornar esse momento prazeroso e tranquilo. Como? Confira abaixo algumas dicas para melhorar o sono das crianças:

  • Rotina

Apesar de assustadora, a palavra pode ser muito eficaz. Criar hábitos para que as crianças percebam que é o momento de descansar pode ser benéfico. Dessa forma, algumas ações podem te ajudar nesses casos, tais como: diminuição da luz do quarto, restrição de conteúdos estimulantes e criação do chamado “momento em família”.

  • Momento em família

Esse é um dos pontos cruciais do nosso assunto. É importante que todos os membros da casa entrem em modo de relaxamento. Deste modo, o estímulo do descanso será despertado nas crianças. Leia histórias, medite em família, ouçam cantigas de ninar, deixem o ambiente agradável e mostrem que é um horário especial.

  • Alimentação

Dormir com a barriga pesada não é uma ótima ideia. A sugestão é que alimentos leves sejam incluídos na refeição dos pequenos. Portanto, facilitar a digestão dos pueirinhos será fundamental no momento de descanso.

As dicas para melhorar o sono das crianças serviram? Já conhecia algum desses métodos? Pensa em aderi-los? Portanto, lembre-se que um bom sono é essencial para iniciar bem um novo dia. Esteja sempre com seus pequenos em todos os momentos!

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A vida com bebês seria muito mais prática se tivéssemos um manual com dicas sobre como agir em cada situação. Porém, a única coisa capaz de moldar nossas atitudes e nossas decisões é a vivência. Isso porque, cada bebê possui características próprias. Durante o desenvolvimento os pequenos passam por diversas fases. Elas, uma hora ou outra, influenciarão positiva ou negativamente na rotina do sono.

Primeiramente, precisamos ressaltar que esse tipo de situação é completamente normal. Entretanto, conhecer algumas estratégias pode tornar essa tarefa algo ainda mais fácil. Continue lendo para saber mais!

Rotina é tudo

Essa pode parecer uma solução simples, mas ela é realmente eficaz. Ela pode ser colocada em prática desde o primeiro dia de vida do bebê. Assim, cerca de 30 minutos à uma hora antes de dormir, diminua as luzes. Dessa forma, a produção e a liberação de cortisol, o hormônio do sono. Posteriormente, dê um banho, a última refeição do dia e aproveite para ler uma história ou ouvir uma música calma. Para que a criança se acostume, siga esse ritual rigorosamente todas as noites.

Pais unidos = boa rotina de sono para a criança

A união faz a força! Portanto, antes mesmo de começar a acostumar seu filho, certifique-se de que seu parceiro concorda com as estratégias. Isso porque, nem sempre os responsáveis concordam em alguns aspectos durante a criação dos pequenos. Além do mais, é fundamental que ambos entendam: o bebê e o sucesso no treinamento do sono tranquilo é responsabilidade dos dois. É importante que essa conversa seja realizada antes de o choro ou mesmo a inquietação da criança aconteça, para que os dois estejam preparados para lidar com as dificuldades juntos.

Atenção ao horário

Alguns pais, por possuírem uma rotina corrida, costumam manter as crianças acordadas até tarde para aproveitarem o tempo juntos. Porém, isso pode ser nocivo para o sono biológico do bebê. Isso porque, o horário ideal para uma criança de 3 a 6 meses ir dormir é bem cedo, em comparação ao tempo que nós adultos estão acostumados a ir deitar.

Busque interpretar os sinais

Nem todos os sons que o bebê faz querem dizer que ele precisa de colo ou de comidinhas. Isso porque, muitas vezes os suspiros e os gemidos durante a madrugada podem demonstrar apenas que o pequeno está se acomodando enquanto dorme. Portanto, mexer neles pode acabar atrapalhando o relaxamento completo. Então, antes de tomar alguma atitude, tenha certeza de que a criança está bem ou realmente está com os olhinhos abertos. Se ela estiver chorando por estar com dor ou com algum desconforto, você conseguirá saber pelo volume do choro, que aumentará em vez de diminuir.

Barriguinha cheia

Você sabia que refeições regulares favorecem o descanso na hora de dormir? Um bebê que come bem durante o dia muito provavelmente poderá dormir à noite sem precisar mamar. Se, por orientação do pediatra, você ainda amamenta, fique atenta para saber identificar quando seu filho passa a fazer seu seio de chupeta. Assim você evitará a formação de gases e desconfortos na criança.

A Pueri Dei se preocupa com a qualidade do sono dos puerinhos, pois sabe que dormindo bem eles crescerão fortes, saudáveis e com muita energia para gastar!

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Fonte: paisefilhos

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As crianças ouvem desde cedo que escovar os dentes após as refeições é fundamental para evitar cáries e para manter o sorriso branquinho. Mas será que os cuidados bucais dependem apenas da escovação frequente? No Brasil, segundo dados do IBGE, apenas 53% da população usa o trio fio dental, escova e pasta de dente. Ainda de acordo com as pesquisas, 89% dos brasileiros realiza a escovação menos de 2 vezes por dia.

Primeiramente, é importante destacarmos aqui que o problema desses dados não está apenas relacionado às cáries ou mau hálito. Isso porque, a falta de higiene bucal pode trazer danos para todo o organismo.

O que é saúde bucal?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde bucal é um estado em que a pessoa está livre de desconfortos, dores e alterações na boca e na face. Além disso, abrange a ausência de condições como câncer oral ou de garganta, doenças e quaisquer distúrbios que afetam a qualidade de vida. Por fim, pessoas que possuem saúde bucal em dia não possuem infecções ou ulcerações bucais, nem impedimentos para comer, sorrir, falar e se sentir socialmente confortável com sua própria boca.

Importância de cuidar dos dentes

Os cuidados com os dentes reduzem os riscos de cáries, dores de dente, enfraquecimento ou fraturas. Além disso, manter a saúde da boca em dia melhora o hálito, garante boa mastigação e melhor digestão. Nosso organismo é complexo e interligado. Portanto, um problema na boca pode desencadear disfunções cardíacas, digestivas e imunológicas. Isso porque, as bactérias podem migrar para outros órgãos através da corrente sanguínea. Essas dificuldades podem surgir durante os primeiros anos de vida ou mesmo na fase adulta.

Dicas para ter uma saúde bucal melhor

É possível tornar o momento da escovação interessante para que as crianças tenham alegria em fazê-lo. Confira abaixo algumas dicas:

  • Escovar os dentes após as refeições, pelo menos 3 vezes por dia. Para tornar essa atividade mais atraente, procure oferecer cremes dentais e escovas lúdicas. Boas opções são materiais estampados com o desenho preferido da criança;
  • Os pequenos podem não saber exatamente a força necessária para realizar a escovação. Por isso, é interessante utilizar escovas macias. Dessa forma é possível evitar a formação de machucados na gengiva ou mesmo sensibilização dos dentes;
  • As cerdas das escovas, com o passar do tempo ficam gastas e podem acumular bactérias. Portanto, troque regularmente a escova da criança.

A Pueri Dei se preocupa com a saúde bucal dos puerinhos desde os menores aos crescidinhos.

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Fonte: minutosaudavel

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