Posts

À medida que os anos passam, a deterioração do meio ambiente se agrava. Assim, percebemos consequências como o aumento do aquecimento global, da poluição e a extinção de várias espécies. Por isso, faz-se necessário educar nossas crianças ensinando-as a respeitar a natureza e praticar ações sustentáveis, para que assim, possamos construir um futuro mais consciente.

Existem algumas práticas que podem ser adotadas para ensinar ações mais sustentáveis às crianças e falaremos sobre algumas delas no post de hoje!

Ensine sobre os 3 R’s
Reutilizar, reciclar e reduzir são os 3 R’s que servem como diretrizes para cuidar do meio ambiente. Reutilizar trata-se de usar bens de consumo o máximo possível, seja para o uso comum do bem ou aproveitando-o para outro uso. Reciclar refere-se a adaptação de materiais descartados em algo útil, possibilitando que ele retorne ao ciclo produtivo como matéria-prima. Por fim, reduzir está ligado a diminuição da produção de lixo.

Andar a pé ou de bike
Adotando essa prática, além de seu pequeno desenvolver este hábito saudável, ele estará se acostumando a se locomover de forma independente, e evitando a poluição por meio dos carros e outros transportes.

Oriente seu filho a economizar recursos
Lembrar o seu filho de desligar a TV ao terminar de assistir, apagar a luz do quarto ao sair, e não desperdiçar água no banho ou enquanto escova os dentes, é uma ótima forma de orientá-lo a economizar recursos.
Explique à criança que, economizando energia, ela estará evitando que se construam hidroelétricas, termoelétricas, e usinas nucleares, que são nocivas ao meio ambiente visto que aumentam o efeito estufa, alteram ecossistemas e têm riscos de acidentes.

A Pueri Dei incentiva e ensina os pequenos a serem cidadãos sustentáveis e conscientes, mas é necessário que esta questão seja reforçada em casa, para que essas ações ecológicas sejam aprendidas também através do exemplo.

Palavras chave: Meio ambiente, sustentável, ecológico, natureza, ensinar, orientar, pequenos, crianças

É muito importante ensinar o valor da amizade para os filhos desde pequenos. Para isso, é necessário que os pais ajudem os pequenos a criar seus primeiros laços com os amiguinhos, auxiliando no desenvolvimento social deles.
Separamos algumas dicas de como ajudar seu filho a fazer amigos!

-Entenda a personalidade do seu filho
Caso seu filho seja mais introvertido, forçar uma interação dele com outras crianças pode ser muito complicado para ele. Deixe ele se entrosar aos poucos, respeitando sempre o tempo dele.
Se ele prefere brincar, apenas com uma criança por vez, é porque provavelmente, isso venha da própria personalidade dele, e não significa que ele não desenvolverá a socialização ou que ele irá crescer sem muitos amigos.

-Crie oportunidades para que ele possa socializar
Filhos únicos, com famílias pequenas ou crianças que vivem em apartamentos, muitas vezes tendem a ter menos contato com outras crianças. Assim, o contato delas fica restrito aos amigos da creche ou escola. Por isso é necessário que os pais ofereçam a seus pequenos, encontros com os coleguinhas da creche para fortalecer seus laços. Um exemplo disso seria ir ao cinema ou realizar uma festa do pijama.
Outra ideia é matricular seu filho em atividades como escolinhas de música ou em algum esporte. Além disso, busque frequentar espaços que costumam estar sempre cheios de crianças como parques, praças públicas, ou até mesmo o playground do shopping.

-Fale com os professores
O professor passa bastante tempo com seus alunos, por isso ele entende os traços da personalidade de cada um, e observa também as formas com que alguns alunos se relacionam entre si. Aproveite para conversar com ele sobre o convívio social do seu filho, pergunte sobre seu comportamento e analise se há alguma questão que você ou o professor podem intervir para auxiliá-lo a lidar da melhor forma.

-Conte histórias com temática de amizade
No momento de contar histórias, aproveite sua atenção para ensiná-lo a apreciar a amizade. Procure contar histórias entre amigos que envolvam confiança, lealdade e alegria. O importante é reforçar o impacto da amizade em diferentes circunstâncias da vida, para que a criança possa se identificar e se inspirar.

-Seja o suporte emocional do seu filho
É preciso que seu filho confie em você, pois caso ele não se sinta seguro de compartilhar seus sentimentos e pensamentos com você, há a chance de posteriormente, ele não conseguir se abrir com os outros também.

-Seja um exemplo para ele
Demonstre sempre estar conectado a seus próprios amigos e mantenha contato com eles, para que seu filho entenda na prática a importância de ter essas pessoas ao seu lado.

Lembre-se de respeitar o tempo de seu pequeno e buscar incentivá-lo para que ele mesmo sinta vontade de relacionar-se e estreitar laços com outras crianças.

Espero que nossas dicas sejam efetivas! Nós da Pueri Dei estamos dispostos a ajudar nossos puerinhos a fazer amigos e fortalecer relações.

A escrita espelhada trata-se de uma escrita invertida (da direita para esquerda), que é muito comum durante o processo de aprendizado da escrita e alfabetização. Assim que a criança começa a escrever as primeiras palavras essa troca irá aparecer algumas vezes, mas caso ela cresça e mantenha esta característica, é preciso se atentar a esta questão. Por isso, vamos explicar um pouco sobre as causas deste tipo de escrita e o que se pode fazer para mudar este quadro.

A primeira possível causa da escrita espelhada é o problema de algumas crianças, principalmente as canhotas, com a lateralidade. De acordo com especialistas, isso ocorre pois há uma preponderância de um hemisfério do cérebro, sendo o hemisfério direito no caso das pessoas canhotas. Sendo assim, é normal que crianças canhotas desenvolvam essa maneira de escrever, já que é algo natural delas, pois estão agindo de acordo com sua forma de ver o mundo e executar as ações.

O outro fator que gera essa característica, é um problema em relação a percepção. Entre os 4 aos 7 anos acontece o processo de desenvolvimento da percepção e das habilidades motoras. Dessa forma, as crianças nesta fase têm maior dificuldade em reconhecer todas as formas das letras ou passá-las para o papel.

Por fim, é preciso destacar que a escrita espelhada está associada à dislexia, mas ela não é um sintoma exclusivo desse transtorno. Assim, pode ser que seja apenas uma dificuldade momentânea, já que a criança está em processo de construção da escrita. Mas de qualquer forma, esteja atenta a outros sinais que possam surgir e estejam relacionados a tal transtorno.
Diante desta situação, existem várias atividades que podem ser feitas para ajudar os pequenos neste processo, e separamos algumas delas para vocês se inspirarem:

-O primeiro passo é identificar quais letras a criança tem mais dificuldade de lembrar ou de passar para o papel.

-Utilize um giz para desenhar uma letra no chão e peça para que a criança caminhe sobre a letra, seguindo a ordem dos traços.

-Passe o dedo nas costas do pequeno formando alguma letra e peça para que ele adivinhe qual é.

-Desenhe letras grandes e ocas para que a criança possa pintar por dentro dos espaços ocos, e entenda melhor sobre as formas corretas.

-Lembre-se de depois, deixar ela tentando escrever as letras sem apoio visual ou de outra pessoa.

Visando sempre o melhor desenvolvimento dos pequenos, nós da Pueri Dei praticamos diversas atividades que são essenciais para tal aprendizado. Incentivando as crianças a treinarem a lateralidade (direita e esquerda), entenderem os conceitos de noção espacial, simetria, e outros aspectos necessários para o aprendizado pleno da escrita.

Muitos pais percebem em seus filhos uma dificuldade maior na comunicação, e preocupam-se com o fato do pequeno não falar tanto. Para mudar este quadro, a mudança deve ocorrer principalmente nos hábitos da família.

Faça com que ele sinta necessidade de se expressar.

Um dos motivos deste problema pode ser o fato do pequeno não estar sentindo realmente necessidade de falar, e por isso é preciso que os pais os estimulem a isso. Um exemplo disso seria quando o filho tenta pedir algo apenas apontando para o objeto, neste caso, mesmo que você entenda o que ele quer, diga que não entendeu para que ele tente expressar o que deseja.

Tente aproveitar ao máximo os momentos de interação de vocês para treinar a fala

É necessário que os pais deem mais atenção a esta questão em seus momentos de interação, como na hora de tomar banho, se vestir ou comer. Por exemplo, se estiverem almoçando juntos, fale o nome de cada alimento, explique o que está vendo e sentindo. Além disso, lembre-se de sempre conversar com a criança na altura dela e de frente a ela e também de demonstrar que está feliz com qualquer tentativa dela de se comunicar, assim ela se sentirá mais à vontade e motivada a continuar tentando.

Chame atenção da criança em relação aos barulhos do dia a dia como o da chave na porta, do avião, ou dos carros. Aproveite para incentivá-la a imitar alguns desses sons como o do carro (brumm), o do cachorro (au au), e outros, destacando sempre o objeto ou ser referente ao som.

Cante junto com ela (de preferência canções infantis) e conte histórias a ela. Quando for contar uma história, você pode repetir alguma história específica várias vezes, mas usando a criatividade para contá-la de forma lúdica e divertida, fazendo várias entonações diferentes ou até mesmo utilizando alguns objetos, para que a criança realmente se interesse e crie expectativas diante da narrativa.

Não deixe de corrigi-lo

Na hora de corrigir as falas do seu pequeno, tente devolver o que ele disse, porém da forma correta, e adicionando mais palavras formando uma frase.
Assim, quando ele pedir pela sua “dedera” você responde “Mamadeira? você quer sua mamadeira?” para que ele possa aprender ainda mais.

Esse momento de desenvolvimento da fala é muito importante para que seu filho cresça sabendo se expressar bem e de forma clara, por isso esperamos ter ajudado vocês com nossas dicas!

O rendimento escolar das crianças é algo que preocupa desde muito cedo. Muitas vezes, por causa disso, os pais acabam exigindo demais dos pequenos e fazendo com que eles desenvolvam uma certa aversão aos estudos.

Isso, no entanto, é justamente o contrário do que precisa acontecer.

Para que uma criança obtenha resultados acadêmicos positivos é necessário que ela goste e tenha um certo nível de apreço pelos estudos.

Para desenvolver esse gosto e apreço, então, os pais podem colaborar de algumas formas e incentivar os filhos a apreciar os estudos desde cedo.

Pensando nisso, preparamos um artigo explicando algumas dicas que podem ser úteis para fazer com que o seu puerinho desenvolva, desde cedo, uma relação positiva com o estudo e o aprendizado.

Que tal conferir?

Promova o lúdico

É claro que crianças pequenas não vão mergulhar de cabeça em leituras extensas e complexas para estudar e aprender. Nessa fase, o ideal é que os pais encontrem maneiras lúdicas e divertidas de incentivar o aprendizado, como brincadeiras, jogos e gincanas.

A adedonha, por exemplo, é uma brincadeira legal onde os pais podem incentivar as crianças a aprender nomes de animais, objetos e cores de maneira divertida. No final de brincadeiras como essa fale coisas como “viu como é legal aprender, filho?!” para que a criança relacione a diversão ao aprendizado.

Isso fará com que, no futuro, o puerinho não pense que estudar é algo chato e monótono.

Incentive a curiosidade

A curiosidade é o maior pilar de qualquer aprendizado já que, para buscarmos uma resposta, precisamos ter alguma dúvida.

Sabendo disso fica fácil entender o porque da curiosidade ser tão importante nas primeiras fases da vida. É através dela que as crianças começam a tentar entender como o mundo funciona e, consequentemente, aprendem diversas coisas.

Muitos pais consideram que essa é uma fase chata da infância por terem que responder perguntas constantemente, quando na verdade deveriam estar incentivando e alimentando essa curiosidade.

Estimule a criação do hábito da leitura

Enxergar a leitura como uma atividade divertida e leve é essencial para que as crianças desenvolvam gosto por esse passatempo tão importante.

Crianças que não gostam de ler costumam ter mais dificuldades na escola com o passar do tempo, já que passam a enxergar a leitura de livros e apostilas como algo chato e desinteressante.

Isso significa que incentivar a leitura desde pequeno é essencial para que o rendimento escolar das crianças seja o melhor possível.

Lembre-se, no entanto, que os puerinhos devem ler livros apropriados para sua faixa etária. Se você está procurando dicas de obras para crianças de até cinco anos de idade, confira esse outro artigo.

Aposte em pequenas recompensas

Presenteie seu filho com pequenos mimos sempre que ele cumprir tarefas de casa e mostrar interesse por aprender coisas novas.

Isso fará com que o cérebro dele passe a associar o aprendizado e o cumprimento de obrigações escolares com coisas positivas.

Isso não significa, é claro, que você precisa presenteá-lo com coisas muito elaboradas. Qualquer recompensa pequena como um doce, um adesivo ou até mesmo um abraço já causa o efeito necessário.

Crie um ambiente propício para o aprendizado

Não dá pra esperar que as crianças aprendam muita coisa se estiverem em um ambiente com diversas distrações. Por ainda serem pequenas, elas não conseguem evitar a dispersão e, por isso, é importante que as condições do ambiente seja favorável ao aprendizado.

Evite, por exemplo, que o cantinho da leitura e realização de tarefas de casa seja próximo de TVs, computadores e outros aparelhos que podem tirar a atenção do puerinho.

Essas são as principais dicas para que o seu filho consiga desenvolver um apreço pelo aprendizado e, com isso, obtenha um bom desempenho escolar.

Lembre-se que o acompanhamento e incentivo dos pais é essencial para que os pequenos possam ter um desenvolvimento estudantil saudável e adequado.

E aí, curtiu?

Quando pensamos em desenvolvimento infantil as primeiras coisas que vêm à cabeça são a alfabetização, socialização e o desempenho escolar.

Todas essas coisas, é claro, são de extrema importância para que uma criança cresça de maneira saudável e confortável.

Em uma era de digitalização e cada vez mais atividades realizadas através de computadores, tablets e smartphones, no entanto, o desenvolvimento físico se torna uma prioridade tão grande quanto os aspectos citados acima.

A sensação que temos é que, nos dias atuais, as crianças viveriam em aparelhos eletrônicos se pudessem. É claro que esse contato com o mundo digital gera benefícios, porém, também é necessário se atentar para os prejuízos que o excesso da digitalização pode causar nos puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo para explicar a importância das atividades físicas no desenvolvimento das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida.

Vamos lá?

Coordenação motora

As atividades físicas são responsáveis por boa parte do desenvolvimento das habilidades motoras das crianças.

Isso acontece porque, ao praticar uma atividade física o pequeno tem que se desenvolver um senso de equilíbrio, direção e controle corporal que muitas vezes não é explorado em atividades online, já que as mesmas são realizadas sem exigir quase nenhum esforço físico.

Manutenção da condição física

Os exercícios auxiliam no desenvolvimento de massa muscular e queima de gordura das crianças, assim como em qualquer adulto.

Isso não significa, no entanto, que você deve fazer com que seu filho realize atividades físicas excessivamente intensas. Uma simples brincadeira de pega-pega, por exemplo, já contribui bastante para o desenvolvimento de uma boa condição física, além de evitar doenças provenientes do sedentarismo, como a obesidade.

Sendo assim, os exercícios físicos são fortes aliados da saúde de qualquer puerinho.

Desenvolvimento integral

A prática de esportes propicia o desenvolvimento de habilidades que muitas vezes não são completamente exploradas em ambientes familiares e escolares, como a inteligência emocional, cooperação, capacidade de lidar com a frustração e muito mais.

Pense que, ao longo de toda a vida, seu filho vai encontrar diversas adversidades e obstáculos que deverão ser superados.

Nessas horas a disciplina, resiliência e obstinação desenvolvidos na prática de esportes irão ajuda-lo a lidar melhor com os problemas e, eventualmente, resolve-los.

Isso significa que o esporte e as atividades físicas favorecem o desenvolvimento completo da criança, explorando aspectos que muitas vezes seriam deixados de lado.

Felicidade

A ciência aponta que a realização de exercícios físicos está diretamente ligada a liberação de hormônios como a serotonina, responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Em outras palavras, as atividades físicas fazem com que as crianças fiquem mais felizes e realizadas.

Vale ressaltar, é claro, que o excesso de atividades físicas ou a realização de atividades muito intensas pode ser prejudicial para a saúde da criança.

Além disso, saiba que existem atividades físicas para o perfil de qualquer criança. Futebol, vôlei, peteca, pega-pega, esconde-esconde, ping-pong e natação, por exemplo, são atividades de intensidades diferentes que agradam diversos gostos.

A prática da atividade física não deve ser vista como uma obrigação e sim como lazer. Isso fará com que o puerinho tome gosto pela prática da atividade e, dessa maneira, usufrua dos benefícios do esporte enquanto se diverte.

E você, o que está esperando para incentivar o seu filho a fazer uma atividade física?

A alfabetização dos filhos é um processo pelo qual os pais costumam ficar bastante ansiosos. A vontade de ver os pequenos escrevendo o próprio nome, começando a ler e aprendendo a se comunicar de maneira não-verbal parece ficar cada vez maior.

Muitas pessoas pensam, de maneira equivocada, que apenas as creches e escolas podem contribuir para esse processo de alfabetização.

A verdade, no entanto, é que os pais são extremamente importantes nessa fase e, por isso, devem aprender a ajudar da melhor maneira possível.

Pensando nisso separamos uma lista de dicas para que vocês, papais e mamães, possam entender as melhores formas de contribuir com a alfabetização dos seus puerinhos.

Que tal conferir?

Leia para o seu filho

A leitura é uma atividade essencial para a alfabetização de qualquer criança. Além de se familiarizarem com a pronúncia de palavras, os pequenos acabam expandindo o vocabulário e aprendendo a diferenciar textos de ilustrações, por exemplo.

Outro ponto importante é que, com o tempo, seu filho perceberá que você lê da esquerda para direita, o que também é importantíssimo nessa fase de aprendizado.

Sendo assim, ler para o seu filho acaba sendo de extrema importância para o processo de alfabetização, além de, é claro, servir como uma momento de qualidade em família.

Caso o seu filho esteja um pouco mais adiantado no processo de alfabetização, incentive-o a ler e desenvolver o gosto pelos livros.

Se você está à procura de sugestões de leitura infantil clique aqui.

Aproveite situações cotidianas

O convívio do dia a dia oferece uma série de oportunidades para incentivar o processo de alfabetização das crianças.

Ao andar na rua, por exemplo, mostre diferentes placas e outdoors e incentive a criança a tentar entendê-los.

Tenha em mente, no entanto, que você deve começar com coisas mais simples e fáceis. Ao encontrar uma placa de trânsito indicando uma curva, por exemplo, pergunte ao seu filho qual é o lado que a placa está indicando. Com o tempo a criança vai aprender a diferenciar esquerda e direita, e assim por diante.

Aproveite rótulos de embalagens

Os rótulos de produtos alimentícios comuns em casa podem ser ótimos aliados no processo de alfabetização.

Isso acontece porque, além de relacionar um nome para um alimento que a criança consome com frequência, os rótulos são escritos na maioria das vezes em caixa alta, que é a primeira forma de escrita que os pequenos compreendem.

Incentive seu filho a ler rótulos de embalagens alimentícias e aprender a associar o nome a cada alimento.

Faça listas com seu filho

Fazer listas é uma das maneiras mais simples de organizar nomes e palavras, portanto, não deixe de tirar proveito disso.

Ao montar uma lista de compras, por exemplo, incentive seu filho a escrever alguns itens. Ao chegar no mercado, peça para ele indicar onde estão os itens que ele escreveu.

Listas de convidados para aniversários também são uma boa opção para incentivar o desenvolvimento da escrita e da leitura.

Sirva de exemplo

Tenha em mente que o maior exemplo que as crianças possuem é o dos pais, por isso, pratique rotineiramente atividades como a leitura e a escrita.

Dessa maneira seu filho tende a se espelhar em você e sentir vontade realizar essas mesmas atividades.

Respeite o ritmo da criança

Muitas vezes os pais acabam sufocando os filhos com atividades relacionadas à alfabetização e, com isso, sobrecarregam os pequenos.

Entenda que cada criança tem o seu ritmo e não cobre o seu filho baseado nas expectativas criadas por outras crianças ou até por você mesmo.

Sendo assim, respeite o tempo do seu puerinho e deixe que ele desenvolva suas habilidades de alfabetização de maneira natural.

Lembre-se: apressar não é ajudar.

Temos certeza que essas dicas serão úteis para que você possa ajudar o seu filho a passar por esse processo de alfabetização.

E aí curtiu?

Não é segredo para ninguém que a leitura é uma das chaves para a alfabetização de todas as crianças, além do seu desenvolvimento em geral.

Ler ajuda a estimular a comunicação, a coordenação motora, a criatividade, o raciocínio e ainda por cima contribui para o desenvolvimento do vocabulário. Ou seja, além de ser extremamente prazerosa, a leitura é também benéfica para o amadurecimento de qualquer criança.

Pensando nisso, separamos uma lista de livros infantis para você ler com o seu filho. Além de divertidos, esses livros trazem lições importantíssimas para os pequenos.

Tá esperando o que para conferir?

Contos da mamãe ursa

A obra, que conta a história de um pequeno urso que, antes de dormir, pede para a mãe contar três histórias com algo em comum: no final de cada uma delas o personagem consegue superar seus medos e dormir!

O livro é uma ótima lição de como lidar com medos e inseguranças a vai ajudar o seu filho a resolver qualquer problema que ele possa ter para dormir.

Pedro e Lua

Este livro conta a história de uma garoto chamado Pedro que conhece uma tartaruga e passa a chama-la de Lua. Eventualmente, Lua sente saudades de casa e vai embora, fazendo com que Pedro passe a sentir saudades de Lua.

A obra aborda de maneira lúdica e interessante a criação de laços de amizade e a perda e, por isso, é essencial para o desenvolvimento dos pequenos.

Uma canção de urso

O livro conta a história de um urso que avisa uma abelha e, a partir de então, decide segui-la. A obra conta com diversas ilustrações ricas em detalhe que acabam contando histórias paralelas sem ao menos escrever uma palavra.

É uma leitura divertidíssima e, por isso, uma ótima opção de lazer para você e o seu filho.

O passeio

O livro é uma espécie de linha do tempo que conta a história de um pai que ensina a filha a andar de bicicleta. Anos depois, é a vez da filha, depois de adulta, ensinar o próprio filho. De certa maneira, então, é uma história que representa ciclos que se renovam a cada nascimento, assim como a vida.

Essa lição passa de maneira divertida com ilustrações que mostram a mudança dos personagens ao longo do tempo.

Hoje não quero banana

Aquiles é um filhote de crocodilo acostumado a comer banana no café da manhã todos os dias, até que um dia resolve mudar o seu cardápio. O problema, no entanto, é que agora ele quer comer uma criança.

O livro narra as tentativas dos pais de persuadi-lo a mudar de ideia e aborda de maneira bastante divertida a dificuldade que algumas crianças têm para comer.

Gordon e Tapir

Essa história aborda, de maneira divertida, as dificuldades de convívio entre dois amigos que são bastante diferentes. Gordon é fixado por organização, por exemplo, enquanto Tapir é bastante desleixado.

Quando Gordon decide se mudar, no entanto, os dois acabam reencontrando a amizade e se tornando mais próximos do que nunca.

A obra é uma excelente maneira de tratar de assuntos como a convivência e a aceitação das diferenças.

Vale ressaltar que todos os livros da lista são recomendados para crianças de até cinco anos de idade.

E aí, o que você está esperando para começar a leitura com o seu pequeno?

É comum pensarmos que saúde mental é algo que só deve ser cuidado em adultos. O estresse do trabalho, as contas acumuladas e as decepções amorosas muitas vezes nos levam a crer que problemas de ansiedade e depressão, por exemplo, só acontecem com quem passa por esses tipos de situações.

A verdade, no entanto, é que a saúde mental também deve ser motivo de preocupação nas crianças. Por ainda estarem em formação e não saberem lidar com uma série de coisas, os pequenos podem acabar precisando de cuidados médicos.

Situações como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo, a troca de escola ou até mesmo o bullying podem desencadear sintomas de problemas psicológicos nas crianças e, por isso, é importante estar atento aos sinais de que o seu filho precisa de ajuda.

Pensando nisso, separamos uma lista com os principais sinais de que o seu filho precisa de acompanhamento psicológico.

Que tal conferir?

Alteração repentina ou exagerada de comportamento

Apesar da alteração de comportamento não significar necessariamente um problema, é importante estar atento ao modo de agir da criança para identificar possíveis sinais da necessidade de acompanhamento psicológico. Algumas mudanças de comportamento que podem ser consideradas sinais são dificuldades no sono (fazendo xixi na cama ou até mesmo não conseguindo dormir), na alimentação (se recusando a comer ou comendo exageradamente) e na escola (se comportando mal ou tendo dificuldades repentinas para aprender).

Agressividade

A agressividade repentina com a família e coleguinhas pode significar algum problema psicológico que precisa ser resolvido. Tenha em mente, é claro, que as vezes as crianças podem ficar mais agressivas sem motivo. A diferença no entanto é que, normalmente, quando os pais conversam com elas sobre esse comportamento, elas melhoram. Caso isso não aconteça, fique em estado de alerta e busque auxílio psicológico.

Problemas na escola

Mudanças de comportamento com relação a colegas de escola e queda brusca do rendimento escolar podem significar problemas psicológicos que precisam de acompanhamento. Isso acontece porque muitas vezes a criança, sem nem perceber, passa a tomar atitudes que chamem atenção dos pais para que seus problemas sejam resolvidos.

Problemas de saúde

Passar mal sem motivo específico pode ser um sinal de que as crianças precisam de ajuda, já que o corpo tende a buscar formas diversas de chamar atenção. Sendo assim, muitas vezes, os sintomas físicos são a maneira que o corpo encontra de comunicar algum problema psicológico.

Caso um problema psicológico seja identificado, o acompanhamento com um psicólogo e, eventualmente, um psiquiatra, é a maneira mais segura de eliminar os sintomas e garantir o bem-estar do seu filho novamente.

Tenha em mente, é claro, que o ideal é que o psicólogo seja especialista em lidar com crianças e possua experiência com a terapia infantil.

O final das férias está chegando, e com isso vem aquela vontade de aproveitar ao máximo o restante do tempo de descanso e relaxamento.

Para os pais, especialmente, as férias escolares são um momento de estreitar laços e passar mais tempo com os filhos, criando memórias e momentos especiais que vão durar para sempre. Para as crianças, é claro, é hora de brincar, aproveitar e, principalmente, recarregar as energias para mais um ano letivo.

Pensando nisso, fizemos uma lista de dicas para que você e seu filho aproveitem esse final de férias em segurança e sem preocupações.

– Cuidados com a pele: para as crianças que amam a praia e o sol, é indispensável o uso contínuo de protetor solar. Lembre-se de aplicar o produto de maneira uniforme e reaplica-lo de duas em duas horas, já que a água do mar vai removendo o produto da pele com o tempo. Além disso, mantenha seus filhos com blusas de mangas compridas e bonés na maior parte do tempo.

– Hidratação: as altas temperaturas do verão fazem com que as crianças percam sais minerais e se desidratem com frequência. Por isso, mantenha seus filhos hidratados com água, água de coco e sucos naturais. Evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas, já que a ação delas não auxilia contra a desidratação.

– Digestão: é muito comum que o tempo de digestão não seja respeitado no verão, já que a maioria das crianças quer voltar para o mar ou para a piscina o mais rápido possível. Por isso, assegure-se de que seus filhos aguardem o tempo mínimo de uma hora para realizar a digestão completa antes de voltarem a brincar.

– Se proteja contra insetos: as temperaturas quentes e o aumento da chuva são fatores que aumentam a proliferação de mosquitos, portanto, durante o verão, passe repelente na pele dos seus filhos para protegê-los contra picadas e possíveis alergias. A maioria dos repelentes pode ser aplicada até três vezes por dia.

– Ar-condicionado: a utilização do ar-condicionado aumenta exponencialmente no verão, já que essa é a época mais quente do ano. É importante lembrar, no entanto, que o ar-condicionado resseca o ar do ambiente no qual é utilizado e, por isso, é importante que seja feito o uso simultâneo de um umidificador de ar ou até mesmo uma bacia de água no ambiente.

Essas são dicas importantes para que você e seus filhos curtam o final do verão sem se preocupar com nada. Aproveitem esse tempo para descansar o corpo e a mente além de, é claro, estar juntos.

O que você está esperando para aproveitar o restinho das férias com seus filhos?