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Muitos pais percebem em seus filhos uma dificuldade maior na comunicação, e preocupam-se com o fato do pequeno não falar tanto. Para mudar este quadro, a mudança deve ocorrer principalmente nos hábitos da família.

Faça com que ele sinta necessidade de se expressar.

Um dos motivos deste problema pode ser o fato do pequeno não estar sentindo realmente necessidade de falar, e por isso é preciso que os pais os estimulem a isso. Um exemplo disso seria quando o filho tenta pedir algo apenas apontando para o objeto, neste caso, mesmo que você entenda o que ele quer, diga que não entendeu para que ele tente expressar o que deseja.

Tente aproveitar ao máximo os momentos de interação de vocês para treinar a fala

É necessário que os pais deem mais atenção a esta questão em seus momentos de interação, como na hora de tomar banho, se vestir ou comer. Por exemplo, se estiverem almoçando juntos, fale o nome de cada alimento, explique o que está vendo e sentindo. Além disso, lembre-se de sempre conversar com a criança na altura dela e de frente a ela e também de demonstrar que está feliz com qualquer tentativa dela de se comunicar, assim ela se sentirá mais à vontade e motivada a continuar tentando.

Chame atenção da criança em relação aos barulhos do dia a dia como o da chave na porta, do avião, ou dos carros. Aproveite para incentivá-la a imitar alguns desses sons como o do carro (brumm), o do cachorro (au au), e outros, destacando sempre o objeto ou ser referente ao som.

Cante junto com ela (de preferência canções infantis) e conte histórias a ela. Quando for contar uma história, você pode repetir alguma história específica várias vezes, mas usando a criatividade para contá-la de forma lúdica e divertida, fazendo várias entonações diferentes ou até mesmo utilizando alguns objetos, para que a criança realmente se interesse e crie expectativas diante da narrativa.

Não deixe de corrigi-lo

Na hora de corrigir as falas do seu pequeno, tente devolver o que ele disse, porém da forma correta, e adicionando mais palavras formando uma frase.
Assim, quando ele pedir pela sua “dedera” você responde “Mamadeira? você quer sua mamadeira?” para que ele possa aprender ainda mais.

Esse momento de desenvolvimento da fala é muito importante para que seu filho cresça sabendo se expressar bem e de forma clara, por isso esperamos ter ajudado vocês com nossas dicas!

Dúvidas surgem entre o convívio entre bebês e animais de estimação, principalmente sobre essa relação dar certo. É gerada insegurança pelos pais, que buscam evitar acidentes ou situações tensas que envolvam os pets e as crianças. Mas, afinal, é realmente necessária tamanha preocupação?

Algumas dicas como: deixar os pets terem essa proximidade da barriga da gestante. Além disso, o animal pode até sentir o cheiro das roupinhas, a fim de melhorar a harmonia entre os serzinhos. Para isso, é necessário que os pais estejam sempre atentos às ações dos animais em relação ao bebê, de modo que nenhum incidente venha a acontecer.

Nesse processo de adaptação, vale ressaltar que o respeito com o tempo dos filhos e animais é extremamente válido. No início, pode acontecer o estranhamento de ambos, acarretando na lenta adequação dos mesmos. A presença do outro é incômoda, e os pais precisam desse entendimento e paciência.

Outro fator importante é conhecer bem o seu pet. Cada animal possui personalidade própria e pode reagir de diferentes formas. Entretanto, a educação recebida pelo bichinho será fundamental nesse processo. O conhecimento do seu animal de estimação aumentará as suas chances de ser um bom mediador nessa situação.

A apresentação do bebê com o pet deve ser inteiramente monitorada. Reconheça que haverá a comunicação no tempo dos dois e, dessa forma, não se apressem. Saiba que é extremamente importante e saudável esse contato entre os bebês e os animais de estimação, visto que essa interação será benéfica para o seu desenvolvimento.

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Fonte: leiturinha

Imagem: Freepik

A vida com bebês seria muito mais prática se tivéssemos um manual com dicas sobre como agir em cada situação. Porém, a única coisa capaz de moldar nossas atitudes e nossas decisões é a vivência. Isso porque, cada bebê possui características próprias. Durante o desenvolvimento os pequenos passam por diversas fases. Elas, uma hora ou outra, influenciarão positiva ou negativamente na rotina do sono.

Primeiramente, precisamos ressaltar que esse tipo de situação é completamente normal. Entretanto, conhecer algumas estratégias pode tornar essa tarefa algo ainda mais fácil. Continue lendo para saber mais!

Rotina é tudo

Essa pode parecer uma solução simples, mas ela é realmente eficaz. Ela pode ser colocada em prática desde o primeiro dia de vida do bebê. Assim, cerca de 30 minutos à uma hora antes de dormir, diminua as luzes. Dessa forma, a produção e a liberação de cortisol, o hormônio do sono. Posteriormente, dê um banho, a última refeição do dia e aproveite para ler uma história ou ouvir uma música calma. Para que a criança se acostume, siga esse ritual rigorosamente todas as noites.

Pais unidos = boa rotina de sono para a criança

A união faz a força! Portanto, antes mesmo de começar a acostumar seu filho, certifique-se de que seu parceiro concorda com as estratégias. Isso porque, nem sempre os responsáveis concordam em alguns aspectos durante a criação dos pequenos. Além do mais, é fundamental que ambos entendam: o bebê e o sucesso no treinamento do sono tranquilo é responsabilidade dos dois. É importante que essa conversa seja realizada antes de o choro ou mesmo a inquietação da criança aconteça, para que os dois estejam preparados para lidar com as dificuldades juntos.

Atenção ao horário

Alguns pais, por possuírem uma rotina corrida, costumam manter as crianças acordadas até tarde para aproveitarem o tempo juntos. Porém, isso pode ser nocivo para o sono biológico do bebê. Isso porque, o horário ideal para uma criança de 3 a 6 meses ir dormir é bem cedo, em comparação ao tempo que nós adultos estão acostumados a ir deitar.

Busque interpretar os sinais

Nem todos os sons que o bebê faz querem dizer que ele precisa de colo ou de comidinhas. Isso porque, muitas vezes os suspiros e os gemidos durante a madrugada podem demonstrar apenas que o pequeno está se acomodando enquanto dorme. Portanto, mexer neles pode acabar atrapalhando o relaxamento completo. Então, antes de tomar alguma atitude, tenha certeza de que a criança está bem ou realmente está com os olhinhos abertos. Se ela estiver chorando por estar com dor ou com algum desconforto, você conseguirá saber pelo volume do choro, que aumentará em vez de diminuir.

Barriguinha cheia

Você sabia que refeições regulares favorecem o descanso na hora de dormir? Um bebê que come bem durante o dia muito provavelmente poderá dormir à noite sem precisar mamar. Se, por orientação do pediatra, você ainda amamenta, fique atenta para saber identificar quando seu filho passa a fazer seu seio de chupeta. Assim você evitará a formação de gases e desconfortos na criança.

A Pueri Dei se preocupa com a qualidade do sono dos puerinhos, pois sabe que dormindo bem eles crescerão fortes, saudáveis e com muita energia para gastar!

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Fonte: paisefilhos

Imagem: freepik