Cuidar daqueles que amamos é um instinto natural não só para seres humanos mas também para diversas espécies do reino animal.

Quando falamos de filhos, especificamente, a coisa fica ainda mais séria, já que alguns pais fazem de tudo para blindar as crianças de qualquer frustração ou dificuldade natural da vida.

Apesar de a intenção dos pais superprotetores ser boa – afinal, eles só querem proteger seus filhos – é importante saber que a superproteção pode trazer diversos malefícios ao desenvolvimento das crianças.

Pensando nisso preparamos esse artigo para que você entenda os efeitos negativos da superproteção na vida das crianças.

Que tal conferir?

Impacto no desenvolvimento

Alguns pais auxiliam os filhos desnecessariamente em atividades triviais do dia a dia e, com isso, atrapalham o desenvolvimento da independência da criança.

Ao ajudar seu filho a ir ao banheiro sem que ele peça, por exemplo, você inibe a capacidade dele de perceber suas próprias necessidades fisiológicas e aprender a utilizar o banheiro sozinho.

Outras tarefas que muitas vezes são feitas com o auxilio desnecessário dos pais são comer, tomar banho, escovar os dentes, arrumar a cama e se vestir, por exemplo.

Além de interferir no desenvolvimento da independência essa superproteção em atividades simples acaba comprometendo a evolução de algumas capacidades motoras e cognitivas do puerinho.

Lembre-se, é claro, que a ajuda deve ser fornecida caso se mostre necessária, porém não deve ser forçada.

Dependência emocional

Além de diminuir a autoestima das crianças por parecer que não confiamos neles o suficiente para deixá-los realizar as tarefas a superproteção causa uma dependência emocional extremamente prejudicial ao seu filho.

Para evitar esse problema, busque atividades que se ajustem à capacidade de cada criança de acordo com a sua idade e grau de independência.

Isso evita que o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões por conta própria seja prejudicado e acabe gerando dependência emocional ao longo dos anos.

Lembre-se sempre que, ao longo da vida, as crianças vão acabar se deparando com situações adversas e obstáculos e, por isso, precisam estar preparadas para lidar com essas situações de forma eficaz e independente.

Isolamento

O isolamento é outro sintoma da superproteção dos pais.

Ao impedir os filhos de participar de passeios escolares e interagir com colegas a capacidade de criar laços sociais das crianças é bastante prejudicado.

Isso pode gerar, no fim das contas, um isolamento social responsável por causar transtornos mais sérios como o estresse, ansiedade e até mesmo depressão.

É importante entender, então, que o cuidado e a proteção deixam de ser aliados à criação de um filho quando se tornam excessivos.

Saiba a hora de interferir e ajudar porém tenha em mente que o puerinho precisa de espaço e oportunidade para desenvolver suas próprias habilidades e, consequentemente, sua independência.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado a esclarecer os impactos da superproteção no desenvolvimento das crianças.

E aí, curtiu?

Em um mundo cada vez mais tecnológico as crianças parecem só ter olhos para computadores, tablets e smartphones.

Como pais, no entanto, é necessário incentivar os filhos a fazer atividades fora do mundo digital para que o desenvolvimento da criança seja completo. Desde atividades físicas à brincadeiras e jogos de tabuleiro, a diversificação de passatempos é essencial para que os momentos lúdicos da criança sejam aliados ao aprendizado e crescimento pessoal.

Um dos exemplos mais clássicos de brincadeiras educativas que trazem benefícios às crianças é a montagem de um quebra-cabeça.

Pensando nisso, preparamos esse artigo para que você conheça os principais benefícios dos quebra-cabeças para o desenvolvimento dos puerinhos.

Está esperando o que para conferir?

Trabalha a cognição

Por serem estimulantes para o cérebro os quebra-cabeças acabam sendo poderosos aliados no quesito cognitivo.

A cognição é a habilidade de armazenar novos conhecimentos e, a partir dele, obter algum tipo de aprendizado.

Pense, afinal de contas, que o nome quebra-cabeça foi dado por um motivo: esse passatempo faz com que a criança exercite o cérebro e desenvolva habilidades de memória, raciocínio e lógica.

Desenvolve a coordenação

Encaixar as peças de um quebra-cabeça é uma das melhores maneiras de desenvolver habilidades motoras e controle mão-olho. Isso porque, já que ainda não têm noção da distância e manipulação de objetos, as crianças precisam desenvolver essas proficiências para conseguir montar o quebra-cabeça.

O movimento de pinça que fazemos ao juntar o indicador e o polegar para segurarmos um objeto, por exemplo, é uma das habilidades desenvolvidas no jogo.

Aumenta os níveis de percepção

Os quebra-cabeças são passatempos que vão incentivar os puerinhos a observar, analisar e comparar tamanhos e cores para conseguir completar o jogo.

E é por isso que os níveis de percepção da criança se desenvolvem.

Além de serem cruciais na infância, é claro, os níveis de percepção serão importantes durante toda a vida já que, ao longo dos anos, os puerinhos vão acabar se deparando com situações que demandam essa habilidade psicológica.

Promove a interação com a família

Os quebra-cabeças são ótimos passatempos no quesito estreitamento de laços familiares, já que acabam sendo um momento relaxante e tranquilo para que as crianças conversem com os pais e outros membros da família.

Além de ajudar no desenvolvimento físico e psicológico, então, esse passatempo é essencial para estimular as habilidades sociais de convivência e diálogo.

Vale ressaltar também que o quebra-cabeça pode ser resolvido por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, o que também ajuda a criar um senso de colaboração e trabalho em equipe nas crianças.

Aumenta a capacidade de resolução de problemas

Enquanto seu filho raciocina e tenta desvendar as formas e cores corretas para que o quebra-cabeça tenha um encaixe perfeito ele acaba desenvolvendo bastante a habilidade de resolução de problemas.

Além do período da infância essa habilidade é indispensável ao decorrer da vida de qualquer pessoa, já que nos deparamos constantemente com situações adversas e obstáculos a serem superados.

Esses são os principais benefícios da montagem de quebra-cabeças para as crianças.

Agora você sabe que, além de ser uma maneira divertida de incentivar as crianças a saírem um pouco do ambiente virtual, esse passatempo ainda ajuda no desenvolvimento dos pequenos.

E aí, o que está esperando para montar um quebra-cabeça com o seu puerinho?

Quando pensamos em desenvolvimento infantil as primeiras coisas que vêm à cabeça são a alfabetização, socialização e o desempenho escolar.

Todas essas coisas, é claro, são de extrema importância para que uma criança cresça de maneira saudável e confortável.

Em uma era de digitalização e cada vez mais atividades realizadas através de computadores, tablets e smartphones, no entanto, o desenvolvimento físico se torna uma prioridade tão grande quanto os aspectos citados acima.

A sensação que temos é que, nos dias atuais, as crianças viveriam em aparelhos eletrônicos se pudessem. É claro que esse contato com o mundo digital gera benefícios, porém, também é necessário se atentar para os prejuízos que o excesso da digitalização pode causar nos puerinhos.

Pensando nisso preparamos esse artigo para explicar a importância das atividades físicas no desenvolvimento das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida.

Vamos lá?

Coordenação motora

As atividades físicas são responsáveis por boa parte do desenvolvimento das habilidades motoras das crianças.

Isso acontece porque, ao praticar uma atividade física o pequeno tem que se desenvolver um senso de equilíbrio, direção e controle corporal que muitas vezes não é explorado em atividades online, já que as mesmas são realizadas sem exigir quase nenhum esforço físico.

Manutenção da condição física

Os exercícios auxiliam no desenvolvimento de massa muscular e queima de gordura das crianças, assim como em qualquer adulto.

Isso não significa, no entanto, que você deve fazer com que seu filho realize atividades físicas excessivamente intensas. Uma simples brincadeira de pega-pega, por exemplo, já contribui bastante para o desenvolvimento de uma boa condição física, além de evitar doenças provenientes do sedentarismo, como a obesidade.

Sendo assim, os exercícios físicos são fortes aliados da saúde de qualquer puerinho.

Desenvolvimento integral

A prática de esportes propicia o desenvolvimento de habilidades que muitas vezes não são completamente exploradas em ambientes familiares e escolares, como a inteligência emocional, cooperação, capacidade de lidar com a frustração e muito mais.

Pense que, ao longo de toda a vida, seu filho vai encontrar diversas adversidades e obstáculos que deverão ser superados.

Nessas horas a disciplina, resiliência e obstinação desenvolvidos na prática de esportes irão ajuda-lo a lidar melhor com os problemas e, eventualmente, resolve-los.

Isso significa que o esporte e as atividades físicas favorecem o desenvolvimento completo da criança, explorando aspectos que muitas vezes seriam deixados de lado.

Felicidade

A ciência aponta que a realização de exercícios físicos está diretamente ligada a liberação de hormônios como a serotonina, responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Em outras palavras, as atividades físicas fazem com que as crianças fiquem mais felizes e realizadas.

Vale ressaltar, é claro, que o excesso de atividades físicas ou a realização de atividades muito intensas pode ser prejudicial para a saúde da criança.

Além disso, saiba que existem atividades físicas para o perfil de qualquer criança. Futebol, vôlei, peteca, pega-pega, esconde-esconde, ping-pong e natação, por exemplo, são atividades de intensidades diferentes que agradam diversos gostos.

A prática da atividade física não deve ser vista como uma obrigação e sim como lazer. Isso fará com que o puerinho tome gosto pela prática da atividade e, dessa maneira, usufrua dos benefícios do esporte enquanto se diverte.

E você, o que está esperando para incentivar o seu filho a fazer uma atividade física?

A alfabetização dos filhos é um processo pelo qual os pais costumam ficar bastante ansiosos. A vontade de ver os pequenos escrevendo o próprio nome, começando a ler e aprendendo a se comunicar de maneira não-verbal parece ficar cada vez maior.

Muitas pessoas pensam, de maneira equivocada, que apenas as creches e escolas podem contribuir para esse processo de alfabetização.

A verdade, no entanto, é que os pais são extremamente importantes nessa fase e, por isso, devem aprender a ajudar da melhor maneira possível.

Pensando nisso separamos uma lista de dicas para que vocês, papais e mamães, possam entender as melhores formas de contribuir com a alfabetização dos seus puerinhos.

Que tal conferir?

Leia para o seu filho

A leitura é uma atividade essencial para a alfabetização de qualquer criança. Além de se familiarizarem com a pronúncia de palavras, os pequenos acabam expandindo o vocabulário e aprendendo a diferenciar textos de ilustrações, por exemplo.

Outro ponto importante é que, com o tempo, seu filho perceberá que você lê da esquerda para direita, o que também é importantíssimo nessa fase de aprendizado.

Sendo assim, ler para o seu filho acaba sendo de extrema importância para o processo de alfabetização, além de, é claro, servir como uma momento de qualidade em família.

Caso o seu filho esteja um pouco mais adiantado no processo de alfabetização, incentive-o a ler e desenvolver o gosto pelos livros.

Se você está à procura de sugestões de leitura infantil clique aqui.

Aproveite situações cotidianas

O convívio do dia a dia oferece uma série de oportunidades para incentivar o processo de alfabetização das crianças.

Ao andar na rua, por exemplo, mostre diferentes placas e outdoors e incentive a criança a tentar entendê-los.

Tenha em mente, no entanto, que você deve começar com coisas mais simples e fáceis. Ao encontrar uma placa de trânsito indicando uma curva, por exemplo, pergunte ao seu filho qual é o lado que a placa está indicando. Com o tempo a criança vai aprender a diferenciar esquerda e direita, e assim por diante.

Aproveite rótulos de embalagens

Os rótulos de produtos alimentícios comuns em casa podem ser ótimos aliados no processo de alfabetização.

Isso acontece porque, além de relacionar um nome para um alimento que a criança consome com frequência, os rótulos são escritos na maioria das vezes em caixa alta, que é a primeira forma de escrita que os pequenos compreendem.

Incentive seu filho a ler rótulos de embalagens alimentícias e aprender a associar o nome a cada alimento.

Faça listas com seu filho

Fazer listas é uma das maneiras mais simples de organizar nomes e palavras, portanto, não deixe de tirar proveito disso.

Ao montar uma lista de compras, por exemplo, incentive seu filho a escrever alguns itens. Ao chegar no mercado, peça para ele indicar onde estão os itens que ele escreveu.

Listas de convidados para aniversários também são uma boa opção para incentivar o desenvolvimento da escrita e da leitura.

Sirva de exemplo

Tenha em mente que o maior exemplo que as crianças possuem é o dos pais, por isso, pratique rotineiramente atividades como a leitura e a escrita.

Dessa maneira seu filho tende a se espelhar em você e sentir vontade realizar essas mesmas atividades.

Respeite o ritmo da criança

Muitas vezes os pais acabam sufocando os filhos com atividades relacionadas à alfabetização e, com isso, sobrecarregam os pequenos.

Entenda que cada criança tem o seu ritmo e não cobre o seu filho baseado nas expectativas criadas por outras crianças ou até por você mesmo.

Sendo assim, respeite o tempo do seu puerinho e deixe que ele desenvolva suas habilidades de alfabetização de maneira natural.

Lembre-se: apressar não é ajudar.

Temos certeza que essas dicas serão úteis para que você possa ajudar o seu filho a passar por esse processo de alfabetização.

E aí curtiu?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neurobiológico extremamente comum, afinal, quem nunca conheceu uma criança com TDAH?

Por ser um problema tão comum, muitas vezes as pessoas tendem a não dar a atenção necessária ao transtorno.

É importante, no entanto, saber lidar com as crianças para minimizar os efeitos do transtorno e evitar que ele cause maiores dificuldades no desenvolvimento dos pequenos.

Pensando nisso, separamos uma lista de dicas para ajudar você que é mãe ou pai de uma criança portadora de TDAH.

Que tal conferir?

Estudos

Os estudos são uma parte da vida das crianças que pode ser afetada pelo TDAH, já que esse transtorno faz com que eles tenham dificuldades para se concentrar e, consequentemente, estudar.

Para minimizar esses efeitos é importante escolher uma escola de confiança e credibilidade que possua profissionais capacitados para lidar com a criança e manter contato com esses professores para acompanhar o que acontece na escola e o desenvolvimento do seu filho no ambiente escolar.

Além disso, atente-se à quantidade de atividades extracurriculares do seu filho e evite sobrecarregá-lo. Por possuir déficit de atenção, cada atividade exige dele mais do que exigiria de outra criança.

Dia a dia

Seja claro e dê instruções diretas e objetivas para a criança. Dessa maneira elá terá mais facilidade em entender o que ela precisa fazer e poderá focar na tarefa que tem pela frente.

Além disso, ensine-a a finalizar as tarefas que começa. É muito comum que crianças com TDAH criem um vício de começar várias atividades ao mesmo tempo e acabam não dando conta de todas.

Criar uma rotina também ajudará a criança a seguir uma série de atividades de maneira consistente, sem perder o foco.

Comportamento

Advirta a criança de maneira construtiva quando for necessário e explique-a qual era o comportamento esperado dela em determinada situação. Além disso, elogie-a imediatamente por bom comportamento, já que isso faz com que ela entenda que as boas atitudes são recompensadas.

Outra boa dica é incentivar a criança a praticar esportes para que ela gaste energia e consiga ficar mais calma e contida em ambientes mais calmos, como a escola.

Ensine seu filho a lidar com conflitos e tomar decisões racionais perante problemas do dia a dia, afinal, ele terá que fazer escolhas como qualquer outra criança. Tenha em mente, é claro, que ela não deve resolver tudo e, em alguns momentos deverá apenas chamar um adulto para cuidar da situação.

Promover brincadeiras com regras também é uma ótima opção para que a criança desenvolva não só a habilidade de se concentrar, mas também a de se adaptar a limites e regras.

Para os pais

Ter sempre tempo para interagir com o seu filho é essencial para que ele se sinta acolhido e compreendido.

Estabeleça cronogramas que envolvam um tempo específico para descanso. Crianças portadoras de TDAH tendem a esgotar as energias mais rápido e, por isso, podem precisar de um cochilo diário ou um simples período de relaxamento.

Além disso, é importante intercalar atividades que exigem muita concentração, como estudos, tarefas e deveres de casa, com atividades leves e prazerosas.

Saiba controlar a sua própria paciência e entender o tempo do seu filho, evitando criar expectativas que não condizem com a realidade. Além disso, saiba que cobrar empenho e vontade de mudar é mais importante que cobrar resultados, afinal, é só através do empenho que a criança aprende a se esforçar para conquistar o que deseja e precisa.

Por último, mas não menos importante, ouça-o. Isso faz com que a relação entre vocês não seja unilateral e cria uma sensação de parceria que beneficia a todos.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar a auxiliar o seu filho não só no processo de educação, mas também em seu desenvolvimento pessoal!

E aí, o que achou das dicas?

Não é segredo para ninguém que a leitura é uma das chaves para a alfabetização de todas as crianças, além do seu desenvolvimento em geral.

Ler ajuda a estimular a comunicação, a coordenação motora, a criatividade, o raciocínio e ainda por cima contribui para o desenvolvimento do vocabulário. Ou seja, além de ser extremamente prazerosa, a leitura é também benéfica para o amadurecimento de qualquer criança.

Pensando nisso, separamos uma lista de livros infantis para você ler com o seu filho. Além de divertidos, esses livros trazem lições importantíssimas para os pequenos.

Tá esperando o que para conferir?

Contos da mamãe ursa

A obra, que conta a história de um pequeno urso que, antes de dormir, pede para a mãe contar três histórias com algo em comum: no final de cada uma delas o personagem consegue superar seus medos e dormir!

O livro é uma ótima lição de como lidar com medos e inseguranças a vai ajudar o seu filho a resolver qualquer problema que ele possa ter para dormir.

Pedro e Lua

Este livro conta a história de uma garoto chamado Pedro que conhece uma tartaruga e passa a chama-la de Lua. Eventualmente, Lua sente saudades de casa e vai embora, fazendo com que Pedro passe a sentir saudades de Lua.

A obra aborda de maneira lúdica e interessante a criação de laços de amizade e a perda e, por isso, é essencial para o desenvolvimento dos pequenos.

Uma canção de urso

O livro conta a história de um urso que avisa uma abelha e, a partir de então, decide segui-la. A obra conta com diversas ilustrações ricas em detalhe que acabam contando histórias paralelas sem ao menos escrever uma palavra.

É uma leitura divertidíssima e, por isso, uma ótima opção de lazer para você e o seu filho.

O passeio

O livro é uma espécie de linha do tempo que conta a história de um pai que ensina a filha a andar de bicicleta. Anos depois, é a vez da filha, depois de adulta, ensinar o próprio filho. De certa maneira, então, é uma história que representa ciclos que se renovam a cada nascimento, assim como a vida.

Essa lição passa de maneira divertida com ilustrações que mostram a mudança dos personagens ao longo do tempo.

Hoje não quero banana

Aquiles é um filhote de crocodilo acostumado a comer banana no café da manhã todos os dias, até que um dia resolve mudar o seu cardápio. O problema, no entanto, é que agora ele quer comer uma criança.

O livro narra as tentativas dos pais de persuadi-lo a mudar de ideia e aborda de maneira bastante divertida a dificuldade que algumas crianças têm para comer.

Gordon e Tapir

Essa história aborda, de maneira divertida, as dificuldades de convívio entre dois amigos que são bastante diferentes. Gordon é fixado por organização, por exemplo, enquanto Tapir é bastante desleixado.

Quando Gordon decide se mudar, no entanto, os dois acabam reencontrando a amizade e se tornando mais próximos do que nunca.

A obra é uma excelente maneira de tratar de assuntos como a convivência e a aceitação das diferenças.

Vale ressaltar que todos os livros da lista são recomendados para crianças de até cinco anos de idade.

E aí, o que você está esperando para começar a leitura com o seu pequeno?

É comum pensarmos que saúde mental é algo que só deve ser cuidado em adultos. O estresse do trabalho, as contas acumuladas e as decepções amorosas muitas vezes nos levam a crer que problemas de ansiedade e depressão, por exemplo, só acontecem com quem passa por esses tipos de situações.

A verdade, no entanto, é que a saúde mental também deve ser motivo de preocupação nas crianças. Por ainda estarem em formação e não saberem lidar com uma série de coisas, os pequenos podem acabar precisando de cuidados médicos.

Situações como a separação dos pais, a chegada de um irmão mais novo, a troca de escola ou até mesmo o bullying podem desencadear sintomas de problemas psicológicos nas crianças e, por isso, é importante estar atento aos sinais de que o seu filho precisa de ajuda.

Pensando nisso, separamos uma lista com os principais sinais de que o seu filho precisa de acompanhamento psicológico.

Que tal conferir?

Alteração repentina ou exagerada de comportamento

Apesar da alteração de comportamento não significar necessariamente um problema, é importante estar atento ao modo de agir da criança para identificar possíveis sinais da necessidade de acompanhamento psicológico. Algumas mudanças de comportamento que podem ser consideradas sinais são dificuldades no sono (fazendo xixi na cama ou até mesmo não conseguindo dormir), na alimentação (se recusando a comer ou comendo exageradamente) e na escola (se comportando mal ou tendo dificuldades repentinas para aprender).

Agressividade

A agressividade repentina com a família e coleguinhas pode significar algum problema psicológico que precisa ser resolvido. Tenha em mente, é claro, que as vezes as crianças podem ficar mais agressivas sem motivo. A diferença no entanto é que, normalmente, quando os pais conversam com elas sobre esse comportamento, elas melhoram. Caso isso não aconteça, fique em estado de alerta e busque auxílio psicológico.

Problemas na escola

Mudanças de comportamento com relação a colegas de escola e queda brusca do rendimento escolar podem significar problemas psicológicos que precisam de acompanhamento. Isso acontece porque muitas vezes a criança, sem nem perceber, passa a tomar atitudes que chamem atenção dos pais para que seus problemas sejam resolvidos.

Problemas de saúde

Passar mal sem motivo específico pode ser um sinal de que as crianças precisam de ajuda, já que o corpo tende a buscar formas diversas de chamar atenção. Sendo assim, muitas vezes, os sintomas físicos são a maneira que o corpo encontra de comunicar algum problema psicológico.

Caso um problema psicológico seja identificado, o acompanhamento com um psicólogo e, eventualmente, um psiquiatra, é a maneira mais segura de eliminar os sintomas e garantir o bem-estar do seu filho novamente.

Tenha em mente, é claro, que o ideal é que o psicólogo seja especialista em lidar com crianças e possua experiência com a terapia infantil.

A adaptação escolar é um dos pontos mais importantes para o desenvolvimento das crianças com o estudo e os coleguinhas.

Isso significa que garantir uma boa adaptação escolar dos pequenos é essencial para que eles desenvolvam não só seus conhecimentos, mas também suas habilidades sociais e de convívio.

Aprender a lidar com frustração, regras e diferenças é algo crucial para o desenvolvimento das crianças e, por isso, é necessário dar uma atenção redobrada ao seu filho nesses períodos de adaptação.

Mas como fazer com que a adaptação do meu filho seja a melhor possível?

Como sabemos o período de adaptação das crianças não se restringe apenas ao ato de começar a frequentar a escola, e sim em qualquer mudança dos hábitos escolares já existentes.

Mudanças de escola, turma, horário e até mesmo professores podem fazer com que a criança se sinta acuada e frustrada, já que estava se sentindo confortável antes das mudanças.

Isso não significa, no entanto, que as mudanças são coisas ruins. Elas acontecem na vida de toda criança e, para que elas aprendam o mais cedo possível a lidar com isso, é importante dar toda a atenção necessária a esses períodos de transição.

É importante salientar que, apesar de parecerem longos, os períodos de adaptação tendem a passar e as crianças costumam aprender a se sentirem confortáveis em um novo ambiente.

Mesmo assim, é importante ter um planejamento para ajudar o seu filho a entender as mudanças que estão acontecendo e perceber que elas não representam algo ruim, apenas diferente.

Conversar com a escola previamente sobre as possíveis mudanças que ocorrerão em um ano letivo é uma das maneiras de se planejar para uma adaptação. Se você fica sabendo das transições com antecedência, acaba tendo mais tempo para conversar com o seu filho e prepara-lo para o que vem pela frente.

Se a escola pretende mudar o professor, por exemplo, você evita que o seu filho sinta aquele choque inicial ao ver um rosto desconhecido no comando quando chegar ao primeiro dia de aula.

Para crianças de até dois anos que estão entrando na educação infantil, recomenda-se que a mudança da rotina casa-escola seja a menor possível. Já aos dois anos e meio, especialistas afirmam que a criança já tem um entendimento maior do que está acontecendo e, por isso, o ideal é que os pais envolvam seus filhos em atividades como arrumar a mochila e a lancheira.

Uma das partes mais difíceis da adaptação das crianças é, sem dúvidas, se despedir dos pais.

Diferentemente do que muitos pensam, se aproveitar de momentos de distração do filho para ir embora não é a maneira adequada de deixá-lo na escola. Isso porque quando ele perceber que foi deixado as sensações de abandono e desespero tendem a tomar conta.

O ideal, por mais dolorido que seja, é fazer uma despedida e explicar que vocês estarão separados por algumas horas. Fazendo isso regularmente a criança consegue, com o tempo, assimilar o que está acontecendo.

E como garantir que o meu filho vai estar seguro na escola no momento de pandemia?

Nesse período de início de vacinação da população é importante manter os cuidados que já vinham sendo tomados para que a segurança e a saúde sejam preservadas.

Isso significa que, apesar de algumas pessoas já estarem vacinadas, as crianças devem continuar utilizando máscaras da maneira correta (cobrindo nariz e boca), desinfetando as mãos e braços constantemente com álcool em gel e praticando o distanciamento social.

Por serem crianças, é claro, essas regras podem ser difíceis de entender, e é aí que entra a escola para fiscalizar e instruir as crianças durante o período letivo.

No convívio escolar, no entanto, é necessário ter alguns cuidados e promover algumas medidas que aumentam ainda mais a segurança dos pequenos em relação ao Covid-19, como por exemplo:

Aferir a temperatura de todos os alunos e funcionários da escola

Caso a temperatura esteja acima de 37,8ºC recomenda-se que o aluno ou funcionário não possa entrar na escola.

Promover a higienização de calçados ao entrar nas dependências da escola

Higienizar os sapatos e tênis de alunos e funcionários é uma das maneiras de ajudar a combater a transmissão do Covid-19 no ambiente escolar.

Higienização constante da escola

Recomenda-se que, pelo menos uma vez por turno, os pisos, toaletes, corrimões, mesas, cadeiras, balcões e maçanetas da escola sejam higienizados para evitar que o vírus se aloje nas dependências escolares.

Portas e janelas abertas

Como sabemos, ambientes fechados são propícios para a disseminação do vírus e, por isso, janelas e portas devem ser mantidas abertas durante as aulas.

Interdição de bebedouros

Por serem locais de transmissão em potencial do vírus, é importante que os bebedouros funcionem apenas para encher as garrafinhas de água levadas de casa pelas crianças.

Distanciamento

Todas as atividades no ambiente escolar devem acontecer respeitando a distância mínima de 1,5 metros entre cada pessoa.

Essas dicas vão garantir que a adaptação escolar do seu filho não sofra devido aos efeitos da pandemia e aconteça da maneira mais saudável e natural possível.

E aí, pronto para a volta às aulas?