O mês de fevereiro está chegando e, com ele, o retorno às aulas. E para que isso ocorra de maneira tranquila, é importante que as crianças estejam prontas para voltar para a rotina de estudos e aprendizado.

O que acontece muitas vezes, no entanto, é que as crianças não se preparam em casa para voltar a estudar e não aproveitam as primeiras semanas de aula, que acabam servindo como um tempo de adaptação. Para que isso não aconteça, é necessário fazer um planejamento para que o final das férias já comece a se adequar aos horários da rotina escolar.

Por isso, separamos algumas dicas que você pode botar em prática no final das férias para que o seu filho esteja pronto para voltar a estudar quando chegar a hora.

– Organize os horários: apesar das crianças dormirem mais tarde nas férias, o final do mês de janeiro é a hora de começar a acertar os horários. Faça seu filho dormir 10 minutos mais cedo a cada dia, por exemplo, até que ele chegue no horário ideal para o período de aulas. Dessa maneira, o choque não será tão grande e ele tende a se adaptar melhor. Além disso, cuide dos horários de refeição, que também tendem a ser mais soltos durante o período de férias.

– Faça uma contagem regressiva: fazer uma contagem regressiva com o seu filho é uma ótima maneira de prepara-lo psicologicamente para o retorno às aulas. Além disso, converse com ele sobre o fim das férias e tente destacar os pontos positivos da volta às aulas, como rever os amigos, por exemplo.

– Cuide da alimentação: as férias normalmente são o período em que as crianças mais comem guloseimas e doces. Com a volta às aulas, é importante que a alimentação do seu filho volte ao normal para que o corpo dele esteja pronto para o ritmo das aulas.

– Deixe o local de estudo pronto: durante as férias, é possível que o local de estudo do seu filho tenha ficado um pouco de lado ou até mesmo usado como um lugar de brincadeiras. Com a volta às aulas, no entanto, é necessário que esse espaço seja reorganizado para que esteja apto a servir como um canto de estudos novamente.

Essas são dicas importantes para que o seu filho esteja preparado para a volta às aulas e não perca tempo tendo que se adaptar durante o período letivo.

Lembre-se: estar preparado para a mudança de rotina é essencial pala que ela ocorra da melhor forma e não prejudique o rendimento do seu filho!

A educação financeira é um aspecto da educação dos filhos que muitas vezes passa despercebida pelos pais.

Apesar de ser essencial para a vida adulta de todos, apenas uma pequena parte das escolas oferece aulas e conhecimento sobre o tema. Sobra, então, para os pais ensinarem o que os filhos precisam saber para não saírem por aí desperdiçando dinheiro.

A grande questão é: como ensinar isso para uma criança?

Muitos pais pensam que a educação financeira é um tópico secundário que só deve ser abordado quando as crianças já têm certa idade. A verdade, no entanto, é que existem maneiras de introduzir esses ensinamentos para os filhos desde cedo.

E é por isso que preparamos uma lista de dicas para que você converse com seu filho sobre educação financeira de maneira eficaz.

Vamos lá?

Seja exemplo

Assim como qualquer outro ensinamento, botar em prática é a melhor maneira de passar credibilidade àquilo que está sendo explicado.

Sendo assim, o primeiro passo é promover um ambiente familiar que se importa com as finanças e preza pela responsabilidade com o dinheiro. Conversar frequentemente sobre as prioridades financeiras da família, por exemplo, é uma ótima maneira de começar.

Fazendo isso, você mostra ao seu filho que a educação financeira não é algo que apenas ele deve se preocupar, mas todos. Dessa maneira, fica mais fácil entender a importância do assunto.

Ensine-o a diferenciar vontade de necessidade

Explique para o seu filho que qualquer pessoa precisa lidar com as pendências financeiras básicas antes de pensar em qualquer vontade ou luxo. Despesas como moradia, energia e alimentação, por exemplo, estão no topo da lista de prioridades, enquanto brinquedos, viagens e guloseimas estão no final.

O conceito de supérfluo deve estar claro na cabeça da criança para que ela entenda que nem sempre suas vontades poderão ser feitas.

Deixe claro que o dinheiro acaba

Seu filho deve entender que o dinheiro da família é um recurso escasso e que não pode ser gasto de maneira exacerbada.

Tendo o conhecimento de que o dinheiro acaba, seu filho terá mais facilidade para entender conceitos como economizar, postergar compras e escolher entre duas coisas.

Deixe que aprendam com os próprios erros

Assim como boa parte das coisas na vida, o ser humano só aprende a cuidar bem do seu dinheiro quando erra. Por isso, é importante não passar a mão na cabeça do seu filho quando ele tomar alguma má decisão financeira e acabar ficando sem dinheiro.

Se ele quis gastar toda a mesada em um dia na sorveteria com os amigos, por exemplo, e ficar sem dinheiro para fazer outras coisas depois, deixe que ele sofra essas consequências.

Afinal, é melhor cometer esses erros com 100 reais agora do que com 10.000 quando for adulto.

Essas são dicas valiosas para que o seu filho consiga entender, desde cedo, a importância de ser prudente com o dinheiro.

Além de auxiliar no desenvolvimento da responsabilidade, isso ai ajuda-lo a se preparar para lidar com o dinheiro para não passar por dificuldades financeiras quando for adulto.

O final das férias está chegando, e com isso vem aquela vontade de aproveitar ao máximo o restante do tempo de descanso e relaxamento.

Para os pais, especialmente, as férias escolares são um momento de estreitar laços e passar mais tempo com os filhos, criando memórias e momentos especiais que vão durar para sempre. Para as crianças, é claro, é hora de brincar, aproveitar e, principalmente, recarregar as energias para mais um ano letivo.

Pensando nisso, fizemos uma lista de dicas para que você e seu filho aproveitem esse final de férias em segurança e sem preocupações.

– Cuidados com a pele: para as crianças que amam a praia e o sol, é indispensável o uso contínuo de protetor solar. Lembre-se de aplicar o produto de maneira uniforme e reaplica-lo de duas em duas horas, já que a água do mar vai removendo o produto da pele com o tempo. Além disso, mantenha seus filhos com blusas de mangas compridas e bonés na maior parte do tempo.

– Hidratação: as altas temperaturas do verão fazem com que as crianças percam sais minerais e se desidratem com frequência. Por isso, mantenha seus filhos hidratados com água, água de coco e sucos naturais. Evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas, já que a ação delas não auxilia contra a desidratação.

– Digestão: é muito comum que o tempo de digestão não seja respeitado no verão, já que a maioria das crianças quer voltar para o mar ou para a piscina o mais rápido possível. Por isso, assegure-se de que seus filhos aguardem o tempo mínimo de uma hora para realizar a digestão completa antes de voltarem a brincar.

– Se proteja contra insetos: as temperaturas quentes e o aumento da chuva são fatores que aumentam a proliferação de mosquitos, portanto, durante o verão, passe repelente na pele dos seus filhos para protegê-los contra picadas e possíveis alergias. A maioria dos repelentes pode ser aplicada até três vezes por dia.

– Ar-condicionado: a utilização do ar-condicionado aumenta exponencialmente no verão, já que essa é a época mais quente do ano. É importante lembrar, no entanto, que o ar-condicionado resseca o ar do ambiente no qual é utilizado e, por isso, é importante que seja feito o uso simultâneo de um umidificador de ar ou até mesmo uma bacia de água no ambiente.

Essas são dicas importantes para que você e seus filhos curtam o final do verão sem se preocupar com nada. Aproveitem esse tempo para descansar o corpo e a mente além de, é claro, estar juntos.

O que você está esperando para aproveitar o restinho das férias com seus filhos?

Apesar de muitos pais entenderem a importância de estimular a independência dos filhos desde cedo, poucos sabem como fazer isso de forma natural. Além disso, alguns pais podem ser superprotetores e prejudicar o desenvolvimento das crianças.

Mesmo parecendo um bicho de sete cabeças, a independência dos filhos pode ser incentivada de maneiras simples no dia a dia que, com o tempo, vão contribuir para que aquela criança não se torne excessivamente dependente dos pais. Fazer com que o seu filho pequeno segure a própria mamadeira, por exemplo, é uma maneira fácil de estimular a independência.

É importante lembrar que o grau de independência de uma criança é determinante no desenvolvimento de habilidades motoras, raciocínio lógico, responsabilidade e organização, segundo psicólogos.

Pensando nisso, separamos uma lista com algumas dicas para ajudar a incentivar a independência do seu filho.

Que tal conferir?

1- Ensine seu filho a se vestir sozinho

Apesar de parecer trivial, o simples ato de se vestir é de grande ajuda no desenvolvimento da coordenação motora, lateralidade, o senso de organização e o raciocínio lógico das crianças.

Colocar roupas exige a organização de uma série de informações no cérebro antes de realizar a ação. Manter as costuras e as etiquetas viradas para dentro, por exemplo, é uma das coisas que a criança precisa se atentar ao vestir as roupas.

2- Incentive-o a organizar objetos

As crianças já conseguem, a partir de um ano e meio de idade, assimilar ordens simples. Tire proveito disso para começar a ensiná-lo conceitos simples de organização, como botar os sapatos no lugar e as roupas no cesto de roupa suja. Você pode auxiliar e orientar, é claro, mas não se esqueça de deixa-lo realizar essas atividades sozinho.

Esse tipo de atividade ajuda no desenvolvimento do pensamento lógico e matemático, já que muitas vezes exige a separação de itens por cor ou tamanho.

3- Hora do banho e de escovar os dentes

Outra ótima maneira de desenvolver a independência do seu filho é ensinando-o a escovar os dentes e tomar banho sozinho. É claro que esse é um processo lento e que demanda certa atenção, mas no final vale a pena. No começo, passe a bucha e o sabonete para o seu filho na hora do banho e oriente-o a como se lavar de forma correta. Depois disso, entregue a escova de dente para ele e ensine-o a escovar os dentes sozinho.

Com o tempo ele vai precisar cada vez menos da sua ajuda e, eventualmente, vai conseguir realizar essas atividades sem auxilio.

4- Ensine-o a fazer escolhas

Uma parte crucial do conceito de independência é a capacidade de fazer escolhas sozinho. Tenha em mente que é importante apresentar diferentes situações e problemas para que o seu filho resolva com o passar do tempo.

Qual legume comer no almoço, por exemplo, é uma boa maneira de começar. Se ele escolher um legume que não gosta, explique a ele que vai ter que comer da mesma maneira, já que foi isso que escolheu. Dessa forma, seu filho começa a entender que cada decisão tomada tem uma consequência.

Além disso, apresente diferentes cenários e dúvidas corriqueiras do dia a dia para que ele raciocine e crie um senso de resolução de problemas. Dessa maneira, ele estará mais preparado para fazer escolhas quando for necessário.

Essas são apenas algumas das diferentes maneiras de incentivar o desenvolvimento da independência das crianças. Tenha em mente que é importante diversificar os métodos com o tempo para que seu filho se familiarize com várias situações e cenários.

E aí, curtiu as dicas?

Não é segredo para ninguém que o convívio com outras crianças é essencial para o processo de socialização dos filhos, além de servir para que eles aprendam a respeitar as diferenças. É por isso que, rotineiramente, pais levam as crianças para visitar familiares, amigos e interagir com diferentes pessoas.

Segundo psicanalistas, ir à casa de amigos, especificamente, é ainda mais importante que o convívio cotidiano na escola, já que introduz a criança a um ambiente ao qual ela não está acostumada. Isso é essencial para que os filhos passem a entender as diferenças, os costumes e a diversidade.

O que muitos pais se perguntam, no entanto, é qual é a idade certa para deixar os filhos dormirem na casa de amigos? Afinal de contas, não dá para acompanhar as crianças para sempre.  A resposta para essa pergunta, no entanto, é mais complicada do que parece.

Diferentemente do que se acredita, não existe um padrão de idade mínima para que os filhos passem a dormir na casa de amigos. É necessário observar, no entanto, uma série de fatores comportamentais de cada criança para determinar se está pronta ou não para dar esse passo.

E quais são esses fatores?

Primeiro, é necessário avaliar o grau de independência da criança. Se seu filho ainda necessita de atenção especial o tempo todo, é provável que ainda não seja a hora certa de deixar que ele durma fora. Uma criança muito dependente corre o risco, ainda, de não se sentir bem fora de sua zona de conforto por muito tempo. Sendo assim, dormir fora nem sequer seria prazeroso para o pequeno. Alguns dos parâmetros para avaliar o nível de independência do seu filho são a habilidade de se comunicar, expressando vontades e necessidades, e ir ao banheiro sozinho.

Outro ponto importante é conhecer o ambiente para qual o filho está indo. Conheça os adultos responsáveis pela casa e garanta que eles são pessoas de confiança para cuidar do seu filho. Além disso, é essencial que a própria criança já esteja familiarizada com o ambiente no qual vai passar a noite. Isso significa que se seu filho nunca foi na casa desse amigo antes, o ideal é que isso aconteça de maneira gradual. Primeiro você o acompanha em uma tarde para que ele possa brincar e conhecer o ambiente. Feito isso, deixe que ele passe uma tarde lá sem a sua companhia. Somente após isso ter acontecido algumas vezes é a hora de cogitar que seu filho passe uma noite lá sozinho.

Se seu filho já é independente, passou por essas etapas e se sente confortável na casa desse outro amigo, é possível que já seja a hora de deixa-lo dormir lá.

Não se esqueça, é claro, de informar à família que vai recebê-lo sobre qualquer intolerância ou alergia a alimentos, remédios ou animais. Além disso, converse com seu filho sobre o que está prestes a acontecer e instrua-o a respeitar os hábitos e costumes da outra família.

Feito isso, seu filho pode aproveitar um dia de brincadeiras e dormir na casa de um amigo sem problema nenhum!

O processo de educação das crianças é motivo de preocupação para todos os pais. Escolher uma boa escola e proporcionar condições adequadas ao estudo e aprendizado, por exemplo, são coisas importantíssimas para que a criança se desenvolva de maneira sadia e adequada.

Você sabia, no entanto, que a música pode ser uma grande aliada no processo de educação dos filhos?

Além de auxiliar o crescimento intelectual dos pequenos, a música estimula todos os sentidos da criança e, por isso, contribui para o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, consciência corporal e senso rítmico.

Além disso, a iniciação musical da criança ainda na educação infantil estimula partes do cérebro que são responsáveis pelo desenvolvimento da linguagem corporal, linguística e até mesmo o aprendizado de outros idiomas.

É importante lembrar, no entanto, que a realização de atividades relacionadas à música deve ser algo prazeroso, e não uma obrigação. O ideal, portanto, é buscar maneiras de introduzir a música na vida dos pequenos de maneira lúdica e casual, sem um senso de compromisso. Caso contrário, o efeito pode ser inverso e eles podem começar a encarar a música como algo chato e entediante.

Dito isso, quais são os maiores benefícios da música na educação dos filhos?

– Desenvolvimento dos dois hemisférios do cérebro.

– Interação com diferentes culturas, permitindo um aumento do repertório cultural.

– Ajuda no processo de desenvolvimento da linguagem e comunicação.

– Ativação dos neurônios.

– Desenvolvimento motor e social.

– Fortalecimento dos laços afetivos entre aqueles que escutam música juntos, possibilitando uma melhora no relacionamento com os pais, por exemplo. 

– Desenvolvimento da coordenação rítmica e corporal.

Todos esses dados deixam claro que a música é parte essencial da educação e criação de qualquer criança, auxiliando no seu desenvolvimento mental e físico. Seja na escola, em casa ou em qualquer lugar, ouvir música é extremamente benéfico para as crianças, que só têm a ganhar com desenvolvimento desse hábito.

E você, o que está esperando para introduzir a música no cotidiano do seu filho?

Como muitas pessoas sabem, a infância é a melhor fase da vida para o aprendizado de línguas estrangeiras, já que o cérebro das crianças absorve conhecimento com extrema facilidade, desde que estimulado da maneira correta.

O inglês, especificamente, já deixou de ser um plus e passou a ser um conhecimento tão necessário quanto o português e a matemática básicar na vida das pessoas.

Hoje em dia, com o mundo completamente globalizado, saber falar inglês é indispensável para que alguém obtenha sucesso profissional em qualque área de atuação. Por isso, incentivar e estimular seu filho a aprender inglês cedo é uma das maiores ajudas que você pode proporcionar a ele.

Pensando nisso, separamos algumas dicas importantes para que você estimule o aprendizado do inglês ao seu filho.

Vamos lá?

– Músicas: começar a se familiarizar com o inglês através de músicas é algo muito comum para as crianças. Por ser uma atividade que não necessita de tanto domínio da língua como assistir um filme ou um desenho, escutar músicas é a maneira mais simples de se acostumar com o som e a pronúncia das palavras. Para começar, o ideal é que a criança escute músicas mais curtas e com refrãos repetitivos. O contato com a música é crucial para o desenvolvimento de habilidades fonológicas que serão importantes para o aprendizado de qualquer língua, incluindo o português.

– Desenhos: não é segredo para ninguém que toda criança ama desenhos animados. Se dependesse deles, assistir desenhos seria a única coisa que fazem no dia. Justamente por isso, os desenhos animados podem se tornar grandes aliados para o aprendizado do inglês. Nos dias atuais, com a internet, é possível encontrar episódios de desenhos animados em diversas línguas, incluindo o inglês. Até os quatro anos, as crianças ainda não se incomodam de assistir desenhos em outra língua, já que ainda não desenvolveram resistência a novas palavras.

– Videogames: assim como os desenhos animados, os videogames podem se tornar grandes aliados ao aprendizado de inglês, já que são tão adorados pelos pequenos. Sugira que seu filho jogue novamente um jogo que ele já terminou, por exemplo, porém desta vez em inglês e com legendas em português. Desta maneira, a criança consegue associar o que está ouvindo ao que está escrito e, consequentemente, aprender com mais facilidade.

– Cursos de inglês: tão importante quanto todas as dicas anteriores, o curso de inglês é onde seu filho vai aprender a gramática e a ortografia da língua. Quando associado ao convívio diário com o inglês através de músicas, filmes e jogos, o curso de inglês é uma ferramenta poderosíssima para que seu filho aprenda inglês de maneira eficiente.  Busque um curso de inglês bem recomendado, com um bom histórico e credibilidade no mercado.

A mensagem final é simples: não deixe de proporcionar ao seu filho o contato com o inglês o quanto antes.

Dessa maneira, ele vai crescer familiarizado com a língua e, no futuro, desfrutará dos benefícios que isso vai trazer.

O mês de janeiro chegou e com ele vieram as tão esperadas férias escolares das crianças. Está na hora de brincar, se divertir, relaxar e descansar depois de um ano cheio de estudos e atividades.

Além das crianças as férias escolares são ótimas para os pais, que acabam tendo mais tempo para passar com os filhos, estreitando laços e criando memórias felizes em família.

Uma das atividades mais comuns para fazer em família durante as férias é ir à praia, que é um lugar que garante diversão para todos. Seja brincando na areia, fazendo castelinhos, mergulhando ou até mesmo só tomando sol, todo mundo se diverte quando passa um dia na praia.

No entanto, é necessário tomar alguns cuidados para que o dia seja curtido de forma segura e sem nenhum risco para a saúde e o bem-estar das crianças. Pensando nisso, separamos as dicas mais importantes para que você e seu filho possam curtir um dia tranquilo na praia.

– Lembre-se que a areia é suja: apesar do que muitos acreditam, deixar as crianças pequenas brincarem na areia não é prejudicial e, a partir de um ano de idade, elas já podem ter contato. No entanto, por ser uma areia suja, é importante que você esteja atento para que seu filho não coloque as mãos na boca após brincar na areia.

– Hidratação: é essencial que as crianças se hidratem de meia em meia hora em dias de praias, já que elas brincam o tempo todo e, por isso, perdem muita energia e água através do suor. Além disso, os dias escolhidos para as visitas à praia são normalmente bem quentes, o que colabora ainda mais para a desidratação. Evite hidratar as crianças através de picolés ou refrigerantes e dê preferência à água mineral (desde que conheça a procedência) e sucos naturais.

– Cuidado com a água do mar: a água do mar pode muitas vezes estar poluída e, por isso, é bom evitar que bebês entrem em contato. Por ainda terem um sistema imunológico mais fraco, os bebês são mais sensíveis às possíveis impurezas da água e podem acabar ficando com a pele irritada. Além disso, para crianças um pouco mais velhas, é importante que elas só entrem na água com a companhia de um adulto disposto a supervisioná-las.

– Protetor solar: um cuidado indispensável, é claro, é a utilização do protetor solar. Ele deve ser aplicado de duas em duas horas, já que o suor e a água do mar o removem da pele com o tempo. Além disso, é importante evitar ir à praia entre as 10 e 16 horas, já que esse é o horário com a maior incidência de raios ultravioletas, que são prejudiciais à saúde.

– Alimentação: apesar das comidas vendidas em quiosques e nas próprias praias serem muito tentadoras, evite que as crianças consumam alimentos de procedência duvidosa. Opte por levar comida de casa em frasqueiras térmicas e dê preferência a coisas leves, como frutas. 

Essas são algumas das dicas mais importantes que você pode utilizar para garantir que o seu dia de diversão com as crianças na praia seja um sucesso.

E aí, curtiu?